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Soja avança para 36% do plantio no Brasil, mas Cerrado segue em alerta por falta de chuva

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O plantio da soja da safra 2025/26 atingiu 36% da área estimada até quinta-feira (23), segundo levantamento da AgRural. O número representa avanço em relação à semana anterior, quando 24% da área estava semeada, e mantém o mesmo patamar registrado no mesmo período do ano passado.

Apesar do progresso, o Centro-Oeste segue em alerta devido à irregularidade das chuvas e ao calor intenso. A previsão de tempo seco para os próximos dias aumenta a preocupação com o desenvolvimento inicial das lavouras na região.

Condições climáticas influenciam semeadura

De forma geral, o clima favoreceu o avanço do plantio na última semana. No entanto, regiões do Cerrado enfrentam desafios por conta da falta de precipitação regular, o que pode comprometer a germinação e o crescimento das plantas se não houver chuvas nos próximos dias.

Milho verão: plantio avança no Centro-Sul

O milho verão 2025/26 já atingiu 55% da área estimada no Centro-Sul do Brasil até quinta-feira (23), contra 51% na semana anterior e 53% no mesmo período de 2024, de acordo com a AgRural.

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No Sul, a semeadura está praticamente concluída, e o foco agora é o desenvolvimento das lavouras. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, o plantio está apenas começando, exigindo atenção às condições climáticas e à disponibilidade de água no solo.

Perspectivas para os próximos dias

Especialistas alertam que a disponibilidade de chuva será determinante para garantir o bom início da safra de soja e milho. A atenção especial ao Cerrado é fundamental para evitar perdas no desenvolvimento das lavouras e manter a produtividade esperada para a temporada 2025/26.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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