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Preço do diesel recua no início de abril após reajuste da Petrobras, aponta Edenred Ticket Log
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Os preços médios do diesel voltaram a cair no início de abril, refletindo o reajuste promovido pela Petrobras no primeiro dia do mês. É o que revela a mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que consolida dados de transações realizadas em postos de combustíveis em todo o país.
Segundo o levantamento, na primeira quinzena de abril, o preço médio do diesel comum foi de R$ 6,42, enquanto o tipo S-10 ficou em R$ 6,48. As médias representam quedas de 1,38% e 1,37%, respectivamente, em comparação com os valores registrados na primeira quinzena de março.
“Após sucessivas altas desde dezembro, os preços voltaram a cair de forma mais expressiva neste início de abril. A redução está diretamente relacionada ao reajuste anunciado pela Petrobras, que entrou em vigor no dia 1º de abril. Embora o aumento tenha sido de 4,6% ou R$ 0,17 por litro, o recuo percebido nas bombas ficou abaixo desse patamar”, explica Renato Mascarenhas, diretor de Rede, Operações e Transformação da Edenred Mobilidade.
A análise regional mostra que todas as regiões brasileiras acompanharam a tendência de queda. O maior recuo no valor do diesel comum foi observado no Nordeste, com 1,83%, enquanto a maior redução no preço do S-10 ocorreu na região Sul, com 1,88%. O Sul também registrou os menores preços médios do país para ambos os tipos de diesel: R$ 6,24 para o comum e R$ 6,28 para o S-10.
Na outra ponta, os maiores preços foram verificados na região Norte. Mesmo após uma queda de 1,82%, o diesel comum foi vendido a R$ 7,00, enquanto o S-10 foi comercializado, em média, por R$ 6,89 — recuo de apenas 0,72%, o menor entre as regiões.
No recorte por estado, o Acre se destacou novamente com os preços mais altos do país. O diesel comum foi vendido, em média, a R$ 7,85, após leve alta de 0,13%, e o S-10 a R$ 7,87, mesmo após uma queda de 0,13%. Já a maior redução no valor do diesel comum foi registrada em Rondônia, com retração de 4,43%, o que levou o preço médio para R$ 6,90.
O Paraná teve o menor valor médio para o diesel comum, a R$ 6,24, após uma queda de 1,89%. Já o diesel S-10 mais barato do país foi encontrado em Pernambuco, onde o combustível foi vendido a R$ 6,23, após recuo de 2,50% — a maior redução registrada entre todos os estados.
Por outro lado, o maior aumento no preço do diesel comum foi observado em Sergipe, onde os motoristas enfrentaram alta de 1,55%, elevando o valor médio para R$ 6,55. Em nenhum estado houve aumento no preço médio do diesel S-10.
O IPTL é um índice elaborado com base nos abastecimentos realizados nos mais de 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log. A estrutura robusta de data science da empresa garante alta confiabilidade na consolidação dos dados, refletindo o comportamento real do mercado. A Edenred Ticket Log é uma marca da linha de Mobilidade da Edenred Brasil, com mais de três décadas de experiência e atuação voltada à inovação e à simplificação dos processos de seus clientes.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Exportações de carne suína batem recorde histórico em maio e reforçam força do agronegócio brasileiro
As exportações brasileiras de carne suína atingiram um novo marco em maio de 2026. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil embarcou 127,9 mil toneladas de carne suína in natura e processada, estabelecendo o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997.
O resultado confirma a forte presença do produto brasileiro no mercado internacional e reforça a competitividade da cadeia suinícola nacional, que vem ampliando sua participação em diversos destinos ao redor do mundo.
Recorde para o mês de maio
Embora o volume exportado tenha ficado 7,5% abaixo do registrado em abril, o desempenho superou em 8,8% os embarques realizados em maio de 2025, consolidando um novo recorde histórico para o período.
Segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o resultado demonstra a capacidade do setor de manter um fluxo consistente de vendas externas, mesmo diante das oscilações naturais da demanda global.
Exportações seguem sustentando o mercado
O Cepea destaca que os embarques brasileiros de carne suína têm apresentado desempenho sólido ao longo de 2026. Apesar de recuos pontuais em alguns meses, o volume exportado continua registrando crescimento na comparação com o ano anterior.
Esse cenário reflete os esforços da cadeia produtiva para ampliar mercados e fortalecer a presença da proteína brasileira no comércio internacional, estratégia que tem sido fundamental especialmente durante o primeiro semestre, período em que a demanda externa costuma ser mais moderada.
Competitividade brasileira impulsiona vendas
A expansão das exportações também evidencia a competitividade da suinocultura nacional, apoiada por ganhos de produtividade, avanços sanitários e diversificação dos mercados compradores.
O desempenho das vendas externas contribui para o equilíbrio do mercado interno, oferecendo maior escoamento da produção e ajudando a sustentar a rentabilidade dos produtores em um cenário de desafios relacionados aos custos de produção e às oscilações dos preços das proteínas.
Perspectivas para 2026
Com os resultados acumulados até agora, o setor mantém expectativas positivas para o restante do ano. A continuidade da abertura de mercados, o fortalecimento das relações comerciais e a crescente demanda por proteína animal em diversos países podem favorecer novos avanços nas exportações brasileiras.
Caso o ritmo de embarques seja mantido nos próximos meses, 2026 poderá consolidar-se como mais um ano de destaque para a carne suína brasileira no mercado global, ampliando a participação do país entre os principais exportadores mundiais da proteína.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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