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Petrolina Avança na Fruticultura com Capacitação de Operadores de Drones

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A fruticultura de Petrolina, no interior de Pernambuco, recebeu um importante reforço com a realização de um curso prático de capacitação para pilotos de drones. Entre os dias 18 e 21 deste mês, 17 funcionários de fazendas da região participaram do curso de Piloto Aeroagrícola Remoto (Cpaar), promovido pelo Senar-PE em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR). Com uma carga horária de 32 horas, divididas entre aulas teóricas e práticas, o curso teve como foco a pulverização aérea com drones, abordando benefícios, desafios e as melhores práticas para uma operação segura e eficiente na agricultura.

Durante o curso, os participantes aprenderam sobre temas essenciais como as condições meteorológicas, os principais produtos fitossanitários utilizados – incluindo herbicidas, fungicidas e inseticidas – e as limitações para aplicação com drones. As aulas práticas ocorreram em uma fazenda produtora de frutas, onde os alunos puderam aplicar o conhecimento adquirido sobre detalhes técnicos cruciais, como altura ideal de voo, velocidade e vazão para cada tipo de aplicação. A combinação desses fatores visa garantir a máxima eficiência na pulverização, ao mesmo tempo em que minimiza o impacto ambiental.

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Gabriel Barros de Souza, técnico agropecuário com três anos de experiência, é funcionário de uma fazenda produtora de uvas e mangas em Petrolina e avaliou o curso de maneira positiva. “O drone é como um celular. A tecnologia melhora a cada ano e, como precisamos trabalhar com essa ferramenta moderna, é essencial que nos mantenhamos atualizados”, afirmou.

Jailson Lira, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), destacou a importância de dominar essas novas técnicas. Para ele, a capacitação dos operadores de drones permite alcançar novos patamares de eficiência e sustentabilidade. “A utilização de drones reduz significativamente a quantidade de água empregada nas pulverizações, diminui custos e otimiza o tempo de trabalho”, ressaltou.

Pio Guerra, presidente do Sistema FAEPE/SENAR-PE, também reconheceu a importância do curso para o avanço da fruticultura na região. “A fruticultura de Petrolina merece o empenho contínuo da FAEPE e do Sindicato local. O Senar, como braço proativo no campo, está sempre preocupado em promover o uso de tecnologias atualizadas para a melhoria do setor”, concluiu Pio Guerra.

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Essa iniciativa reforça o papel fundamental da capacitação técnica para a incorporação de tecnologias inovadoras no campo, garantindo um futuro mais sustentável e eficiente para a produção agrícola em Petrolina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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