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Preços do frango registram alta no início de maio, impulsionados pelo poder de compra e Dia das Mães
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Esse movimento está relacionado principalmente ao aumento do poder de compra do consumidor brasileiro, devido ao pagamento de salários, e à proximidade do Dia das Mães, uma data que historicamente impulsiona as vendas. No cenário externo, os embarques de carne de frango do Brasil mantiveram-se estáveis, mas a receita obtida pelos exportadores foi recorde, beneficiada pela valorização do dólar e pela alta nos preços médios dos produtos.
Alta no preço do frango no mercado interno
Os preços do frango abatido no atacado da Grande São Paulo apresentam alta significativa neste começo de maio. O crescimento está atrelado ao aumento do poder de compra da população brasileira, impulsionado pelos salários pagos neste período. Além disso, a proximidade do Dia das Mães, uma data tradicionalmente forte para o setor de carnes, também tem contribuído para o aumento da demanda, refletindo diretamente nas cotações.
O impacto do Dia das Mães nas vendas
A expectativa é que as vendas do setor de frango sejam impulsionadas pela celebração do Dia das Mães, que movimenta o comércio de alimentos, especialmente carnes, no Brasil. Este aumento na demanda tende a reforçar o movimento de alta nos preços do produto, dado o comportamento sazonal dessa data no mercado de consumo.
Desempenho positivo nas exportações brasileiras
No mercado externo, os embarques de carne de frango do Brasil mantiveram-se estáveis de março para abril, mas a receita obtida pelos exportadores teve um desempenho recorde para o mês de abril, conforme a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em 1997. Esse excelente desempenho financeiro é atribuído principalmente à valorização do dólar frente ao real, que beneficiou os exportadores brasileiros, e ao aumento no preço médio dos produtos exportados.
Valorização do dólar e aumento nos preços médios das exportações
O sucesso das exportações brasileiras de carne de frango foi garantido pela alta do dólar frente ao real, o que resultou em uma maior receita em Reais para os exportadores. Além disso, o aumento no preço médio dos produtos exportados contribuiu para a performance recorde, refletindo a qualidade e o valor agregado das carnes brasileiras no mercado internacional.
Com o aumento da demanda interna e o bom desempenho no mercado externo, o setor de frango brasileiro entra no mês de maio com perspectivas positivas, tanto no mercado doméstico quanto nas exportações.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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MPA esclarece pontos importantes para a safra da tainha de 2026 nas regiões Sudeste e Sul do país
A safra da tainha (Mugil liza) começa amanhã, dia 1º de maio, e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) esclarece alguns pontos importantes sobre o limite de captura, as cotas de captura por modalidade de permissionamento, a área de pesca e as medidas de registro, monitoramento e controle associadas à espécie nas regiões Sudeste e Sul do país. As novas regras encontram-se na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026.
Para a safra do ano de 2026, a cota da tainha terá um aumento de cerca de 20% em relação ao ano passado, para todas as modalidades. O limite de captura total da tainha é de oito mil cento e sessenta e oito toneladas (8.168) toneladas, com base na avaliação de estoque mais recente da espécie, elaborada no ano de 2025.
Foram alterados os procedimentos de encerramento do emalhe anilhado, visando evitar extrapolação de cota. As definições foram debatidas e consolidadas no GT Tainha com 10 representações de cada estado das regiões SE/S (RS, SC, PR, SP e RJ), com base em 20 reuniões do grupo e visitas técnicas que dialogaram com mais de 800 pessoas.
Confira como ficou a cota da tainha para a safra de 2026:
O limite de captura total da espécie tainha (Mugil liza), no ano de 2026, será distribuído em cotas de captura da seguinte forma:
I – setecentas e vinte (720) toneladas para cerco/traineira, que tem como área de operação o Mar Territorial e a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) das Regiões Sudeste e Sul do Brasil;
II – mil e noventa e quatro (1094) toneladas para emalhe anilhado, que têm como área de operação o Mar Territorial adjacente ao estado de Santa Catarina;
III – duas mil e setenta (2070) toneladas para emalhe costeiro de superfície, modalidade de permissionamento 2.2 da Instrução Normativa Interministerial nº 10, de 10 de junho de 2011, do Ministério da Pesca e Aquicultura e do Ministério do Meio Ambiente, que tem como área de operação o Mar Territorial e a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) das regiões Sudeste e Sul do Brasil;
IV – mil trezentas e trinta e duas (1332) toneladas para arrasto de praia, modalidades de permissionamento 6.8, 6.9, 6.10 e 6.11 da Instrução Normativa Interministerial nº 10 , de 10 de junho de 2011, do Ministério da Pesca e Aquicultura e do Ministério do Meio Ambiente, que têm como área de operação o Mar Territorial adjacente ao estado de Santa Catarina; e
V – duas mil setecentas e sessenta (2760) toneladas para a captura no estuário da Lagoa dos Patos , conforme área de operação definida na Instrução Normativa Conjunta nº 3, de 9 de fevereiro de 2004, do Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República.
Gestão sustentável da pesca
A definição de cotas para a pesca da tainha decorre da necessidade de uma gestão responsável do recurso pesqueiro, considerando que a espécie possui elevado valor socioeconômico e forte pressão de captura ao longo da temporada. A inclusão da pesca artesanal não representa desconsideração de seu caráter tradicional, mas, sim, a incorporação dessa modalidade ao modelo de ordenamento pesqueiro, de forma a assegurar acesso justo ao recurso e maior previsibilidade na gestão da safra.
A coordenadora de Gestão Participativa Costeiro-Marinha do MPA, Adayse Bossolani, afirma que os critérios técnicos utilizados para subsidiar a decisão envolveram dados científicos robustos sobre o comportamento populacional da espécie, dinâmica reprodutiva, histórico de capturas, esforço pesqueiro e sustentabilidade do estoque. “A gestão por cotas busca equilibrar o aproveitamento econômico do recurso com a manutenção da capacidade de renovação natural da espécie, evitando riscos de sobrepesca”, esclareceu.
Em relação aos impactos para as comunidades pesqueiras, o MPA avalia que o ordenamento por cotas contribui para maior segurança jurídica, previsibilidade da atividade e transparência no acompanhamento da temporada. O monitoramento contínuo, realizado por meio do Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha e do sistema PesqBrasil – Monitoramento, busca garantir controle em tempo real das capturas e evitar extrapolações.
Quanto à possibilidade de revisão ou adequação das cotas ao longo da temporada, a gestão pesqueira permanece acompanhando continuamente os dados de captura e monitoramento. Eventuais ajustes podem ser avaliados com base em critérios técnicos, dados atualizados e no acompanhamento das condições da safra, sempre observando a legislação vigente e os princípios de sustentabilidade e gestão compartilhada.
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