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Pesca da tainha atinge 90% da cota na modalidade emalhe anilhado
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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que está encerrada a captura da espécie tainha (Mugil liza) para a modalidade emalhe anilhado a partir desta quarta-feira (25/6), como medida preventiva para evitar o risco de exceder a cota estabelecida para o ano de 2025, visto que a cota coletiva da modalidade emalhe anilhado atingiu 90% de sua capacidade de captura. A medida segue o que foi determinado na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 26 de fevereiro de 2025.
As embarcações dessa modalidade que estiverem atualmente em atividade no mar deverão realizar o último desembarque de tainha no prazo máximo de 24 horas após esta publicação, conforme §4º do Art. 22 da Portaria.
O encerramento foi determinado com base nos dados de produção consolidados por Mapas de Produção e Declarações de Entrada de Tainha em Empresas Pesqueiras, e será oficialmente registrado no Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha, conforme determina a legislação vigente.
Com isso, o MPA reforça seu compromisso com a sustentabilidade dos estoques pesqueiros e com o cumprimento das normas que regem a gestão da atividade pesqueira no Brasil.
Os dados atualizados podem ser consultados no Painel de Monitoramento da Temporada, disponível no link a seguir:
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Preço do feijão carioca segue firme em julho com oferta restrita e demanda aquecida da indústria
O mercado brasileiro de feijão carioca começou o mês de julho mantendo os preços firmes para os grãos de melhor qualidade. A sustentação das cotações é resultado da oferta ainda restrita, mesmo com o início da colheita das áreas irrigadas do Cerrado, e da demanda contínua da indústria, que segue ativa diante dos baixos estoques.
De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os volumes iniciais provenientes das lavouras irrigadas ainda são insuficientes para alterar o equilíbrio entre oferta e demanda. Com isso, os melhores lotes continuam sendo negociados com boa valorização.
Oferta limitada mantém preços do feijão carioca sustentados
Apesar do avanço da colheita nas áreas irrigadas de Goiás e de outras regiões do Cerrado, a disponibilidade do feijão carioca permanece reduzida.
Os primeiros lotes colhidos apresentaram boa qualidade e encontraram forte receptividade da indústria empacotadora, que mantém o ritmo das compras para recompor estoques. Ainda assim, o setor acompanha de perto o aumento gradual da oferta esperado ao longo de julho, fator que poderá influenciar o comportamento dos preços nas próximas semanas.
Enquanto isso, a colheita da segunda safra de feijão carioca no Paraná entra em sua fase final, marcando a transição entre importantes regiões produtoras do país.
Mercado apresenta comportamentos diferentes entre as variedades
O cenário não é uniforme para todas as categorias de feijão.
Segundo o Cepea, o feijão carioca de qualidade intermediária e o feijão preto seguem registrando oscilações distintas entre as regiões produtoras. As diferenças na disponibilidade, na qualidade dos lotes e no ritmo das negociações explicam os ajustes heterogêneos observados no mercado físico.
Essa dinâmica demonstra que a formação dos preços continua altamente dependente das condições regionais de oferta e demanda.
Feijão preto pode ganhar força nas próximas semanas
No segmento do feijão preto tipo 1, o encerramento da colheita no Paraná — principal produtor nacional — altera gradualmente a postura dos agentes de mercado.
A menor área cultivada nesta temporada, somada às perdas provocadas pelas adversidades climáticas, reduziu a disponibilidade dos lotes de melhor qualidade. Diante desse cenário, produtores e detentores de estoques mantêm posições firmes nas negociações, apostando em novas valorizações caso a oferta permaneça limitada.
Perspectivas para o mercado de feijão
A expectativa do setor é de aumento gradual da oferta ao longo de julho com o avanço da colheita irrigada no Cerrado. No entanto, enquanto esse crescimento ocorrer de forma moderada e os estoques da indústria permanecerem baixos, o mercado deverá continuar favorecendo os lotes de maior qualidade.
Especialistas avaliam que a evolução da colheita, as condições climáticas nas principais regiões produtoras e o comportamento da demanda serão determinantes para o rumo dos preços nas próximas semanas.
Destaques do mercado
- Oferta de feijão carioca de melhor qualidade continua restrita.
- Indústria mantém compras para recompor estoques.
- Colheita irrigada do Cerrado avança, mas ainda com baixo volume.
- Paraná conclui a segunda safra de feijão carioca.
- Feijão preto segue com perspectiva de valorização devido à menor oferta.
- Mercado permanece atento ao aumento da disponibilidade durante julho.
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Fonte: Portal do Agronegócio
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