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PIB do Brasil deve crescer 2% em 2026 com apoio do agro e mercado de trabalho resiliente

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A economia brasileira continua demonstrando resiliência mesmo diante de juros elevados e de um cenário internacional marcado por incertezas. O Banco Central revisou para cima sua projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, elevando a estimativa para 2%.

A revisão reflete o desempenho mais forte da atividade econômica no primeiro trimestre, impulsionado pela produção de commodities e pela resistência do mercado de trabalho.

Agronegócio segue entre os motores da economia

O setor agropecuário continua exercendo papel fundamental no crescimento econômico brasileiro.

A demanda internacional por commodities agrícolas, somada à competitividade do país em produtos como soja, milho, café, carnes e algodão, contribui para sustentar a geração de renda e o saldo comercial positivo.

Além disso, o agro segue atraindo investimentos e fortalecendo diversas cadeias produtivas ligadas à indústria e aos serviços.

Mercado de trabalho ajuda a sustentar consumo

Outro fator importante para o crescimento econômico é o mercado de trabalho.

A taxa de desemprego permanece próxima dos menores níveis históricos, enquanto a renda média dos trabalhadores segue em trajetória de alta.

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Esse movimento fortalece o consumo das famílias, impulsionando setores ligados à alimentação, transporte, comércio e serviços.

Crescimento ainda enfrenta desafios

Apesar do cenário positivo, economistas alertam que o ritmo de expansão poderá desacelerar nos próximos anos.

Juros elevados, riscos fiscais, tensões geopolíticas e possíveis eventos climáticos extremos continuam sendo fatores capazes de afetar a atividade econômica.

Mesmo assim, a expectativa é de que o agronegócio continue desempenhando papel estratégico para sustentar o crescimento brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño aumenta risco climático e pode pressionar preços agrícolas em 2026 e 2027

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O possível retorno do El Niño voltou ao radar dos analistas econômicos e do agronegócio brasileiro. Segundo avaliação do Rabobank, o fenômeno climático representa um dos principais riscos para a inflação dos alimentos nos próximos meses e poderá influenciar diretamente a produção agrícola em diversas regiões do país.

A preocupação ocorre porque o El Niño costuma alterar significativamente o regime de chuvas, provocar ondas de calor e aumentar a frequência de eventos climáticos extremos.

Produção pode sofrer impactos

Dependendo da intensidade do fenômeno, culturas como soja, milho, café, trigo, algodão e cana-de-açúcar poderão enfrentar perdas de produtividade em algumas regiões.

Ao mesmo tempo, áreas do Sul podem registrar excesso de chuvas, enquanto parte do Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste pode enfrentar períodos prolongados de estiagem e temperaturas acima da média.

Fertilizantes entram no radar

Além dos impactos diretos sobre as lavouras, o relatório também chama atenção para possíveis pressões sobre os preços dos fertilizantes.

Oscilações internacionais, conflitos geopolíticos e problemas logísticos podem elevar os custos dos insumos justamente em um momento de maior necessidade de reposição nutricional das lavouras.

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Inflação dos alimentos pode voltar a acelerar

Caso ocorram perdas de produção em importantes regiões agrícolas, a oferta de alimentos poderá diminuir, elevando preços ao consumidor e pressionando novamente os índices de inflação.

Esse cenário tende a influenciar também as decisões do Banco Central sobre a política de juros.

Planejamento climático ganha importância

Especialistas recomendam que produtores intensifiquem o monitoramento climático, revisem calendários de plantio e reforcem estratégias de gestão de risco para reduzir possíveis impactos do fenômeno nas próximas safras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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