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Sistema FAESC/SENAR destaca avanços da Assistência Técnica e Gerencial durante XXIV Feira do Mel em Florianópolis

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Participação do Sistema FAESC/SENAR na XXIV Feira do Mel

O presidente do Sistema FAESC/SENAR e vice-presidente de finanças da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Zeferino Pedrozo, marcou presença na XXIV Feira do Mel de Santa Catarina, realizada na última semana em Florianópolis. O evento foi organizado pela Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (FAASC), com apoio da Epagri, Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária e Prefeitura de Florianópolis, além do suporte institucional do Sistema FAESC/SENAR.

Fortalecimento da cadeia produtiva por meio da ATeG

Durante a visita, Pedrozo dialogou com expositores, muitos deles beneficiados pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) nas áreas de Apicultura e Agroindústria Apícola. A iniciativa tem impulsionado a melhoria das práticas produtivas e gerenciais, promovendo crescimento sustentável e consolidando a cadeia produtiva do mel no estado.

José Zeferino destacou:

“É uma grande satisfação ouvir os relatos dos apicultores e constatar de perto os resultados positivos da ATeG em suas propriedades. Essa assistência tem sido fundamental para o desenvolvimento técnico e econômico do setor, sempre com respeito ao meio ambiente.”

Presença das lideranças do SENAR/SC

O superintendente do SENAR/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, e a coordenadora estadual da ATeG, Paula Coimbra Nunes, também participaram da feira. Eles estiveram presentes na abertura do evento e aproveitaram para conversar com os expositores, enquanto as equipes técnicas da ATeG prestavam apoio constante, acompanhando o desempenho dos produtores participantes do programa.

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Depoimentos que revelam transformação

O tesoureiro da Associação Apiflor, Delmar Albino de Araújo, resumiu o impacto da ATeG:

“Nossa associação reúne apicultores e meliponicultores da região de Florianópolis, sediada em Águas Mornas. Com a ajuda da ATeG, ampliamos nossas ações, distribuindo produtos com apoio dos entes federais e municipais, principalmente nas escolas, beneficiando associados e não associados. A ATeG tem sido fundamental para nós, transformando nossa visão sobre apicultura e meliponicultura. E, pela primeira vez, participamos da Feira do Mel.”

Os apicultores Elis Simadon e Nilson Marcelo Wissmann, do Apiário Golden Bee (Seara), também destacaram os avanços com o suporte da ATeG:

“Quando começamos, buscávamos o Selo Arte para comprovar que nossos produtos são artesanais. A ATeG nos ajudou a agilizar a documentação, organizar a parte técnica e burocrática, além de oferecer assessoria para controle de custos. Já conquistamos o selo para quatro produtos e estamos encaminhando mais dois. Estamos muito satisfeitos com o programa e a participação na feira”, afirmou Elis.

Compromisso com o desenvolvimento da apicultura em SC

A presença do Sistema FAESC/SENAR na XXIV Feira do Mel reforça o compromisso com o fortalecimento da apicultura em Santa Catarina. Por meio da ATeG, produtores têm acesso a tecnologias e práticas modernas que elevam a qualidade da produção e contribuem para a melhoria da renda das famílias envolvidas no setor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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