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Preço da lima ácida tahiti atinge maior média para o primeiro trimestre em seis anos
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Preços da tahiti sobem no início de 2025
De acordo com levantamento da equipe Hortifrúti do Cepea, os preços da lima ácida tahiti apresentaram forte valorização nos primeiros três meses de 2025. A média do período foi de R$ 25,06 por caixa de 40,8 kg, representando um aumento de 55% em relação ao mesmo trimestre de 2024.
Este é o maior valor registrado para o primeiro trimestre desde 2019, quando a cotação, corrigida pelo IGP-DI de março de 2025, foi de R$ 29,95 por caixa.
Menor oferta e maior demanda impulsionam preços
A elevação nas cotações da fruta está associada principalmente à menor disponibilidade de frutas com bom padrão de qualidade e à demanda consistente da indústria de processamento.
Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea apontam que, neste início de ano — período estratégico para o processamento da tahiti —, a procura industrial ajudou a sustentar os preços em patamar elevado.
Indústria cítrica concentra esforços na tahiti
Com a redução no ritmo de moagem da laranja, parte do parque industrial citrícola direcionou suas operações para o processamento da lima ácida tahiti. Essa movimentação das indústrias tem desempenhado um papel importante no escoamento de frutas fora do padrão, que são destinadas à moagem.
Segundo agentes consultados pelo Cepea, essa absorção por parte da indústria está diminuindo a oferta de frutas de menor qualidade no mercado in natura, o que contribui, também, para a firmeza nos preços da tahiti no segmento de mesa.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Modalidade de Emalhe Liso supera 80% da cota de captura da tainha
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que, nesta terça-feira (30) a cota de captura da tainha (Mugil liza) na modalidade emalhe costeiro de superfície superou 80% do limite estabelecido para a temporada de pesca de 2026. Inicialmente, a cota havia sido estabelecida em 2.070 toneladas, nos termos do inciso III do art. 4º da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026.
Posteriormente, por meio da Portaria Interministerial MPA/MMA Nº 64, de 23 de junho de 2026, o limite foi ampliado para 2.394 toneladas, com o objetivo de possibilitar o acesso à pesca também nos estados em que os cardumes ainda não haviam chegado em razão da dinâmica migratória da espécie. A medida buscou compatibilizar a continuidade da atividade pesqueira com a sustentabilidade do recurso, considerando seus pilares econômico, social e ecológico.
Os dados são acompanhados por meio do Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha, no Sistema PesqBrasil – Monitoramento, plataforma oficial do Governo Federal que permite o acompanhamento da evolução das capturas declaradas.
Nos termos do art. 23 da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 2026, o encerramento da atividade ocorrerá quando a cota atingir 90% do limite estabelecido para a modalidade. Novas atualizações serão divulgadas conforme a evolução das capturas. A medida integra o processo de gestão sustentável da pesca da tainha, considerando a importância econômica, social e ambiental da espécie, bem como a necessidade de assegurar o uso responsável do recurso pesqueiro.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura


