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Preço do diesel recua levemente em fevereiro, mas segue em patamar elevado, aponta Edenred Ticket Log

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Diesel registra leve queda nos postos em fevereiro

O preço do diesel apresentou uma leve redução no mês de fevereiro, segundo o mais recente levantamento do Edenred Ticket Log, por meio do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) — indicador que consolida os valores praticados nos postos de todo o país.

De acordo com o estudo, o diesel comum teve queda de 0,16%, alcançando média de R$ 6,24 por litro, enquanto o diesel S-10 recuou 0,32%, sendo comercializado a R$ 6,25.

“O leve recuo indica um momento de estabilidade após os reajustes anteriores. Mesmo com a redução, os preços ainda permanecem elevados e continuam pressionando os custos do transporte rodoviário e da cadeia logística”, avalia Renato Mascarenhas, diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade.

Regiões do Sul e Centro-Oeste lideram as maiores quedas

A análise regional mostra que, em fevereiro, a maioria das regiões registrou recuo nos preços dos dois tipos de diesel, com exceção do Nordeste, onde o diesel comum subiu 0,63%.

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No Sudeste, os preços permaneceram praticamente estáveis, com média de R$ 6,21. Já o Centro-Oeste apresentou a maior queda do diesel comum, de 0,79%, com o litro custando R$ 6,24.

O Sul liderou a redução no diesel S-10, com recuo de 0,50% e preço médio de R$ 6,02 — também a menor média nacional entre as regiões.

Os preços mais baixos do país foram encontrados no Sul: R$ 5,98 para o diesel comum e R$ 6,02 para o S-10. Já o Norte registrou as maiores médias, com R$ 6,75 (comum) e R$ 6,61 (S-10).

Roraima e Amapá têm os combustíveis mais caros do país

Na análise por estados, Roraima apresentou o diesel comum mais caro do Brasil, com preço médio de R$ 7,53, alta de 1,35% em relação a janeiro. Em contrapartida, o Paraná registrou o menor valor, de R$ 5,96, após recuo de 0,50%.

O maior aumento mensal do diesel comum foi em Rondônia, onde o litro subiu 1,68%, atingindo R$ 6,66. Já a Paraíba registrou a maior queda, de 3,82%, com o combustível custando R$ 6,30.

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No caso do diesel S-10, o Amapá teve o preço mais alto, com média de R$ 7,46, mantendo estabilidade no período. O Paraná, novamente, apresentou o menor valor nacional, de R$ 5,99, após queda de 0,17%.

Entre as variações mais significativas, o Ceará teve alta de 1,26%, com o litro a R$ 6,42, enquanto Pernambuco registrou a maior redução, de 0,98%, com média de R$ 6,04.

Mercado mantém estabilidade, mas custos seguem altos

Apesar da leve redução nos preços médios, o cenário ainda reflete custos elevados para o transporte e a logística nacional. A estabilidade observada em fevereiro indica um mercado de combustíveis menos pressionado no curto prazo, mas ainda sensível a variações cambiais e internacionais.

De acordo com a Edenred Mobilidade, os próximos meses devem manter esse comportamento moderado, com oscilações pontuais influenciadas pelo câmbio, pelo petróleo internacional e por decisões da Petrobras em relação à política de preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prazo para solicitar o Seguro-Defeso é ampliado; confira

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Os pescadores e as pescadoras artesanais agora têm mais tempo para solicitar o Seguro-Defeso. Isso porque o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) ampliou o prazo para requerer o benefício. Os pedidos poderão ser feitos entre 30 dias antes e 90 dias após o início do período de defeso.

A medida busca adaptar os prazos à realidade de quem vive da pesca, que, em muitos casos, mora em regiões com acesso instável à internet ou enfrenta dificuldades de deslocamento até as unidades de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A nova regra não altera os requisitos legais para a concessão do Seguro-Defeso, nem o valor ou o número de parcelas. A solicitação deve ser feita pelo Portal Emprega Brasil ou pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital.

Embora a gestão do Seguro-Defeso seja de responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), desde 2025, o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) acompanha e divulga a adoção de novas regras para que a informação chegue aos pescadores e às pescadoras que atendem aos critérios legais para receber o benefício.

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Clique aqui e confira a resolução na íntegra.

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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