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Pioneer® Introduz Primeiro Híbrido de Milho com Biotecnologia PowerCore® Ultra Enlist®

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A Pioneer®, marca de sementes da Corteva Agriscience, apresenta ao mercado o P30001PWUE, o primeiro híbrido de milho com a biotecnologia PowerCore® Ultra Enlist®. Este lançamento, voltado para a safra de verão da Região Sul, proporciona uma significativa inovação ao permitir maior flexibilidade no controle de plantas daninhas difíceis de manejar, por meio da tolerância a quatro herbicidas: Enlist Colex-D (novo 2,4-D sal colina), Glifosato, Glufosinato e Haloxifope. Graças a essa tecnologia, o híbrido oferece um controle mais eficaz de gramíneas, incluindo as resistentes ao glifosato, além de possibilitar a rotação de modos de ação, o que é fundamental no combate à resistência das plantas.

Ademais, o P30001PWUE apresenta proteção contra lagartas suscetíveis que atacam a cultura do milho, tornando-se um aliado essencial no Manejo Integrado de Pragas (MIP) e contribuindo para a preservação do potencial produtivo das lavouras.

Rafael Seleme, líder da Pioneer® para o Brasil e Paraguai, destacou a trajetória da empresa, que, ao longo de mais de 50 anos no Brasil, tem se consolidado como líder em inovação no setor. “Diante dos desafios crescentes no campo, a Pioneer® segue trazendo soluções avançadas, como o P30001PWUE, que combina as melhores tecnologias disponíveis atualmente”, afirmou Seleme.

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Sistema Enlist®: Flexibilidade no Controle de Invasoras e Alta Produtividade

O lançamento do P30001PWUE faz parte do Sistema Enlist®, que, em sua quarta safra no Brasil, continua focado na soja. O sistema oferece aos produtores maior segurança e flexibilidade no controle de plantas daninhas, como buva, leiteiro, caruru-gigante, trapoeraba e corda-de-viola. Ele combina sementes e biotecnologia com herbicidas e genética de alta produtividade, além de adotar boas práticas agrícolas, com destaque para a tolerância aos herbicidas Enlist® Colex-D® e Verdict® Max.

Esses herbicidas apresentam benefícios como a eficácia comprovada no controle de invasoras e uma significativa redução do potencial de deriva, além de máxima eficiência no controle de gramíneas com doses menores de produto.

Tratamento de Sementes LumiGEN®: Proteção e Desenvolvimento Inicial das Plantas

O P30001PWUE é equipado com o Tratamento de Sementes Industrial (TSI) LumiGEN®, que inclui fungicidas, inseticidas, bionematicidas e bioestimulantes, proporcionando proteção e favorecendo o desenvolvimento das plantas nas fases iniciais da lavoura. A Pioneer® investe constantemente no aprimoramento da qualidade das sementes, o que contribui para o aumento do potencial produtivo das culturas.

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Cinco Décadas de Inovação no Mercado de Sementes

Com mais de 50 anos de presença no Brasil, a Pioneer® tem sido pioneira em várias inovações tecnológicas no setor agrícola. Foi a primeira a registrar híbridos de milho Bt no Brasil e, atualmente, oferece soluções como o PowerCore™ Ultra e o Optimum AQUAmax®, que apresentam vantagens no controle de pragas e na tolerância ao estresse hídrico, respectivamente.

Com essas inovações, a Pioneer® lidera o mercado de sementes de milho verão e safrinha no Brasil há mais de 20 anos, de acordo com dados da Kynetec. A empresa é reconhecida pela sua tradição, tecnologias de ponta e suporte técnico especializado.

“Esse reconhecimento é um reflexo da confiança dos produtores, que sabem que podem contar com uma marca comprometida com a excelência e a evolução do setor”, conclui Rafael Seleme.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Volatilidade do diesel expõe custos ocultos na logística e pressiona gestão de frotas no Brasil

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A instabilidade no preço do petróleo no mercado internacional e seus reflexos diretos sobre o diesel têm ampliado a pressão sobre empresas de transporte e logística em todo o Brasil. Em um setor altamente dependente do combustível, qualquer variação impacta de forma imediata os custos operacionais e a competitividade das operações.

Diesel pode representar até um terço dos custos do transporte

O diesel é um dos principais componentes da estrutura de custos do transporte rodoviário, podendo responder por cerca de um terço das despesas totais de uma operação. Nesse contexto, oscilações de preço são um desafio constante para gestores logísticos.

No entanto, especialistas destacam que o impacto financeiro vai além da variação do mercado. Muitos operadores ainda enfrentam perdas internas relacionadas à falta de controle no abastecimento, o que amplia o efeito da alta dos preços.

Falhas de registro, abastecimentos fora do padrão, inconsistências de medição e desperdícios operacionais são exemplos de problemas que, apesar de muitas vezes não serem percebidos imediatamente, podem gerar prejuízos significativos ao longo do tempo.

Perdas operacionais podem ser maiores que o impacto do preço

Segundo o especialista em operações logísticas Nelson Margarido, diretor operacional da Korth, momentos de alta no diesel acabam evidenciando fragilidades já existentes nas empresas.

“Quando o diesel sobe, a atenção se volta naturalmente para o preço do combustível. Mas esse também é um momento estratégico para analisar se o consumo está alinhado à operação e se existem perdas que podem ser evitadas com mais controle e rastreabilidade”, afirma.

De acordo com ele, muitas dessas perdas não aparecem de forma clara nos indicadores financeiros tradicionais, o que dificulta a identificação de falhas e a adoção de medidas corretivas.

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Falta de controle manual amplia riscos na operação

Em operações que ainda utilizam processos manuais ou sistemas pouco integrados, pequenas divergências entre o volume abastecido e o consumo esperado podem se acumular ao longo do tempo.

Essa falta de visibilidade compromete a gestão eficiente da frota e dificulta a identificação de padrões de desperdício, impactando diretamente a rentabilidade do negócio.

Tecnologia ganha espaço na gestão de abastecimento

Diante desse cenário, cresce a adoção de soluções tecnológicas voltadas ao monitoramento do consumo de combustível e à gestão do abastecimento.

A digitalização dos processos permite o registro e a validação das informações em tempo real, reduzindo erros operacionais e aumentando a confiabilidade dos dados utilizados na tomada de decisão.

Com maior rastreabilidade, empresas conseguem identificar desvios com mais precisão e atuar de forma preventiva na redução de desperdícios.

Combustível passa a ser indicador estratégico da operação

Para especialistas do setor, o combustível deixa de ser apenas uma despesa operacional e passa a ser um indicador estratégico da eficiência da frota.

“O preço do diesel é uma variável externa. Já o controle do abastecimento é um processo interno que pode ser monitorado e aprimorado continuamente. Quanto maior a visibilidade sobre os dados, maior a capacidade de reduzir perdas e aumentar a eficiência”, destaca Margarido.

Eficiência operacional será diferencial competitivo

Em um cenário de custos elevados e margens pressionadas, a eficiência operacional tende a se tornar um dos principais diferenciais competitivos no setor de transporte e logística.

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Empresas que investem em controle, rastreabilidade e análise de dados conseguem transformar informações operacionais em inteligência estratégica, ganhando mais previsibilidade e resistência às oscilações do mercado de combustíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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