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Soja Mantém Estabilidade com Leves Baixas em Chicago em Meio a Expectativa por Novidades

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O mercado da soja na Bolsa de Chicago abriu a quarta-feira (25) com estabilidade e pequenas quedas, acompanhando o recuo do milho e do trigo, enquanto os traders permanecem cautelosos à espera de novas informações. A sessão começou com perdas entre 1 e 2,25 pontos nos contratos futuros, levando o preço da soja para julho a US$ 10,45 por bushel e o de setembro a US$ 10,28 por bushel.

Cenário de Mercado e Expectativas

Os investidores seguem divididos entre os fundamentos da nova safra americana — que avança sem grandes problemas — e a demanda chinesa ainda ausente, além do acompanhamento do ritmo de comercialização no Brasil e na Argentina. No âmbito geopolítico, o cenário também influencia as movimentações, com a diminuição das tensões no Oriente Médio dando espaço para ajustes no mercado.

No complexo da soja, apesar das leves quedas no grão, o óleo de soja apresentou pequenas altas, enquanto o farelo recuou levemente, colaborando para a estabilidade relativa dos preços. O mercado também se prepara para os próximos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que serão divulgados no início da próxima semana, trazendo atualização sobre a área plantada da safra 2025/26 nos EUA.

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Queda nos Preços Reflete Menor Tensão Geopolítica e Condições Favoráveis

Na terça-feira (24), a soja fechou em baixa, pressionada pela retração do óleo de soja e do petróleo. O contrato para julho caiu 1,13%, fechando a US$ 1.046,75 por bushel, enquanto o de agosto teve baixa de 1,11%, encerrando a US$ 1.050,25. O farelo de soja recuou 0,67%, cotado a US$ 280,50 por tonelada curta, e o óleo de soja teve queda expressiva de 2,01%, a US$ 52,17 por libra-peso.

Essa correção nos preços está associada principalmente à redução das tensões entre Israel e Irã, que permitiu uma realização de lucros no mercado do óleo de soja, um dos principais derivados da oleaginosa. Apesar de o óleo ainda estar cerca de 10% acima dos níveis anteriores aos conflitos, o alívio geopolítico abriu espaço para uma queda mais acentuada.

Além disso, o avanço final do plantio nos Estados Unidos, com condições climáticas favoráveis e boa qualidade das lavouras, também pressiona os preços para baixo. A ausência de demanda significativa da China para a nova safra americana, mesmo após a trégua na disputa comercial anunciada pela Casa Branca, contribui para essa movimentação.

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Perspectivas para os Próximos Dias

O mercado segue atento às condições climáticas na região do cinturão soja/milho, onde o bom desenvolvimento dos grãos secundários reforça a expectativa de oferta adequada. Os investidores permanecem vigilantes à evolução dos fatores geopolíticos e climáticos que poderão impactar as cotações da soja nos próximos dias, enquanto aguardam os dados oficiais do USDA para ajustar suas posições.

Essa combinação de fatores mantém o mercado em alerta, com os traders adotando uma postura defensiva em um cenário ainda marcado por incertezas internacionais e indicadores agrícolas positivos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de milho 2025/26 no Centro-Sul atinge 97,6%, aponta Safras & Mercado

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A colheita da safra de milho de verão 2025/26 no Centro-Sul do Brasil alcançou 97,6% da área estimada de 3,608 milhões de hectares até a última sexta-feira (29), conforme levantamento da consultoria Safras & Mercado. O ritmo confirma o avanço praticamente concluído da temporada nas principais regiões produtoras do país.

Colheita de milho já foi concluída em vários estados

O levantamento aponta que a colheita já foi finalizada em importantes estados do Sul e Centro-Oeste. No Rio Grande do Sul, os trabalhos atingiram 100% da área estimada de 946 mil hectares, mesmo patamar registrado em Santa Catarina, que também concluiu a colheita em 607 mil hectares.

No Paraná, a safra foi totalmente colhida em uma área de 547 mil hectares, enquanto São Paulo também encerrou os trabalhos em 295 mil hectares cultivados.

Em Goiás e no Distrito Federal, a colheita igualmente atingiu 100% dos 287 mil hectares plantados, reforçando o avanço acelerado da safra na região.

Avanço ainda em andamento em alguns estados

Entre as áreas ainda em finalização, Mato Grosso do Sul registra 96,7% de colheita em uma área de 30 mil hectares. Em Minas Gerais, o avanço chega a 93,5% sobre uma área cultivada de 854 mil hectares.

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Já no Mato Grosso, a colheita foi concluída em 100% da área de 11 mil hectares, indicando encerramento total também no estado.

Comparativo com safras anteriores

No mesmo período do ano passado, a colheita da safra de verão de milho no Centro-Sul estava em 97,3% da área estimada de 3,499 milhões de hectares. Já a média dos últimos cinco anos para o período é de 96,5%, o que mostra que a atual temporada apresenta leve avanço em relação ao histórico recente.

Com o ciclo praticamente encerrado, o mercado agora volta as atenções para o desempenho da segunda safra e para as condições climáticas que poderão influenciar a produtividade das próximas etapas do calendário agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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