AGRONEGOCIOS
Preços da Banana Caem no Vale do Ribeira com Queda da Demanda e Concorrência de Minas Gerais
AGRONEGOCIOS
Os preços da banana registraram queda no Vale do Ribeira (SP) na última semana, de acordo com levantamentos do Hortifrúti/Cepea. Produtores e colaboradores apontam que a principal causa é a menor demanda típica do fim de mês, quando o poder de compra da população diminui, impactando diretamente as negociações da fruta.
Concorrência com banana mineira afeta vendas
Outro fator que contribuiu para a queda nos preços foi a concorrência da banana produzida em Minas Gerais. A fruta mineira, com qualidade superior, tem dificultado as vendas das bananas do Vale do Ribeira, especialmente no segmento de atacado.
Aumento na oferta de banana prata
Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea destacam ainda que a região paulista registrou um pequeno aumento na oferta de banana prata desde o início deste mês. Esse acréscimo era esperado conforme o calendário de produção local, influenciando a redução de preços.
Queda nos preços por tipo de banana
Na última semana, a banana prata de primeira qualidade foi negociada à média de R$ 2,49/kg, recuo de 8% em relação ao período anterior. Já a banana nanica de mesmo padrão teve baixa de 3%, atingindo R$ 2,63/kg.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Títulos privados do agro movimentam R$ 580,78 bilhões em CPR no início da safra 2026/27
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou as finanças privadas do agro. Em julho de 2026, os estoques de Cédula de Produto Rural (CPR) totalizaram R$ 580,78 bilhões, distribuídos em 372 mil cédulas, com ticket médio de R$ 1,56 milhão. Considerando apenas os títulos emitidos em julho, primeiro mês da safra 2026/27, foram registrados R$ 37,53 bilhões em novas CPR.
Os estoques de Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) somaram R$ 560,37 bilhões. Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% desse valor, equivalente a R$ 336,22 bilhões, precisa ser reaplicado no financiamento do setor agropecuário. Desse montante, pelo menos 45%, ou R$ 151,30 bilhões, precisa ser direcionado ao crédito rural oficial. Os valores consideram recursos destinados à safra atual e contratos ainda em aberto de safras anteriores.
Em julho, os estoques de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e de Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) foram de R$ 174,20 bilhões e R$ 30,21 bilhões, respectivamente.
No caso dos Fundos de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro), considerando os dados de junho de 2026, o patrimônio líquido totalizou R$ 64,13 bilhões, distribuídos em 285 fundos.
Os dados são do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário da Secretaria de Política Agrícola do Mapa.
Informações à imprensa
[email protected]



