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Safra de milho 2024/25 na Bahia surpreende com alta produtividade e reforça otimismo para próximos ciclos

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Milho consolida posição como uma das principais culturas do Cerrado baiano

Na safra 2024/25, o milho reafirma seu papel estratégico como a terceira maior cultura produzida no Cerrado da Bahia e no Brasil. De acordo com levantamento do Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), foram cultivados cerca de 105 mil hectares, com produtividade média de 170 sacas por hectare, resultando em um volume total de 1,13 milhão de toneladas do grão.

Colheita supera expectativas apesar de dificuldades no campo

A colheita do milho verão nas principais áreas produtoras da região alcançou índices superiores às safras anteriores, mesmo com a ocorrência de distúrbios fitossanitários e instabilidades climáticas. O gerente de Agronegócios da Aiba, Aloísio Júnior, avaliou positivamente os resultados:

“A safra foi considerada satisfatória, especialmente diante dos fatores limitantes enfrentados, como pragas e clima adverso. O monitoramento realizado pela equipe do Programa Fitossanitário da Aiba foi fundamental para garantir uma safra regular”, afirmou.

Aloísio também destacou o papel crescente da cultura no estado:

“O milho é uma cultura de base, e a tendência é de aumento da área plantada nos próximos anos, com a chegada de indústrias de processamento de etanol na região.”

Programa Fitossanitário garante suporte técnico e análise da safra

A equipe do Programa Fitossanitário da Aiba coletou mais de 140 amostras nas cinco principais microrregiões produtoras da Bahia. Com esse acompanhamento contínuo, foi possível realizar uma atualização precisa sobre o desempenho das lavouras.

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Segundo o conselheiro da Aiba, Orestes Mandelli, os bons volumes de chuva durante as fases críticas do ciclo da cultura também contribuíram:

“O milho exige alto investimento — em fertilidade, híbridos e manejo — e os produtores da região se dedicam fortemente a isso. Isso fez toda a diferença para os bons resultados.”

Produtores comemoram produtividade e recuperação de preços

A produtora rural Carla Maria Pegoraro Esteves, que cultiva milho verão há mais de três décadas na região, destacou a resiliência das lavouras e os resultados promissores desta safra:

“Produzir milho sempre foi desafiador, mas este ano a produtividade melhorou bastante. Alcançamos médias de até 200 sacas por hectare, com preços também mais atrativos, o que aumenta a rentabilidade.”

Ela ainda ressalta que, apesar do custo mais alto da cultura em comparação à soja, a valorização do grão neste ciclo renovou o ânimo dos produtores.

Cenário nacional acompanha otimismo da Bahia

No contexto nacional, o nono levantamento da Conab aponta uma colheita de milho acima das expectativas. O analista da Companhia Nacional de Abastecimento, Joctâ Couto, reforça a avaliação positiva:

“O milho surpreendeu, com produtores colhendo cerca de 195 sacas por hectare, mesmo com receios iniciais sobre veranicos e pragas. Os resultados estão acima do esperado até o momento.”

Perspectivas favoráveis para o próximo ciclo

Com a melhor safra dos últimos três anos, a produção de milho 2024/25 na Bahia reacende o otimismo do setor. A combinação de boas produtividades, melhora nos preços e crescimento da demanda por grãos projeta um cenário promissor para os próximos ciclos agrícolas no estado.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Massari Fértil e Morro Verde investem R$ 20 milhões e triplicam produção de fosfato natural em Pratápolis (MG)

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Expansão reforça indústria nacional de fertilizantes

A Massari Fértil e a Morro Verde, após a fusão anunciada em janeiro de 2026, consolidaram posição entre as principais empresas brasileiras de fertilizantes naturais. O grupo alcança faturamento estimado de R$ 500 milhões e capacidade produtiva superior a 3 milhões de toneladas por ano.

Como parte do plano de expansão, a companhia concluiu um investimento de R$ 20 milhões na unidade de fosfato localizada em Pratápolis (MG), voltado à ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo (FNR).

Produção de FNR é triplicada com modernização da planta

Com o aporte, a capacidade produtiva da unidade passou de aproximadamente 400 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas anuais, representando um crescimento expressivo e consolidando a empresa entre os principais fornecedores nacionais de fosfatos naturais para o agronegócio.

O projeto foi iniciado em 2025 e faz parte da estratégia de expansão da companhia, com foco em aumentar a competitividade da indústria brasileira de fertilizantes e reduzir a dependência de insumos importados.

Investimento gera impacto econômico em Minas Gerais

Além dos ganhos industriais, a expansão deve gerar impactos diretos na economia regional. A expectativa é de criação de empregos diretos e indiretos, fortalecimento da cadeia de fornecedores e aumento da movimentação econômica em Pratápolis e municípios do entorno.

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A iniciativa também contribui para o desenvolvimento do setor mineral e industrial ligado à cadeia de fertilizantes, considerado estratégico para o agronegócio brasileiro.

Estratégia busca maior autonomia do agronegócio brasileiro

Segundo o CEO da Massari Fértil e Morro Verde, Sérgio Ailton Saurin, o investimento reforça a preparação da companhia para um novo ciclo de crescimento.

“Estruturamos uma operação mais robusta e eficiente, preparada para sustentar nosso crescimento nos próximos anos e atender às necessidades do mercado interno com mais competitividade”, afirmou.

O executivo destaca ainda a importância estratégica do setor de fertilizantes para o país.

“O Brasil ocupa uma posição estratégica no agronegócio global e precisa avançar continuamente em autonomia e eficiência no fornecimento de insumos. Investimentos como este fortalecem a indústria nacional, geram valor para o produtor rural e impulsionam o desenvolvimento econômico das regiões onde atuamos”, completou.

Fertilizantes ganham papel central no agro brasileiro

A ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo reforça o movimento de fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes, um dos pilares estratégicos para a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro.

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Com maior capacidade produtiva interna, o setor busca reduzir gargalos de oferta e ampliar a segurança no abastecimento de insumos essenciais para a produção agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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