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Startup revoluciona capacitação em vendas no agronegócio com plataforma via WhatsApp

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Capacitação focada no agronegócio

A AGREDU, primeira startup brasileira de educação voltada para o agronegócio, chegou para transformar o treinamento de equipes comerciais do setor. Por meio de uma plataforma inovadora, a startup oferece uma jornada completa de capacitação diretamente pelo WhatsApp, facilitando o acesso e o aprendizado dos vendedores.

Treinamento personalizado com inteligência artificial

Ao acessar a plataforma pela primeira vez, o usuário realiza um teste que avalia dez habilidades socioemocionais essenciais para o desempenho em vendas. Com base nesse diagnóstico, a inteligência artificial integrada à AGREDU analisa o perfil do aluno, identificando pontos fortes e áreas que precisam ser desenvolvidas. Assim, o vendedor recebe um plano de capacitação contínuo, personalizado e alinhado às suas necessidades para melhorar o fechamento de negócios.

Conteúdo multimídia e comunidade exclusiva

O treinamento oferece materiais em formatos diversos, como vídeos, áudios e questões interativas, garantindo que o aprendizado seja adequado ao estilo do aluno. Além disso, os usuários têm acesso a uma Comunidade Exclusiva do agronegócio, onde podem trocar experiências, participar de mentorias, eventos e acompanhar atualizações e tendências do mercado.

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Parceria entre tecnologia e educação

A AGREDU é resultado da parceria entre a Pro Solus, empresa especializada em soluções tecnológicas para o agro, e o Grupo Integrado, instituição paranaense com 38 anos de experiência no ensino e inovação. A Pro Solus contribuiu com recursos financeiros e know-how técnico, enquanto o Grupo Integrado investiu parte do seu fundo de Corporate Venture Capital (CVC) de R$ 5 milhões e disponibilizou especialistas para desenvolver conteúdos focados em habilidades comerciais, comunicação e mercado.

Necessidade identificada no mercado

Segundo Marcelo Curbete, diretor da Pro Solus, “os profissionais da área comercial frequentemente enfrentavam dificuldades para fechar vendas, muitas vezes pela falta de conhecimento técnico dos produtos e carência em habilidades comerciais e interpessoais.” A AGREDU nasceu para suprir essas lacunas, fortalecendo a performance das equipes.

Crescimento acelerado e metas ambiciosas

Em menos de um mês após o lançamento, a plataforma já conta com cerca de 460 usuários e foi uma das três finalistas do Prêmio Bett Brasil Edtech Awards, na categoria Early Stage. Os investidores planejam alcançar 14 mil usuários até 2027, ampliando a atuação da AGREDU no agronegócio.

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Fabrício Pelloso Piurcosky, head de Inovação do Grupo Integrado, destaca: “Investir em projetos que fomentem inovação está no nosso DNA. Queremos ampliar nosso suporte a startups do agro, saúde, educação e setores afins.” Em outubro de 2024, o Grupo também investiu em outra startup, a fintech Baasic.

Acesso e planos

O acesso à plataforma AGREDU é feito por meio de assinatura individual mensal, que pode ser cancelada a qualquer momento. O plano custa R$ 79,90 por mês, proporcionando uma solução acessível para capacitação contínua e especializada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Custos da safra 2026/27 sobem para milho e soja em Mato Grosso, enquanto algodão registra queda, aponta Imea

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Os custos de produção das principais culturas agrícolas de Mato Grosso devem apresentar comportamentos distintos na safra 2026/27. Levantamento divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostra aumento dos gastos para o cultivo de milho e soja, enquanto o algodão deve registrar redução nos desembolsos por hectare.

O avanço dos custos está relacionado, principalmente, às maiores despesas com fertilizantes, defensivos agrícolas e sementes, fatores que seguem impactando a rentabilidade das atividades e exigindo maior planejamento financeiro dos produtores.

