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Seguro Rural: Entenda a importância da Due Diligence para proteger o investimento no campo

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A contratação de um Seguro Rural é uma ferramenta essencial para proteger produtores contra prejuízos causados por intempéries como geadas, vendavais ou períodos de seca. No entanto, apenas assinar a apólice não garante a efetividade da cobertura. É nesse ponto que entra a Due Diligence da Apólice de Seguro Rural, procedimento jurídico e técnico que valida a proteção oferecida pelo seguro.

Segundo a advogada Izabela Rücker Curi, especialista em agronegócio e direito securitário, a análise profunda da apólice transforma o contrato em um instrumento de proteção real para produtores físicos, empresas agrícolas ou cooperativas.

Verificação das cláusulas de exclusão e análise de riscos

O processo de Due Diligence envolve a verificação detalhada de todas as cláusulas que podem levar à recusa de pagamento, considerando riscos climáticos e agrícolas específicos da lavoura do contratante. Entre os pontos avaliados estão:

  • Geada
  • Seca
  • Vendaval
Outras intempéries previstas na apólice

Essa análise compara as disposições do contrato com a realidade técnica e climática da propriedade, garantindo que a cobertura corresponda às necessidades reais do produtor.

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Importância do ZARC na validação do seguro

Outro ponto crítico da Due Diligence é a conferência do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). Este estudo técnico combina clima, solo e ciclo da planta para cada cultura agrícola, determinando datas e condições ideais de plantio.

Plantios fora do período indicado pelo ZARC estão entre os motivos mais comuns para negativa de cobertura. O advogado especializado verifica se datas e culturas do produtor estão alinhadas com as exigências do sistema de política agrícola, prevenindo alegações de não conformidade.

Conferência de obrigações contratuais e informações fornecidas

A Due Diligence também garante que o produtor atendeu a todos os deveres contratuais, como:

  • Comunicação imediata de sinistro
  • Coerência de informações da proposta de seguro (produtividade esperada, histórico de perdas, uso de insumos)

Essa validação evita alegações de má-fé ou omissão de dados importantes, assegurando que a apólice seja reconhecida como cobertura efetiva em caso de sinistro.

Integração com financiamentos e garantias

Quando o seguro rural está vinculado a um financiamento (custeio), a Due Diligence verifica a coerência entre a apólice e o contrato de crédito, prevenindo conflitos com o Proagro ou outras garantias.

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Muitas apólices incluem bancos como beneficiários prioritários, sendo fundamental confirmar que:

  • O valor da cobertura cobre tanto o financiamento quanto recursos próprios do produtor
  • Procedimentos e prazos de comunicação de perdas estejam alinhados entre seguradora e instituição financeira

Essa análise orienta o produtor a seguir o procedimento mais rigoroso, evitando alegações de negligência.

Due Diligence como gestão de risco no agronegócio

Em resumo, a Due Diligence transforma o seguro rural de uma despesa em um investimento estratégico, garantindo:

  • Previsibilidade na indenização
  • Continuidade do negócio em caso de sinistros
  • Redução de riscos jurídicos e custos com litígios

A prática exige conhecimento técnico e jurídico, combinando Direito Civil Contratual, Direito Regulatório Agrícola (ZARC/Proagro) e Direito Securitário. Somente um advogado especialista consegue navegar por essa interseção complexa e assegurar a validade e eficácia da cobertura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AVISO DE PAUTA

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Edipo Araujo, estará em Foz do Iguaçu (PR) nesta quarta-feira (2) e quinta-feira (3) para uma agenda voltada ao fortalecimento da cadeia produtiva da tilápia, à pesca e aquicultura e ao desenvolvimento sustentável na região.

Na quarta-feira (2), o ministro participa de reunião com o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Ênio Verri e no final da tarde estará presente na abertura oficial e do Festival da Tilápia – IFC, principal evento que reúne representantes da cadeia do pescado e destaca a produção de tilápia no Brasil e na região de tríplice fronteira.

Na quinta-feira (3), a programação inclui o Workshop “Desenvolvimento Sustentável da Tilapicultura no Reservatório de Itaipu”, com a participação do ministro do MPA, Edipo Araujo, juntamente com o ministro do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Paraguai, Rolando de Barros Barreto.

SERVIÇO

Quarta-feira – 2 de setembro

11h15 – Reunião com Ênio Verri – Itaipu Binacional
Local: Centro Executivo da Itaipu Binacional
Av. Sílvio Américo Sasdelli, 800 – Vila A, Foz do Iguaçu (PR)

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18h – Abertura oficial e Festival da Tilápia – IFC
Local: Maestra Grand Convention Center – Recanto Cataratas Thermas & Resort
Avenida Costa e Silva, 3.500 – Foz do Iguaçu (PR)

Quinta-feira – 3 de setembro

9h – Workshop “Desenvolvimento Sustentável da Tilapicultura no Reservatório de Itaipu”
Local: Maestra Grand Convention Center – Recanto Cataratas Thermas & Resort
Avenida Costa e Silva, 3.500 – Foz do Iguaçu (PR)

CONTATO
[email protected]
(61) 3276-5193
www.gov.br/mpa
@minpescaeaquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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