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Preço do Diesel Cai na Primeira Quinzena de Fevereiro e Traz Alívio ao Transporte Rodoviário
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Os preços do diesel comum e do S-10 registraram queda na primeira quinzena de fevereiro, de acordo com o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) — levantamento que monitora as transações realizadas nos postos de combustíveis em todo o país.
O diesel comum apresentou redução de 0,32%, sendo comercializado a R$ 6,23, em média. Já o diesel S-10 caiu 0,16%, com preço médio de R$ 6,26.
Segundo Renato Mascarenhas, diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, o resultado reflete “ajustes pontuais de mercado e variações regionais de oferta”, fatores que garantiram um leve alívio aos custos logísticos no início de 2026.
“Os preços do diesel comum e S-10 apresentaram queda, influenciados por ajustes de mercado e diferenças de oferta. O combustível segue sendo um componente essencial do custo logístico e do transporte em todo o país”, explicou o executivo.
Variação regional: Sul lidera com os menores preços, enquanto Norte mantém os valores mais altos
A análise regional do IPTL mostra que todas as regiões, exceto o Nordeste, registraram redução nos preços do diesel S-10. No Nordeste, o combustível teve um leve aumento de 0,16%, com média de R$ 6,29.
Para o diesel comum, o cenário foi misto: Nordeste e Sudeste apresentaram altas de 0,32%, chegando a R$ 6,33 e R$ 6,21, respectivamente.
O Sul segue como a região com os menores valores do país. O diesel comum registrou queda de 0,66%, alcançando R$ 5,98, enquanto o S-10 teve recuo de 0,50%, ficando em R$ 6,03.
No extremo oposto, o Norte mantém as médias mais elevadas do país: R$ 6,62 para o diesel S-10 (-0,30%) e R$ 6,74 para o comum (-0,74%).
Diferenças estaduais: Amapá e Acre registram os maiores preços; Paraná e Rio Grande do Sul têm o menor custo
Na comparação por estados, o Amapá e o Acre continuam liderando o ranking com os maiores preços médios do diesel comum, ambos a R$ 7,43. No Amapá, houve alta de 1,50%, e no Acre, o avanço foi de 0,81%.
Os menores preços foram observados no Paraná e no Rio Grande do Sul, onde o combustível foi comercializado a R$ 5,97, após quedas de 0,67% e 0,50%, respectivamente.
Entre os destaques estaduais, Alagoas registrou a maior alta do diesel comum, de 3,29%, chegando a R$ 6,59, enquanto a Paraíba teve a maior queda, de 3,49%, com média de R$ 6,36.
No caso do diesel S-10, o Amapá também apresentou o maior preço médio, a R$ 7,47 (+0,27%). O Paraná manteve o menor valor nacional, R$ 5,99, após queda de 0,33%.
A maior elevação foi registrada no Ceará, com alta de 2,06% (R$ 6,43), enquanto Pernambuco e Rio Grande do Sul tiveram as maiores reduções, de 0,82%, com o combustível sendo vendido a R$ 6,04 e R$ 6,02, respectivamente.
Impactos no transporte e perspectivas para o mercado
O recuo nos preços traz um pequeno alívio para o setor de transporte e logística, fortemente afetado pelos custos do combustível. Segundo analistas, a tendência de estabilidade deve continuar no curto prazo, acompanhando o comportamento do petróleo no mercado internacional e a variação cambial.
Com a taxa Selic atualmente em 10,50% e o dólar oscilando próximo de R$ 5,10, de acordo com o Banco Central do Brasil, o custo do diesel pode seguir sensível à volatilidade global e à demanda interna, especialmente no transporte de cargas e no agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Rural Show projeta novo salto em negócios e reforça avanço do agro
A cidade de Ji-Paraná (373 km da capital, Porto Velho), se prepara para a 13ª edição da Rondônia Rural Show Internacional, que será realizada entre 25 e 30 de maio. A expectativa é de ampliar novamente o volume de negócios e consolidar a feira como uma das principais vitrines do agronegócio na região Norte. Na edição de 2025, o evento movimentou cerca de R$ 3,5 bilhões em negócios, com mais de 270 mil visitantes e cerca de 650 expositores, segundo o governo estadual. Para 2026, a projeção do setor é de crescimento, puxado pela maior demanda por tecnologia, crédito e soluções produtivas no campo.
Realizada em um momento de expansão da fronteira agrícola no Norte, a feira tem ganhado peso não apenas regional, mas também nacional, ao reunir produtores, empresas, instituições financeiras e centros de pesquisa em um ambiente voltado à geração de negócios. A expectativa é de que a edição deste ano mantenha o ritmo de crescimento, impulsionada principalmente por investimentos em mecanização, irrigação e genética animal.
O avanço da Rondônia Rural Show acompanha a própria evolução do agronegócio no Estado. Rondônia vem ampliando sua participação na produção nacional, com destaque para a pecuária de corte e leite, além do crescimento da soja e do milho. Esse movimento tem elevado a demanda por tecnologia e assistência técnica, abrindo espaço para eventos que conectam oferta e demanda dentro do setor.
A feira também se consolida como plataforma de acesso a crédito. Instituições financeiras costumam concentrar no evento o lançamento de linhas de financiamento e condições especiais para aquisição de máquinas, equipamentos e insumos. Em um cenário de maior seletividade no crédito rural, esse tipo de ambiente ganha relevância para o produtor que busca viabilizar investimentos.
Outro eixo do evento é a difusão tecnológica. Empresas e instituições apresentam soluções voltadas ao aumento de produtividade e à redução de custos, com foco em sistemas mais eficientes e adaptados às condições da região Norte. A presença de startups e empresas de inovação tem crescido, refletindo a digitalização do campo.
Além da agricultura e da pecuária, a feira abre espaço para cadeias emergentes e produtos de valor agregado, ampliando as oportunidades para pequenos e médios produtores. A diversidade de expositores e a programação técnica reforçam o caráter de capacitação e atualização profissional do evento.
Serviço
Evento: 13ª Rondônia Rural Show Internacional
Data: 25 a 30 de maio de 2026
Local: Rodovia BR-364, km 333 (11 km de Ji-Paraná, sentido Presidente Médici)
Cidade: Ji-Paraná (RO)
Fonte: Pensar Agro
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