Custo do milho sobe mais de 14% em Mato Grosso

De acordo com o Imea, o custeio do milho para a safra 2026/27 foi estimado em R$ 3.799,42 por hectare, alta de 14,46% em relação ao consolidado da temporada 2025/26.

O aumento foi impulsionado pelos maiores gastos com fertilizantes e defensivos, além da elevação nos custos das sementes, refletindo tanto o encarecimento dos insumos quanto a adoção de materiais genéticos mais tecnológicos.

Como consequência, o Custo Operacional Efetivo (COE) foi projetado em R$ 5.528,49 por hectare, avanço de 15,03% na comparação anual.

Já o Custo Total (CT) atingiu R$ 7.418,49 por hectare, crescimento de 10,30% frente à safra anterior.

Preço mínimo para cobrir os custos

Com os custos mais elevados, o produtor precisará de maior eficiência na gestão comercial da safra.

Considerando uma produtividade de referência de 120,28 sacas por hectare, o Imea estima que a saca de milho deverá ser comercializada a pelo menos R$ 45,96 para cobrir o COE da atividade.

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O cenário reforça a importância da comercialização antecipada e do travamento de preços em momentos favoráveis do mercado para preservar margens de rentabilidade.

Soja também terá aumento nos custos de produção

Para a soja, as projeções apontam um cenário de cautela para a temporada 2026/27.

Segundo o levantamento elaborado pelo Sistema Famato, Senar-MT e Imea, o custeio da oleaginosa foi estimado em R$ 4.315,29 por hectare, alta de 3,21% em relação à safra 2025/26.

Os principais fatores responsáveis pela elevação dos custos foram:

  • Fertilizantes e corretivos: aumento de 5,40%;
  • Defensivos agrícolas: alta de 10,97%.

Além dos custos mais elevados, o setor continua atento às condições climáticas para a próxima temporada.

As incertezas relacionadas ao clima seguem sendo apontadas como um dos principais riscos para a produtividade das lavouras, podendo impactar diretamente o potencial produtivo e os resultados econômicos da atividade.

Crédito restrito preocupa produtores

Outro fator que preocupa o setor é a maior restrição ao crédito rural.

Segundo o Imea, a limitação dos recursos disponíveis para financiamento pode reduzir a capacidade de investimento dos produtores e provocar ajustes nos pacotes tecnológicos adotados nas propriedades.

Como reflexo desse cenário, o ponto de equilíbrio da soja para cobrir os custos de custeio aumentou 9,13% em relação à temporada passada.

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Diante das margens mais apertadas, os produtores acompanham com atenção a compra dos insumos ainda pendentes e as oportunidades de comercialização da safra futura.

Algodão apresenta redução nos custos

Na contramão de milho e soja, o algodão foi a única das principais culturas analisadas a registrar queda no custo de produção.

O custeio da safra 2026/27 foi estimado em R$ 10.652,39 por hectare, redução de 1,14% em comparação ao consolidado da temporada anterior.

A diminuição foi influenciada principalmente pela redução das despesas com:

  • Manutenção de máquinas e equipamentos;
  • Operações mecanizadas;
  • Defensivos agrícolas.

Apesar do alívio nos custos, a cultura continua exigindo elevados investimentos por hectare, mantendo-se entre as atividades agrícolas de maior intensidade de capital no país.

Produtores enfrentam cenário de margens mais pressionadas

Os dados do Imea mostram que a safra 2026/27 deverá exigir maior planejamento financeiro dos produtores mato-grossenses.

Com custos mais elevados para milho e soja e um ambiente marcado por incertezas climáticas, restrição de crédito e volatilidade dos mercados, a gestão eficiente dos insumos e a estratégia de comercialização ganham ainda mais relevância.

Nesse contexto, o monitoramento dos custos de produção e das oportunidades de mercado será decisivo para a manutenção da rentabilidade das propriedades rurais na próxima temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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