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Seguros entram como novo ramo no cooperativismo brasileiro com potencial transformador

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Vanir Zanatta, presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC), destaca que o cooperativismo é um modelo de negócios aplicável a diversas áreas humanas, profissionais e empresariais. Em resposta às demandas de uma economia dinâmica, o cooperativismo brasileiro avança para uma nova e promissora fronteira: o ramo de seguros. Regulamentado pela Lei Complementar nº 213, de 2025, esse segmento representa uma importante expansão da atuação das cooperativas, trazendo impacto econômico e social relevante.

Legislação abre caminho para cooperativas atuarem no mercado segurador

A nova legislação permite que as cooperativas operem no setor de seguros privados, democratizando o acesso a soluções securitárias no país. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) reconhece o ramo de seguros como o oitavo segmento do cooperativismo, com regulamentação prevista para aprovação ainda em 2025 pelo Congresso Nacional.

Diversificação estratégica e inclusão social

A inclusão do ramo de seguros amplia as atividades cooperativistas para além dos setores tradicionais. O modelo cooperativo oferece soluções para diversos segmentos — saúde, vida, automóveis, patrimonial, agrícola, entre outros — com foco na inclusão social, solidariedade e sustentabilidade financeira.

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Ambiente regulatório adequado e respeito aos princípios cooperativos

A Lei Complementar nº 213/2025 estabelece um ambiente regulatório que respeita os princípios do cooperativismo, garantindo segurança jurídica, transparência e previsibilidade. Com isso, as cooperativas poderão competir de maneira equilibrada com seguradoras tradicionais, mantendo sua essência democrática e participativa.

Benefícios para consumidores e o setor

Segundo a OCESC, a entrada das cooperativas no mercado de seguros oferece seguros mais acessíveis, ajustados às necessidades dos cooperados, além de promover maior concorrência, inovação, redução de custos e ampliação da cobertura securitária em todo o Brasil.

Nova fase técnica e ética no setor

A participação de profissionais e empresas do ramo de seguros nas cooperativas marca uma nova etapa, baseada na valorização da participação coletiva, na distribuição justa dos resultados e no compromisso com o bem comum. A expertise desses agentes será crucial para garantir a qualidade, eficiência e credibilidade das operações.

Capacitação e investimentos são essenciais para o sucesso

O êxito do novo ramo dependerá da formação contínua de gestores, técnicos e conselheiros das cooperativas, unindo conhecimento do mercado segurador aos princípios cooperativistas. Investimentos em tecnologia, governança e capacitação são fundamentais para a sustentabilidade do modelo.

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Transformação estrutural no mercado de seguros

A criação do ramo de seguros no cooperativismo brasileiro representa uma reorganização significativa do setor, promovendo um modelo econômico baseado no interesse coletivo e na participação democrática. Esse avanço tem potencial para transformar a oferta e contratação de seguros no país.

Cooperativismo reafirma sua importância social e econômica

Mais do que uma expansão de mercado, a inclusão do ramo de seguros no cooperativismo simboliza uma transformação estrutural que poderá revolucionar o setor, tornando o sistema de seguros mais justo, acessível e alinhado às necessidades da sociedade, beneficiando milhões de brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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ADM moderniza logística em Rondonópolis (MT) e dobra produtividade com nova frota de caminhões

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RONDONÓPOLIS (MT) – LOGÍSTICA DO AGRONEGÓCIO

A ADM, uma das líderes globais no processamento e comercialização de grãos, insumos e nutrição humana e animal, está promovendo uma ampla modernização de sua operação logística em Rondonópolis (MT). A iniciativa envolve a renovação da frota de caminhões que atende a unidade e já resulta em ganhos expressivos de produtividade, eficiência operacional e segurança no transporte.

O projeto integra a estratégia da companhia para otimizar o escoamento de farelo de soja até o terminal ferroviário da região, localizado a cerca de 20 quilômetros da planta industrial, de onde o produto segue até o Porto de Santos (SP).

FROTA MAIS MODERNA E OPERAÇÃO MAIS EFICIENTE

A transformação logística prevê a substituição gradual de aproximadamente 70 caminhões por uma frota menor, porém mais moderna e eficiente. Ainda em 2026, 31 novos veículos passam a operar na rota, com previsão de expansão para 41 caminhões até 2027.

O novo modelo também inclui mudanças na gestão operacional, com adoção de contratos com transportadoras parceiras responsáveis pela execução do serviço.

Segundo a ADM, a reestruturação permitirá dobrar a produtividade da operação, mesmo com uma frota reduzida, mantendo níveis de desempenho próximos de 100%.

“Estamos estruturando um novo modelo operacional, com foco total em eficiência e confiabilidade. A modernização da frota vem acompanhada de inteligência no agendamento de carga e descarga, além de uma operação 24 horas, com caminhões reserva e motoristas substitutos para assegurar a continuidade das atividades”, afirma Vitor Vinuesa, diretor de Logística da ADM para a América Latina.

PARCERIAS FORTALECEM NOVO MODELO LOGÍSTICO

As transportadoras parceiras também destacam os impactos positivos da modernização na operação regional.

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Para a Bandeira Transportes, a mudança representa um avanço significativo na qualidade operacional e nas condições de trabalho.

“Essa nova etapa representa um avanço importante em eficiência e qualidade da operação, trazendo mais segurança para o transporte e melhores condições para o trabalho dos motoristas”, afirma Guilherme Bandeira, sócio-proprietário da empresa.

Já a Bortolli Transportes ressalta os ganhos diretos na produtividade e na agilidade dos processos.

“As novas composições trazem melhorias importantes para a produtividade, especialmente com processos mais eficientes de carga e descarga, que reduzem o tempo e aumentam o rendimento dos veículos no dia a dia”, destaca Ricardo Bortolli, proprietário da empresa.

TECNOLOGIA, SEGURANÇA E REDUÇÃO DE CUSTOS OPERACIONAIS

Os novos caminhões incorporam soluções tecnológicas voltadas à segurança, ergonomia e eficiência operacional. Entre os principais diferenciais estão o sistema de caçamba única, que elimina impactos durante o descarregamento, e o acionamento remoto do basculante, reduzindo a exposição dos motoristas a riscos.

Outro destaque é a adoção de manta deslizante antiaderente, que reduziu o tempo de descarga de mais de 20 minutos para cerca de 6 minutos por operação, gerando impacto direto na produtividade logística.

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Além disso, os veículos são até cinco toneladas mais leves, o que contribui para a redução do consumo de combustível e melhora a eficiência energética da operação.

COMPROMISSO COM SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA LOGÍSTICA

A modernização da frota também reforça o compromisso da ADM com práticas mais sustentáveis na cadeia do agronegócio. A redução do peso dos veículos e a otimização das operações contribuem para a diminuição da pegada de carbono, sem comprometer o volume transportado.

“Esse projeto em Rondonópolis mostra, na prática, como ajustes no modelo operacional e o uso de novas tecnologias podem trazer ganhos relevantes de eficiência, mantendo a segurança e a confiabilidade da operação”, completa Vinuesa.

RONDONÓPOLIS COMO REFERÊNCIA EM LOGÍSTICA NO AGRONEGÓCIO

Com a nova estrutura, a unidade de Rondonópolis se consolida como uma operação estratégica e pioneira dentro da ADM no Brasil. A iniciativa fortalece o papel da região no escoamento da produção agrícola nacional, apoiando a cadeia de grãos com soluções logísticas mais modernas, seguras e eficientes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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