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Setor produtivo cobra mais investimentos no seguro rural no Brasil
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O fortalecimento do seguro rural voltou ao centro das discussões do agronegócio nesta sexta-feira (19), durante um seminário realizado na sede da Sociedade Rural Brasileira, em São Paulo. O evento contou com a presença de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Banco Central, Congresso Nacional, Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, além de lideranças do setor produtivo e de instituições privadas.
Clima e crédito elevam risco para produtores
Com as mudanças climáticas cada vez mais frequentes, os fenômenos extremos têm causado perdas significativas à produção agrícola e pecuária. Ao mesmo tempo, instituições financeiras vêm exigindo garantias mais rígidas, enquanto os recursos públicos para cobrir sinistros permanecem limitados. Nesse cenário, produtores consideram o seguro rural até mais essencial que o crédito.
Governo e Congresso discutem transição de subvenção
O secretário nacional de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos, destacou que uma proposta “robusta e disruptiva” está em fase final de elaboração para ampliar o acesso ao seguro rural. Já o assessor especial do ministro da Agricultura, Carlos Ernesto Augustin, reforçou a necessidade de priorizar a subvenção ao seguro em relação ao crédito.
Segundo os técnicos presentes, a proposta em debate busca justamente essa transição gradual, garantindo maior abrangência e acessibilidade aos produtores.
Desafios no Plano Safra e retração no crédito
Desde 2023, o Plano Safra tem crescido em volume de recursos, contemplando produtores de diferentes portes com juros mais baixos. No entanto, em 2024, a adesão ficou abaixo do esperado.
Para Campos, os principais fatores que explicam essa queda são a taxa Selic elevada, atualmente em 15%, o aumento dos pedidos de recuperação judicial e as incertezas climáticas, que levaram produtores a adiar operações de crédito.
Projeto de lei propõe modernização do seguro rural
No evento, também foi discutido o Projeto de Lei nº 2951/2024, que tramita no Congresso Nacional. A proposta prevê mudanças na subvenção econômica ao prêmio do seguro rural e cria o chamado Fundo Catástrofe, destinado à cobertura suplementar de riscos. A ideia é que o financiamento do seguro não dependa apenas do poder público, mas também do setor produtivo.
Novas tecnologias de mitigação de risco
O pesquisador da Embrapa Agricultura Digital, Eduardo Monteiro, e o diretor de Gestão de Riscos do Mapa, Diego Melo de Almeida, apresentaram mecanismos já incorporados, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Também foi destacada a versão piloto do Zarc com nível de manejo, implantada em Londrina (PR) para a soja, com participação de três seguradoras.
A proposta busca incentivar o uso de tecnologias mitigadoras, oferecendo condições mais vantajosas aos produtores que adotarem boas práticas.
Alinhamento entre entidades do setor
O encontro também contou com representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Todas as entidades reforçaram a necessidade de ampliar a subvenção ao seguro e modernizar as políticas públicas para dar mais segurança ao produtor rural.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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MSD Saúde Animal supera R$ 2,1 bilhões no Brasil e aposta em tecnologia e prevenção para impulsionar o agronegócio e o mercado pet
Saúde animal se consolida como pilar econômico do agronegócio e do mercado pet
A saúde animal ganhou protagonismo como um dos principais vetores de crescimento da economia brasileira, conectando diretamente a produtividade do agronegócio à expansão acelerada do mercado pet. Nesse cenário, a MSD Saúde Animal ultrapassou R$ 2,1 bilhões em faturamento no Brasil, consolidando sua atuação baseada em tecnologia, ciência e inteligência de dados.
Com o Brasil entre os líderes globais na exportação de proteínas e também no número de animais de companhia, o investimento em soluções inovadoras se tornou estratégico para elevar a eficiência produtiva, garantir sanidade e ampliar a competitividade do país.
Sanidade animal impacta diretamente o PIB e o acesso a mercados internacionais
Responsável por cerca de 25% do PIB nacional, o agronegócio depende diretamente da sanidade animal para manter sua competitividade global. O status sanitário do rebanho brasileiro é considerado um ativo econômico essencial, já que qualquer instabilidade pode gerar perdas imediatas nas exportações e desvalorização da produção.
Ao mesmo tempo, o mercado pet brasileiro segue em forte expansão, impulsionado pela crescente humanização dos animais de companhia. Esse movimento tem elevado o ticket médio e ampliado a demanda por serviços e soluções de saúde preventiva, transformando o segmento em um dos mais dinâmicos do varejo nacional.
Investimento em tecnologia e dados transforma a gestão no campo
Para sustentar esse avanço, a MSD Saúde Animal direciona cerca de 20% de seu faturamento global para Pesquisa, Desenvolvimento e Aquisições Estratégicas (P&D). O foco está na criação de soluções que integrem tecnologia, monitoramento e gestão baseada em dados.
No campo, o uso de sensores e dispositivos inteligentes permite o acompanhamento em tempo real da saúde e do desempenho dos animais, possibilitando decisões mais assertivas, redução de custos e aumento da produtividade por cabeça.
Esse modelo fortalece a pecuária de precisão e amplia a eficiência dos sistemas produtivos.
Prevenção se torna estratégia central para rentabilidade e sustentabilidade
A companhia reforça a prevenção como o caminho mais eficiente do ponto de vista econômico e sanitário. Evitar doenças reduz perdas produtivas, diminui custos com tratamentos e aumenta a longevidade dos animais.
No mercado pet, esse conceito se traduz em soluções biofarmacêuticas de longa duração, como o Bravecto 365, que oferece proteção anual contra pulgas e carrapatos com dose única, além de protocolos vacinais mais completos e seguros.
A estratégia também fortalece o papel dos médicos-veterinários, que passam a atuar de forma mais preventiva e integrada à saúde dos animais.
Desempenho das unidades reforça crescimento consistente da companhia
Os resultados das unidades de negócio em 2025 evidenciam o avanço da empresa no país:
- Avicultura: crescimento de 51%
- Suinocultura: alta de 21%
- Aquicultura: avanço de 12%
- Animais de companhia: crescimento de 4%
- Ruminantes: estabilidade com alta de 1%
O desempenho reflete a diversificação da atuação e o foco em segmentos estratégicos para o agronegócio brasileiro.
Integração entre ciência e serviços fortalece o ecossistema do setor
Segundo Delair Bolis, presidente da MSD Saúde Animal para Brasil e América do Sul, o país ocupa posição estratégica no cenário global justamente pela força combinada entre agronegócio e mercado pet.
A empresa aposta na integração entre produtos, serviços e tecnologia para entregar previsibilidade e valor agregado ao produtor rural e aos profissionais da saúde animal.
A proposta é transformar inovação científica em resultados econômicos concretos, fortalecendo a sustentabilidade e a competitividade das cadeias produtivas.
Inovação e digitalização impulsionam o futuro da saúde animal no Brasil
Com foco contínuo em inovação e transformação digital, a MSD Saúde Animal reafirma seu compromisso com o desenvolvimento do setor no Brasil.
A ampliação do acesso a tecnologias, aliada ao uso estratégico de dados, tende a impulsionar ganhos de produtividade no campo e elevar o padrão de cuidado com os animais de companhia.
Nesse cenário, a saúde animal se consolida como um dos pilares fundamentais para o crescimento sustentável do agronegócio e da economia brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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