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Raças Hereford e Braford registram mais de 44 mil animais em 2025 e reforçam expansão no país

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A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) encerrou 2025 com alta de 3% no total de registros genealógicos em comparação com o ano anterior. Ao todo, foram 44.653 animais registrados, somando nascimentos e registros definitivos inseridos no sistema da entidade.

O resultado reflete o fortalecimento das duas raças no cenário nacional, com crescimento tanto em volume quanto em abrangência territorial.

Braford mantém liderança e ampla adaptação no país

A raça Braford confirmou sua expressividade em 2025, registrando um crescimento de 2% sobre o ano anterior.

De acordo com a ABHB, o resultado evidencia a confiança dos criadores e a capacidade de adaptação da raça aos mais diversos sistemas de produção e condições climáticas do Brasil.

O desempenho reforça a presença do Braford em regiões que vão além do seu berço tradicional, com destaque para a expansão em propriedades do Centro-Oeste e Sudeste, que vêm incorporando genética da raça para aprimorar seus rebanhos comerciais.

Hereford se destaca com avanço expressivo nos registros

O Hereford apresentou um desempenho acima da média em 2025. O crescimento foi de 14% na categoria Hereford PC (Puro Controlado) e de 3% no Hereford PO (Puro de Origem).

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O avanço foi impulsionado pelo aumento da procura por animais controlados, refletindo o maior interesse dos criadores pela raça.

Embora o Rio Grande do Sul continue sendo o principal polo de criação, a ABHB destaca o crescimento consistente em estados como Santa Catarina e Paraná, ampliando a presença do Hereford no Sul do país.

Fatores climáticos e eficiência de gestão contribuíram para o aumento

Segundo Natacha Lüttjohann, superintendente do Registro Genealógico da ABHB, o aumento nos registros é resultado de fatores combinados, que vão desde melhorias na gestão até a recuperação do ritmo produtivo após condições climáticas adversas.

“O crescimento dos registros reflete a reorganização dos rebanhos após um período difícil, especialmente no Rio Grande do Sul, e também a maior agilidade dos processos internos do Registro Genealógico. Além disso, o fortalecimento dos programas da associação contribuiu para esse resultado positivo”, destacou Natacha.

Mercado busca padronização e rastreabilidade genética

De acordo com a ABHB, o avanço nos registros também demonstra uma mudança de comportamento entre criadores e compradores.

Há uma demanda crescente por padronização, rastreabilidade e segurança comercial, fatores que valorizam a qualidade genética e a produtividade das raças Hereford e Braford.

“Estamos observando uma expansão significativa das raças pelo Brasil, com maior liquidez nos remates e valorização dos animais registrados. Isso mostra o reconhecimento do mercado pela consistência genética e pela eficiência produtiva dos rebanhos”, completou Natacha.

Hereford e Braford consolidam papel estratégico no melhoramento genético nacional

Com os resultados de 2025, as raças Hereford e Braford reafirmam seu papel estratégico no melhoramento genético da pecuária brasileira, destacando-se pela eficiência produtiva, qualidade de carne e adaptabilidade.

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A ABHB segue investindo em programas de fomento, certificação e controle genealógico, ampliando sua presença e garantindo segurança e competitividade aos criadores que apostam nessas genéticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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