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Preço da arroba do boi gordo cai pelo terceiro dia consecutivo em São Paulo e outras regiões

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Os preços da arroba do boi gordo registraram queda pelo terceiro dia seguido em São Paulo. Esse movimento é resultado do aumento da oferta de animais prontos para abate e da menor disposição dos compradores em pagar valores mais altos. Com a aproximação do fim da estação chuvosa, a capacidade das pastagens diminui, levando os pecuaristas a antecipar a venda dos animais.

Recuo nos valores em São Paulo

De acordo com o levantamento, a arroba do boi gordo no estado teve redução de R$ 2,00, enquanto o preço das fêmeas caiu R$ 3,00 por arroba. As escalas de abate no mercado paulista estão programadas para uma média de nove dias, indicando um ritmo moderado na indústria.

Situação no Acre também registra queda

No Acre, os preços também apresentaram retração, com redução de R$ 3,00 por arroba em todas as categorias. Diferentemente de São Paulo, as escalas de abate no estado são mais longas, com média de 36 dias, refletindo menor ritmo de processamento.

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Oferta elevada e preços em baixa em Goiás

Na região de Goiânia, Goiás, a oferta de bovinos continua elevada, enquanto a demanda por carne permanece lenta. Como consequência, o preço do boi gordo caiu R$ 2,00 por arroba. Já o valor das fêmeas se manteve estável. As escalas de abate na região giram em torno de onze dias.

Tendência de queda impulsionada pela oferta maior

O cenário geral de recuo nos preços da arroba é influenciado pelo aumento da oferta de animais, que reduz o poder de negociação dos vendedores. Ao mesmo tempo, o ritmo de consumo de carne ainda se mostra contido, mantendo a pressão para baixo sobre os valores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Rumo (RAIL3) bate recorde histórico de transporte em maio e Santander mantém recomendação de compra para ações

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Rumo registra maior volume mensal de transporte da história

A operadora logística Rumo (RAIL3) alcançou em maio cerca de 8,2 bilhões de toneladas por quilômetro útil (RTK), o maior volume mensal já registrado pela companhia.

O resultado representa crescimento de 8% em relação a maio de 2025, segundo relatório do Santander Corporate & Investment Banking, divulgado nesta quarta-feira (10).

O desempenho também superou as expectativas do mercado, ficando 7,5% acima das estimativas do banco, indicando uma performance operacional mais forte do que o projetado.

Crescimento é impulsionado por corredores Norte e Sul

De acordo com os analistas do Santander, o avanço foi sustentado pelo desempenho consistente das principais rotas operacionais da companhia.

  • Corredor Norte: alta de 8,2% na comparação anual
  • Corredor Sul: crescimento de 6,5% no mesmo período

O relatório destaca que a expansão simultânea nas duas regiões reforça a eficiência logística da empresa e sua capacidade de atender a demanda crescente do transporte ferroviário no Brasil.

Santander mantém recomendação de compra para Rumo

Com base nos resultados operacionais, o Santander manteve a recomendação de “Outperform” (equivalente à compra) para as ações da Rumo.

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O banco também reiterou o preço-alvo de R$ 20,50 para o final de 2026, reforçando a perspectiva positiva para os papéis da companhia no médio prazo.

Segundo o relatório, o desempenho operacional sólido contribui para sustentar a confiança dos investidores e fortalece as expectativas de continuidade do crescimento ao longo do ano.

Análise reforça solidez operacional da companhia

O estudo foi elaborado pela equipe de pesquisa de ações para a América Latina do Santander, com participação dos analistas Lucas Barbosa, Gabriel Tinem e Victor Tani.

A análise considerou os dados operacionais divulgados pela própria Rumo em 9 de junho, além de comparações com projeções internas do banco, informações da plataforma FactSet e histórico operacional da companhia.

Para o Santander, os números confirmam a solidez operacional da Rumo e reforçam a visão de um cenário favorável para o desempenho da empresa no setor de logística ferroviária brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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