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Prazo para adoção da Nota Fiscal Eletrônica por produtores rurais é prorrogado para janeiro de 2026

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A Receita Estadual do Paraná estendeu até o dia 5 de janeiro de 2026 o prazo para que produtores rurais se adaptem à emissão da Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e) e da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) nas operações estaduais, substituindo a antiga Nota Fiscal modelo 4. No caso das operações interestaduais, a obrigatoriedade da NFP-e permanece inalterada.

Agilidade e praticidade com o novo sistema

A adoção da nota fiscal eletrônica visa modernizar e agilizar os processos fiscais. A NFP-e é gerada e autorizada em tempo real pelo portal da Receita Estadual, eliminando a necessidade de deslocamentos até as prefeituras para retirada ou devolução dos talões em papel e carbono.

Sistema FAEP promove capacitações para apoiar a transição

Reconhecendo os desafios enfrentados por produtores em diferentes regiões, especialmente no acesso às tecnologias digitais, o Sistema FAEP tem atuado ativamente para facilitar essa transição. A entidade alerta sobre a importância de prazos adequados e vem desenvolvendo ações de capacitação e suporte técnico para os produtores.

Entre as iniciativas, a FAEP promoveu treinamentos presenciais em diversas cidades do Paraná, como Pato Branco, Guarapuava, Assis Chateaubriand, Campo Mourão, Maringá, Ibiporã e Curitiba, direcionados aos colaboradores dos sindicatos rurais.

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Além disso, está disponível de forma gratuita o curso online “Emissão de Nota Fiscal Eletrônica”, que oferece certificação e orientação prática para os produtores rurais do estado.

Parceria com a Receita Estadual oferece conteúdo completo

Com o apoio de técnicos da Receita Estadual, o Sistema FAEP também elaborou um treinamento online completo sobre a emissão da NFP-e. O conteúdo inclui manuais, guias práticos e vídeos explicativos, com passo a passo para o uso correto das ferramentas disponibilizadas no portal da Receita.

Apoio contínuo aos produtores

De acordo com o presidente interino do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, a entidade está empenhada em garantir que os produtores tenham suporte nessa mudança.

“Sabemos que nossos produtores terão que fazer essa transição. Por isso, estamos capacitando os colaboradores dos sindicatos, além de disponibilizar treinamentos e estarmos à disposição para auxiliar”, reforçou Meneguette.

A prorrogação do prazo e as ações de capacitação representam um esforço conjunto para garantir que os produtores rurais estejam preparados para essa nova exigência, promovendo mais eficiência, segurança e agilidade nas operações fiscais do setor agropecuário paranaense.

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Confira todos os detalhes sobre a capacitação

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

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Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

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O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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