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Proagro muda regras: entenda o que altera no custo e na vistoria

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A partir desta quarta-feira (01.07) o Proagro entra em uma nova fase para a safra 2026/27. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ajustes nas taxas que o produtor paga para acessar o seguro público. A mudança, segundo o Banco Central (BC), deve baratear o custo médio do seguro para boa parte dos beneficiários, pois as alíquotas agora serão calculadas com base no risco real de cada lavoura e região, e não mais de forma generalizada.

O BC explica que desde 2024, o programa vem passando por uma “limpeza” nas suas regras de enquadramento. Como o seguro ficou mais preciso e o controle sobre quem realmente precisa da ajuda aumentou, a inadimplência e o risco sistêmico do programa caíram. Essa economia foi repassada para o custo da alíquota. Em resumo: quanto melhor monitorada e menos arriscada for a operação (considerando a cultura e a tecnologia aplicada), menor tende a ser o valor que o produtor pagará para se proteger.

Além de mexer no bolso, a nova norma aperta o cerco contra fraudes, o que dá mais segurança jurídica para quem realmente sofreu perdas. A principal mudança está na “prova de vida” da lavoura.

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A partir de agora, não basta mais o aviso de perda. Para garantir a indenização, o produtor precisará utilizar fotografias georreferenciadas nas vistorias. Isso significa que o aplicativo ou o sistema de vistoria deverá capturar fotos que contenham os metadados de localização e data, provando matematicamente que o registro foi feito dentro da área atingida pelo clima ou praga, eliminando qualquer margem para questionamentos técnicos.

Outro ponto que exige atenção do produtor: em casos de perdas de alta gravidade, a regra foi endurecida. Se a lavoura foi parcialmente atingida, mas ainda houve colheita, o que foi produzido será obrigatoriamente descontado do valor da indenização. A intenção, segundo o BC, é evitar que o seguro seja usado como fonte de lucro, garantindo que ele cumpra sua função essencial: cobrir o custo de produção quando a safra é comprometida por eventos fora do controle do agricultor.

O Proagro é voltado ao pequeno e médio produtor rural, sendo um seguro público que garante o pagamento dos financiamentos de custeio agrícola quando a lavoura é atingida por fenômenos naturais (como seca, excesso de chuva ou geada), pragas ou doenças de difícil controle. Com o ajuste, o objetivo do governo é tornar o programa autossustentável, evitando que o Tesouro Nacional precise arcar com rombos que, no passado, encareciam o seguro para todos.

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Fonte: Pensar Agro

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Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga 2026 reúne criadores, provas e negócios em Tatuí (SP)

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A cidade de Tatuí, no interior de São Paulo, será palco da 48ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga entre os dias 4 e 12 de julho de 2026. Promovido pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM), o evento é considerado o mais importante do calendário oficial da raça e deve reunir criadores, expositores, treinadores, competidores e investidores de diversas regiões do país.

Reconhecido como uma das principais vitrines da equinocultura nacional, o encontro tem como objetivo valorizar a excelência genética, a funcionalidade e a tradição do Mangalarga, raça que se consolidou como referência entre os cavalos de sela brasileiros.

Programação reúne julgamentos, provas e atividades técnicas

Durante nove dias de programação, os participantes acompanharão uma agenda diversificada, composta por julgamentos de morfologia e andamento, provas funcionais, leilões, demonstrações técnicas e atividades voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva do cavalo.

As competições têm início no dia 4 de julho, a partir das 13h, com a realização das Provas Sociais. Na sequência, às 18h, acontece a disputa de Ranch Sorting, modalidade que vem ganhando destaque entre os praticantes de esportes equestres.

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Já no dia 5 de julho, às 8h, será realizado o tradicional Poeirão, considerado uma das atrações mais aguardadas pelos participantes e público presente.

A cerimônia oficial de abertura da 48ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga está programada para o dia 10 de julho, às 12h30, reunindo autoridades, lideranças do setor e representantes da criação nacional.

Evento fortalece mercado e integração do setor equino

Além das avaliações técnicas e das disputas esportivas, a exposição também desempenha papel estratégico para o desenvolvimento da equinocultura brasileira. O encontro proporciona oportunidades de networking, geração de negócios e intercâmbio de conhecimento entre profissionais ligados à criação, treinamento, comercialização e investimento em animais da raça.

De acordo com o presidente da ABCCRM, Fernando Tardioli, a Exposição Nacional vai além das competições e se consolida como um importante ambiente para o fortalecimento do mercado.

Segundo ele, o evento promove a aproximação entre criadores, técnicos, investidores e demais agentes do setor, contribuindo para o crescimento sustentável da raça Mangalarga e para a expansão das oportunidades de negócios relacionadas ao segmento.

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Mangalarga reforça protagonismo na equinocultura brasileira

Considerado uma das mais tradicionais raças equinas do Brasil, o Mangalarga se destaca pela versatilidade, conforto de marcha, resistência e aptidão para diferentes modalidades esportivas e atividades de lazer.

A realização da Exposição Nacional reforça a importância da raça para a equinocultura nacional e evidencia os avanços obtidos pelos programas de seleção genética, manejo e treinamento desenvolvidos pelos criadores brasileiros ao longo das últimas décadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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