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Paraná avança com boa produtividade na colheita de café e clima favorável impulsiona desempenho
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Colheita de café avança no Paraná
A colheita do café no Paraná ultrapassou 80% da área cultivada, o que corresponde a aproximadamente 25,4 mil hectares, segundo dados divulgados na última quinta-feira (31) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
Condições climáticas favorecem a produção
O bom desempenho da colheita se deve, em grande parte, às condições climáticas favoráveis. De acordo com o agrônomo Carlos Hugo Godinho, os dias secos aceleraram o trabalho no campo e facilitaram a secagem do café nos terreiros.
“A produtividade está muito próxima do limite superior que imaginávamos”, destacou Godinho. A média de produção no estado é estimada em 1.752 quilos por hectare.
Paraná se destaca na produção de café solúvel
A cafeicultura do Paraná tem importância estratégica na produção de café solúvel. No entanto, Godinho demonstrou preocupação com a exclusão do produto nas exceções das tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos.
Apesar disso, o agrônomo acredita que o mercado deve reagir positivamente. “Os Estados Unidos têm poucas alternativas em relação ao café brasileiro”, ponderou.
Brasil registra recorde nas exportações de café em 2024
No cenário nacional, o Brasil atingiu um recorde no ano-cafeeiro de 2024, com um total de 46,1 milhões de sacas de 60 quilos exportadas, conforme dados do Sumário Executivo do Café.
Esse volume representa um crescimento de 30,6% em comparação com o ano anterior, quando o país exportou 35,3 milhões de sacas ao mercado internacional, consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas
Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.
Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.
A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.
Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura
Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.
O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.
A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.
Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
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