AGRONEGOCIOS
São Paulo Innovation Week 2026 reúne lideranças do agro para debater inovação, capital e sustentabilidade no setor
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O agronegócio brasileiro terá destaque central na agenda de inovação durante o São Paulo Innovation Week 2026. O evento contará com uma trilha exclusiva dedicada ao setor, reunindo lideranças que influenciam diretamente os rumos da produção, da tecnologia e dos fluxos de capital no campo.
A conferência se apresenta como a mais relevante já realizada dentro de um evento de inovação no país, reforçando a integração entre agronegócio, mercado financeiro e tecnologia.
Curadoria reúne especialistas do Insper e referência em estratégia no agro
A curadoria da programação é assinada por Marcos Jank, professor sênior do Insper e coordenador do Insper Agro Global, um dos principais nomes brasileiros em comércio internacional e agronegócio.
Ele atua em conjunto com Ana Paula Malvestio, conselheira de empresas e referência em estratégia no setor, na definição dos temas e participantes do encontro.
Embrapa e líderes da indústria impulsionam debates sobre tecnologia no campo
Entre os destaques da programação está Sílvia Massruhá, presidente da Embrapa, primeira mulher a liderar a instituição e responsável por parte relevante da inovação agrícola tropical no mundo.
No setor industrial, o evento reúne:
- Beto Abreu, presidente da Suzano
- Maurício Rodrigues, responsável pela Bayer CropScience na América Latina
- Marcelo Batistela, vice-presidente de soluções para agricultura da BASF no Brasil
A programação deve abordar inovação tecnológica, produtividade e transformação da agricultura.
Liderança feminina e visão do produtor rural ganham espaço na programação
O debate contará ainda com Tereza Vendramini, pecuarista e ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, primeira mulher a ocupar a presidência da entidade em mais de um século de história.
Sua participação reforça a importância da visão do produtor rural na construção das estratégias do setor.
Economia global e geopolítica reforçam papel estratégico do agronegócio
O cenário econômico e geopolítico será analisado por Marcos Troyjo, economista, diplomata e ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (Banco dos BRICS).
A discussão reforça o posicionamento do agronegócio como ativo estratégico em um ambiente global cada vez mais competitivo.
Sistema financeiro e agenda ESG ampliam debate sobre investimentos no agro
A interface com o sistema financeiro será representada por João Adrien, head de ESG Agro do Itaú BBA, que também atua como produtor rural.
A agenda climática e de investimentos contará com Raphael Falcioni, managing director da Just Climate, gestora global focada em soluções para a transição climática.
Inovação em agtechs e venture capital ganham destaque
O ecossistema de inovação será representado por Alexandre Stephan, sócio da SP Ventures, uma das principais gestoras de agfoodtech da América Latina.
O foco da discussão será o papel do venture capital no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o agronegócio.
Segurança alimentar e impacto social completam a agenda do evento
O impacto social do setor será abordado por Geyze Diniz, economista e cofundadora do Pacto Contra a Fome.
A discussão conecta produtividade no campo, acesso à alimentação e segurança alimentar em escala global.
Agronegócio se consolida como plataforma de inovação e influência global
Mais do que reunir executivos, pesquisadores e investidores, o São Paulo Innovation Week 2026 evidencia uma mudança estrutural no setor.
O agronegócio brasileiro deixa de ser apenas uma potência produtiva e passa a atuar como plataforma de inovação, capital e influência global.
Em um cenário marcado por desafios climáticos, energéticos e de segurança alimentar, o evento posiciona o agro no centro das decisões estratégicas da nova economia.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Prévia do PIB avança em fevereiro e mantém economia em nível recorde
A atividade econômica brasileira cresceu 0,6% em fevereiro na comparação com janeiro, já descontados os efeitos sazonais, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central do Brasil. Com o resultado, o indicador atingiu o maior nível da série histórica, reforçando a resiliência da economia no início de 2026.
Na comparação com fevereiro do ano passado, o avanço foi de 2,5%, enquanto no acumulado em 12 meses o crescimento chega a 2,3%. O dado confirma um início de ano mais forte que o esperado, mesmo em um ambiente de juros elevados e crédito mais restrito.
A decomposição do indicador mostra mudança relevante na dinâmica dos setores. O crescimento de fevereiro foi puxado principalmente por serviços e indústria, enquanto a agropecuária apresentou retração na margem — movimento típico do período, mas que contrasta com o protagonismo recente do campo.
Segundo o Banco Central, o setor de serviços avançou 0,9% no mês, sustentado pelo consumo interno e pela recuperação gradual de segmentos ligados à renda. A indústria também registrou alta, de 0,7%, com melhora em ramos ligados à produção de bens intermediários.
Já a agropecuária recuou 2,1% na comparação mensal, refletindo a sazonalidade entre safras e o impacto pontual de condições climáticas em algumas regiões produtoras. O movimento, no entanto, não altera a expectativa de forte contribuição do setor ao longo do ano, especialmente diante da projeção de safra recorde de grãos.
Na prática, o dado de fevereiro indica uma troca de protagonismo no curto prazo. Enquanto o agro perde força momentaneamente, serviços e indústria assumem a condução da atividade econômica. Ainda assim, o peso do campo no resultado anual permanece elevado.
Esse comportamento é relevante para o produtor porque o IBC-Br capta, ainda que de forma indireta, o impacto da safra sobre a economia como um todo. Em anos de produção elevada, o agro amplia renda, movimenta logística e sustenta exportações — efeitos que acabam se espalhando para outros setores.
Por outro lado, o cenário de juros altos continua sendo um fator de atenção. Mesmo com a economia crescendo, o custo do crédito segue pressionado, o que afeta diretamente o financiamento da produção e a capacidade de investimento no campo.
A leitura do início de 2026, portanto, é de uma economia em expansão, mas com composição diferente da observada em ciclos recentes. O agro segue como pilar estrutural do crescimento, mas, no curto prazo, divide espaço com outros setores.
Para os próximos meses, o desempenho da segunda safra de milho e o avanço da colheita de soja devem voltar a colocar o campo no centro da atividade econômica. Se confirmada a safra cheia, o setor tende a retomar protagonismo e sustentar o crescimento do PIB ao longo do ano.
Fonte: Pensar Agro
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