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Preços da Laranja Pera Registram Queda em Abril, Refletindo Menor Demanda e Impactos Climáticos

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O movimento de desvalorização da fruta é influenciado tanto pela entrada de variedades precoces, como hamlim e westin, quanto pela redução nos preços pagos pela indústria. Além disso, fatores climáticos, com temperaturas mais amenas, também contribuem para o enfraquecimento da demanda. A seguir, detalhamos os principais aspectos dessa tendência.

Desvalorização no Mercado de Mesa

Em abril, a laranja pera apresentou uma queda significativa nos preços, com uma média de R$ 92,46 por caixa de 40,8 kg, o que representa uma redução de 1,75% em relação a março. Essa queda foi impulsionada pelas entradas de variedades precoces, como as laranjas hamlim e westin, e também pelas tangerinas poncã, que continuam a pressionar os preços da laranja pera no mercado de mesa. Além disso, o cenário de recuo nos preços pagos pela indústria agravou a desvalorização da fruta.

Preços de Mercado

Na semana de 28 de abril a 2 de maio, o preço médio da laranja pera foi de R$ 93,82 por caixa de 40,8 kg, apresentando uma queda de 4,58% em comparação à semana anterior. Esses números reforçam a tendência de desvalorização que vem impactando o setor nos últimos meses.

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Influência do Clima na Demanda

Além dos fatores de oferta, a demanda também tem sido afetada por condições climáticas mais amenas, que limitam o consumo da fruta. O Cepea destaca que o tempo mais frio tem contribuído para a redução do apetite do consumidor, resultando em um cenário de menor procura e, consequentemente, uma pressão adicional sobre os preços.

Em um contexto de quedas sucessivas nas cotações, os produtores de laranja enfrentam desafios para equilibrar a oferta e demanda, enquanto fatores climáticos continuam a desempenhar um papel crucial na dinâmica do mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Hambúrguer e pescado de Ribeirão Preto podem ser comercializados em todo o Brasil

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Duas agroindústrias de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, passaram a ter autorização para comercializar seus produtos em todo o território nacional após o reconhecimento do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) do município pelo Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). A equivalência foi reconhecida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio de portaria publicada no dia 8 de setembro.

As empresas produzem pescado pronto para preparo em fritadeiras elétricas e hambúrgueres. Para os empreendimentos, a mudança permite buscar clientes fora do mercado atendido anteriormente pelo serviço municipal.

Uma das empresas produz tilápia, surubim, tilápia recheada com provolone, croquete de tilápia e camarão. Os produtos são comercializados por meio de delivery, empórios, lojas de conveniência, boutiques de carne, bares e restaurantes, além de vendas entre empresas.

Com a ampliação da área de comercialização, a empresa pretende desenvolver novos canais de distribuição e, conforme a formalização de contratos, aumentar a produção e o número de funcionários.

Na indústria de hambúrgueres, a integração ao Sisbi-POA também abre a possibilidade de comercialização para estabelecimentos de outros estados. A empresa já atende clientes e recebe demanda de hamburguerias de São Paulo, Minas Gerais e outros estados próximos. A produção é automatizada, e novos investimentos estão previstos para 2027.

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As duas empresas autorizadas a utilizar o selo deverão incluir nas embalagens a inscrição Sisbi, do Mapa, indicando que a inspeção foi feita pelo município, mas equivalente àquela feita pelo Mapa.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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