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Syngenta Digital lança Cropwise Operations no Brasil e leva gestão agrícola em tempo real ao campo
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Nova solução da Syngenta Digital integra telemetria multimarcas, funciona mesmo sem internet e já monitora 30 mil máquinas no mundo; tecnologia chega ao Brasil para ampliar eficiência e precisão na gestão agrícola.
Tecnologia agrícola avança no Brasil com foco em execução no campo
A Syngenta Digital anunciou a chegada do Cropwise Operations ao mercado brasileiro, ampliando a plataforma Cropwise como uma das soluções mais completas de gestão agrícola do setor. A ferramenta foi desenvolvida para preencher uma lacuna histórica da produção rural: a distância entre o planejamento da safra e a execução real das operações no campo.
Com a novidade, o produtor passa a ter visibilidade em tempo quase real do que acontece “dentro da porteira”, integrando planejamento, operação e análise de dados em um único ambiente digital.
Plataforma já é utilizada globalmente em larga escala
O Cropwise Operations já é uma solução consolidada em outros países, com números expressivos de operação:
- Mais de 30 mil máquinas conectadas
- Operação em mais de 50 milhões de hectares
- Milhões de alertas operacionais gerados por safra
A tecnologia chega ao Brasil com o objetivo de transformar dados operacionais em decisões mais rápidas e precisas, reduzindo perdas invisíveis que muitas vezes passam despercebidas na rotina da fazenda.
Foco em eficiência: transformar execução em dados estratégicos
Segundo a Syngenta Digital, o principal desafio do produtor não está no planejamento, mas na execução das atividades agrícolas.
“O produtor investe muito tempo no planejamento da safra, mas o desafio real começa quando as máquinas entram em movimento. O Cropwise Operations cria as condições para que a gestão enxergue, compare e atue sobre a execução real”, explica Gustavo Ferreira, Gerente de Operações da Syngenta Digital.
A ferramenta permite identificar e corrigir desvios operacionais ao longo da safra, contribuindo para maior eficiência e controle de custos.
Visibilidade total da operação agrícola
O Cropwise Operations atua como uma camada de gestão operacional dentro da plataforma Cropwise, conectando dados de campo e transformando a execução em informação estruturada.
Entre os principais pontos monitorados estão:
- Diferenças de desempenho entre talhões
- Uso de máquinas entre produção e deslocamento
- Desperdícios operacionais não visíveis
- Variações de eficiência entre áreas semelhantes
- Acúmulo de pequenas ineficiências ao longo da safra
Com isso, os custos deixam de ser apenas estimativas e passam a ser analisados com base em dados reais de operação.
Gestão integrada e compatibilidade com diferentes máquinas
Um dos diferenciais da solução é a capacidade de integrar informações de telemetria independentemente da marca dos equipamentos utilizados na fazenda.
Isso permite que o produtor tenha uma visão unificada da operação, sem depender de sistemas isolados ou soluções específicas de fabricantes.
“O grande diferencial é a clareza. Quando a execução vira dado, o produtor entende por que áreas aparentemente iguais entregam resultados operacionais diferentes”, afirma Angelo Seolin, Gerente de Produto da Syngenta Digital.
Adoção flexível e inclusão digital no campo
O sistema também foi desenvolvido para facilitar a adoção em diferentes níveis tecnológicos das propriedades rurais. A execução das operações pode ser registrada de diversas formas:
- Inserção manual de dados
- Uso de celular como rastreador
- Integrações com hardware e telemetria embarcada
Essa flexibilidade reduz barreiras de entrada e permite que propriedades em diferentes estágios de digitalização possam utilizar a ferramenta.
Lançamento começa pelo Mato Grosso
A implementação do Cropwise Operations no Brasil terá início pelo estado do Mato Grosso, um dos principais polos agrícolas do país. A expansão para outras regiões produtoras está prevista ao longo de 2026.
Inicialmente, a solução será disponibilizada para um grupo selecionado de clientes, marcando um novo avanço na digitalização da gestão operacional no agronegócio brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Maceió é palco das discussões sobre o futuro da pesca e aquicultura
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa da etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, em Maceió (AL) . Depois de passar por Porto Velho (RO), Uberlândia (MG), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Macapá (AP), neste sábado (20/06), foi a vez da capital de Alagoas. O evento discutiu os temais mais relevantes do setor, reunindo pescadores, aquicultores, proprietários de embarcações, pesquisadores e outros interessados para falar sobre o futuro do pescado no Brasil.
“É muito importante estar aqui em Alagoas para debater as políticas públicas com vocês reunindo lideranças dos pescadores e pescadoras, com os representantes do setor aquícola. Também se faz presente o público da pesca amadora esportiva, da pesca industrial. Este é um espaço de diálogo. Alagoas foi o primeiro estado a deflagrar a Conferência. Liderar pelo exemplo é o que Alagoas fez. Além disso, o Governo do presidente Lula está fazendo um esforço para estar presente em todas as Conferências. O que temos de mais valioso nisso são os homens e as mulheres das águas. “, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo.
Alagoas tem 32 mil trabalhadores no setor pesqueiro. Destes, 59% são mulheres. “As pescadoras têm o papel estratégico para colocar o alimento nas nossas mesas”, enfatizou o ministro Edipo Araújo.
Retorno da participação social
A última edição da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca foi realizada em 2009. A iniciativa foi retomada pelo Governo para garantir a participação social nas decisões que envolvem a pesca e aquicultura, setores estratégicos para o combate à fome, a geração de renda e a manutenção dos recursos aquáticos.
Neste ano, cada estado realiza uma etapa, que elegerá delegados para participar do evento principal. A Conferência nacional vai ser realizada entre os dias 11 e 13 de novembro, em Brasília (DF). O tema é “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

