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Preço do boi gordo segue em alta em São Paulo e outras regiões do país

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O mercado do boi gordo voltou a registrar alta nas cotações nas praças paulistas nesta quarta-feira (10), conforme aponta o boletim Tem Boi na Linha, divulgado pela Scot Consultoria. O movimento de valorização é sustentado por uma oferta ainda limitada, que permanece inferior à demanda das indústrias frigoríficas.

Em São Paulo, tanto o boi comum quanto o chamado “boi China” tiveram acréscimo de R$ 2,00 por arroba pelo segundo dia consecutivo. A vaca gorda também apresentou reajuste de R$ 2,00/@, após três dias de estabilidade. Já a arroba da novilha não sofreu alterações. As escalas de abate seguem enxutas, com média de apenas seis dias.

No estado do Mato Grosso, a tendência de alta também se manteve. Na região norte, a arroba do boi comum teve elevação de R$ 3,00, enquanto a da novilha subiu R$ 5,00. No sudoeste mato-grossense, o reajuste foi de R$ 2,00/@ para o boi comum. Já nas regiões de Cuiabá e do sudeste do estado, os preços subiram R$ 5,00/@ para todas as categorias.

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No oeste do Maranhão, o mercado também iniciou o dia com reajustes positivos após três dias de estabilidade. A arroba da vaca e da novilha subiram R$ 2,00, enquanto o boi manteve as cotações inalteradas, segundo informações do informativo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de pescado caem 54% e setor se preocupa com novo tarifaço

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A possibilidade de os Estados Unidos ampliarem em 25% as tarifas sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano surge em um momento de retração das vendas externas da piscicultura. Dados do Departamento de Economia Rural (Deral) mostram que as exportações de pescados do Paraná caíram 54% no primeiro quadrimestre de 2026, totalizando cerca de 1,2 mil toneladas embarcadas.

O Paraná lidera a produção nacional de tilápia e concentra parte relevante das exportações brasileiras da espécie. Em 2025, o Brasil produziu cerca de 968 mil toneladas de peixes de cultivo, das quais aproximadamente 660 mil toneladas foram de tilápia, segundo dados da Peixe BR.

A tilápia respondeu por mais de 86% dos embarques paranaenses no período. Os Estados Unidos permanecem como principal destino do produto brasileiro, fator que aumenta a atenção do setor às discussões comerciais em andamento no mercado norte-americano.

O novo tarifaço dos EUA ainda está em fase de consulta pública e os produtos que poderão ser atingidos não foram oficialmente definidos. Mesmo assim, o tema já mobiliza exportadores de diferentes segmentos do agronegócio devido ao peso do mercado norte-americano nas vendas externas brasileiras.

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A queda registrada no Paraná interrompe uma trajetória de expansão observada nos últimos anos, período em que o Estado consolidou sua posição como principal produtor nacional de tilápia e ampliou sua participação nas exportações de pescado.

Representantes da cadeia produtiva avaliam que a definição sobre as tarifas poderá influenciar o ritmo dos embarques nos próximos meses, especialmente em segmentos com forte concentração de vendas para os Estados Unidos.

Fonte: Pensar Agro

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