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Oxbo lança colhedora de café tracionada para impulsionar mecanização entre pequenos e médios produtores

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A multinacional Oxbo, referência global em soluções para colheita mecanizada, apresentou oficialmente a colhedora de café tracionada modelo 940+, desenvolvida especialmente para atender as demandas de pequenos e médios cafeicultores. Este é o primeiro lançamento da empresa produzido em sua nova unidade fabril localizada em Uberaba (MG).

Tecnologia Dynarotor: eficiência com mínimo impacto às plantas

A 940+ é equipada com o exclusivo sistema de vibração Dynarotor, o mesmo já utilizado no modelo automotriz 9240+. A tecnologia permite ajustes operacionais conforme as condições da lavoura e do cafeeiro, oferecendo colheita eficiente com menor dano às plantas e maior qualidade do grão colhido.

“A introdução da 940+ representa uma alternativa de alto desempenho com investimento inicial acessível. Ela reúne o mesmo sistema eficiente, túnel alto e limpeza eficaz da versão automotriz, mas com custos reduzidos”, destaca Kathryn Vanweerdhuizen, diretora de vendas e marketing da divisão de frutas da Oxbo.

Projeto pensado para produtividade e acessibilidade

O equipamento foi desenhado para operar com tratores de 75 cv e suporta inclinações de até 25%, o que o torna ideal para diferentes tipos de topografia. Seu reservatório de 2 mil litros oferece 10% mais capacidade em comparação às colhedoras tracionadas concorrentes.

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Entre os diferenciais técnicos, estão os ajustes de peso, posições das hastes e controle da velocidade de vibração, permitindo ao produtor otimizar a colheita conforme as necessidades específicas da lavoura. Os controles simplificados também reduzem o tempo de treinamento da mão de obra e aumentam a produtividade da operação.

Alta performance com menor custo

Com velocidade de operação de 1,2 km/h, a colhedora entrega um padrão de colheita equivalente ao de uma automotriz, mas com custos de aquisição e manutenção significativamente mais baixos — fator decisivo para produtores que buscam mecanização acessível, mas sem abrir mão da qualidade.

Comercialização

A Oxbo 940+ já está disponível por meio dos distribuidores autorizados Oxbo Lipetral e Minas Verde, além da comercialização direta na unidade de Patos de Minas (MG). O lançamento reforça o compromisso da empresa em oferecer soluções adaptadas à realidade dos produtores brasileiros, promovendo eficiência, economia e inovação no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Menos itens no carrinho mudam operação dos supermercados e pressionam margens no varejo alimentar

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Inflação dos alimentos altera comportamento de consumo no varejo

A alta dos preços dos alimentos voltou a impactar diretamente a operação dos supermercados no Brasil. Em março, o grupo alimentação e bebidas registrou alta de 1,56%, exercendo forte influência sobre a inflação oficial, segundo dados do IBGE.

Apesar de o consumo doméstico seguir em crescimento, o comportamento do consumidor mudou de forma significativa, com compras mais frequentes, menor volume por visita e maior sensibilidade a preço.

Consumidor compra menos itens e pressiona estratégia dos supermercados

O novo padrão de consumo tem exigido adaptação rápida do varejo alimentar. O cliente continua indo aos supermercados, mas está colocando menos itens no carrinho, comparando preços com mais frequência e substituindo marcas com maior facilidade.

Para o setor, essa mudança reduz previsibilidade de vendas e aumenta a pressão sobre margens, exigindo uma gestão mais eficiente de estoque, preços e operação.

Segundo especialistas, o modelo baseado apenas em volume de vendas perdeu força, dando lugar a uma gestão mais analítica e focada em rentabilidade.

“Loja cheia não significa lucro”, alerta especialista do setor

De acordo com Márcio Goulart, especialista em gestão de supermercados e porta-voz da Meta Contabilidade, o setor vive uma mudança estrutural na forma de operar.

“O supermercadista precisou abandonar qualquer lógica automática de operação. Hoje, a sobrevivência está ligada à capacidade de entender o comportamento do consumidor e ajustar a loja com rapidez, sem perder margem”, afirma.

Segundo ele, a alta movimentação nas lojas pode mascarar resultados financeiros, já que tickets médios menores reduzem a rentabilidade geral.

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Revisão de estoque e precificação ganham prioridade na gestão

Diante do novo cenário, redes de supermercados têm intensificado ajustes operacionais para reduzir perdas e preservar margens. Entre as principais estratégias adotadas estão:

  • Revisão de mix e estoques: A redução de itens de baixo giro e baixa rentabilidade se tornou prioridade para melhorar o uso do capital de giro e evitar desperdícios.
  • Ajustes mais frequentes de preços: A volatilidade dos alimentos exige revisão constante de preços para manter competitividade e evitar erosão de margem.
  • Controle mais rigoroso de custos: Despesas operacionais como energia, logística, perdas e vencimentos passaram a ter maior impacto no resultado final.
  • Promoções mais direcionadas: As redes estão substituindo descontos generalizados por ações mais segmentadas, com foco em fidelização e recorrência de compra.
Margem se torna principal indicador de sobrevivência no varejo

Para Márcio Goulart, o setor precisa abandonar a leitura baseada apenas em fluxo de clientes e passar a monitorar indicadores mais amplos de desempenho.

“Muitas lojas seguem cheias, mas com tickets pressionados e compras fragmentadas. Quem não acompanha margem, giro e custo operacional pode ter uma falsa percepção de crescimento”, explica.

Segundo o especialista, o novo comportamento do consumidor exige decisões mais técnicas e menos intuitivas dentro da gestão supermercadista.

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Varejo alimentar entra em fase de adaptação estrutural

O cenário aponta para uma mudança estrutural no varejo alimentar brasileiro, em que eficiência operacional, controle de custos e inteligência comercial passam a ser determinantes para a sobrevivência do setor.

De acordo com especialistas, empresas que não se adaptarem a essa nova lógica podem perder competitividade gradualmente, mesmo mantendo bom fluxo de clientes nas lojas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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