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Pneumonia é responsável por 40% das mortes de gado confinado no Brasil
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Pelo menos 40% das mortes de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil tem sido provocas por pneumonia. Além disso, há outras doenças respiratórias causadas pelo tempo seco e por inversão térmica, comum nessa época.
A solução para minimizar o problema é a implementação de práticas sanitárias eficazes e a realização de rondas sanitárias, especialmente nas primeiras horas da manhã, tem se mostrado fundamental para identificar precocemente animais enfermos e garantir tratamentos ágeis.
A pneumonia bovina é particularmente preocupante, sendo responsável por um significativo número de mortes. Cerca de 40% das mortes de bovinos em confinamento são atribuídas a essa doença, que afeta até 70% dos animais enfermos.
Dados indicam que aproximadamente 5% do rebanho em confinamento adoece, sendo que a pneumonia é responsável por 70% dos casos, conforme destacado por especialistas.
Entretanto, a pneumonia bovina não é o único desafio. Questões como problemas de casco, fraturas e outras condições também demandam atenção no âmbito da saúde dos bovinos confinados.
Diante dessa realidade, a adoção de medidas preventivas e corretivas é fundamental. A constante vigilância, aliada a uma equipe capacitada e atenta, desempenha um papel crucial na manutenção da saúde dos animais e no sucesso das operações de confinamento.
Com informações do Canal Rural
Fonte: Pensar Agro
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Peixes ornamentais: Aeroporto de Guarulhos concentra 95,5% das licenças de exportação
O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou de reuniões com representantes do setor da Aquariofilia nesta sexta-feira (14), em São Paulo. Entre as ações destacadas está o Projeto Aqua Brasil, que é uma iniciativa do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). “Criamos esse projeto direcionado para dar visibilidade à cadeia de ornamentais, olhando para o pequeno produtor que está na lida diária, cultivando e capturando esses peixes ornamentais. Também com um olhar especial para as exportações. O pescado para fins de ornamentação e aquariofilia tem alcançado outros países”, destacou. A meta de crescimento das exportações do setor com o projeto era de 6%. O crescimento alcançado em 2025 foi de 10,5%. Valor exportado em 2025: US$ 4,49 milhões.
São Paulo é o terceiro maior estado em número de empresas exportadoras. Concentra 12,1% das empresas brasileiras do segmento de organismos aquáticos ornamentais. Especificamente, o Aeroporto Internacional de Guarulhos concentra 95,5% das Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos (LPCOs) de exportação emitidas pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
Dados do Projeto Aqua Brasil
Visa promover a excelência de empresas brasileiras do setor da Aquariofilia com foco na expansão e qualificação no comércio internacional de organismos aquáticos ornamentais.
- 60 empresas participantes;
- 28 empresas capacitadas para exportação;
- Aproximadamente 47% das empresas capacitadas;
- 19 palestras técnicas gravadas;
- Plataforma exclusiva de capacitação.
Como parte do projeto, em 2025, foi criado o primeiro painel setorial brasileiro de peixes ornamentais com integração de dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), do MPA e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Edipo Araujo também participou da feira Pet South America e de reuniões com representantes da Associação Brasileira de Lojas de Aquariofilia (ABLA). No sábado (15), também estão previstas as visitas ao evento Reef Day Brasil Aquarium Expo e participação na abertura da 2ª Assembleia do Instituto Nacional de Aquarismo (INA).
Ana Célia Costa
Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura



