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Paraná inicia guerra contra greening em pomares de tangerina

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A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) inicia na próxima segunda-feira (25.08) a segunda fase da Operação Big Citros, voltada ao combate do greening em pomares do Vale do Ribeira. A ação, que segue até sexta-feira (29) nos municípios de Cerro Azul e Doutor Ulysses, pretende reduzir a incidência da doença que mais ameaça a citricultura mundial por meio de monitoramento, orientação técnica e eliminação de plantas contaminadas.

O greening, também chamado de HLB, provoca queda precoce dos frutos, redução drástica da produtividade e pode levar à morte das árvores. Os frutos infectados apresentam deformações, sementes inviáveis e alterações de sabor, o que compromete a comercialização tanto no mercado interno quanto na indústria. A primeira etapa da operação, realizada entre junho e julho, mapeou propriedades atingidas e notificou produtores para a retirada das árvores doentes.

Nesta segunda fase, cerca de 30 fiscais vão atuar em duas frentes: a checagem de propriedades já notificadas e a vistoria de áreas ainda não inspecionadas. Armadilhas adesivas também serão instaladas para monitorar a presença do psilídeo, inseto transmissor da praga.

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Segundo a Adapar, o período de brotação dos pomares facilita a detecção, embora as condições climáticas dificultem o trabalho. Outro foco da operação será a fiscalização de viveiros clandestinos de mudas, ainda comuns na região. O órgão pretende ampliar o cadastro oficial de produtores e manter a vigilância até o fim do ano.

Fonte: Pensar Agro

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Títulos privados do agro movimentam R$ 580,78 bilhões em CPR no início da safra 2026/27

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou as finanças privadas do agro. Em julho de 2026, os estoques de Cédula de Produto Rural (CPR) totalizaram R$ 580,78 bilhões, distribuídos em 372 mil cédulas, com ticket médio de R$ 1,56 milhão. Considerando apenas os títulos emitidos em julho, primeiro mês da safra 2026/27, foram registrados R$ 37,53 bilhões em novas CPR.

Os estoques de Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) somaram R$ 560,37 bilhões. Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% desse valor, equivalente a R$ 336,22 bilhões, precisa ser reaplicado no financiamento do setor agropecuário. Desse montante, pelo menos 45%, ou R$ 151,30 bilhões, precisa ser direcionado ao crédito rural oficial. Os valores consideram recursos destinados à safra atual e contratos ainda em aberto de safras anteriores.

Em julho, os estoques de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e de Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) foram de R$ 174,20 bilhões e R$ 30,21 bilhões, respectivamente.

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No caso dos Fundos de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro), considerando os dados de junho de 2026, o patrimônio líquido totalizou R$ 64,13 bilhões, distribuídos em 285 fundos.

Os dados são do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário da Secretaria de Política Agrícola do Mapa.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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