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Tecnologia contra estresse hídrico na soja garante aumento médio de 7,5% na produtividade

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A Elicit Plant Brasil encerra a safra de soja com resultados promissores nas áreas experimentais e comerciais conduzidas em diversas regiões do país. Mesmo diante de um ciclo marcado por estresses abióticos, como o déficit hídrico, as lavouras tratadas com o bioestimulante EliZon apresentaram, em média, incremento de 7,5% na produtividade. Isso representa um acréscimo aproximado de 4,6 sacas por hectare, ou cerca de 274 quilos por hectare.

Os dados, validados ao longo das últimas quatro safras, foram gerados a partir de mais de 25 experimentos com soja realizados em parceria com instituições de pesquisa e produtores rurais, abrangendo desde o Mato Grosso até o Rio Grande do Sul.

As visitas técnicas feitas por agrônomos da Elicit Plant e pesquisadores durante o ciclo produtivo foram fundamentais para avaliar o desempenho do produto em diferentes condições climáticas. Segundo Felipe Sulzbach, responsável pelas operações da Elicit Plant no Brasil, os resultados reforçam a superioridade do EliZon em relação a programas de manejo convencionais.

“O impacto visual nas áreas tratadas com EliZon, tanto em R1 quanto em R3, é evidente. Observamos um desempenho superior frente a diversas estratégias de manejo. Isso confirma, de forma objetiva, o posicionamento do produto e demonstra a consistência da sua entrega em campo, gerando benefícios reais para o produtor na colheita”, afirma Sulzbach.

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Desde o início de sua atuação no Brasil, a Elicit Plant adotou uma metodologia baseada na interação direta com mais de 60 instituições de pesquisa, somando mais de 180 ensaios com soja e milho em 12 estados.

Na atual temporada, o projeto Tour Elicit Soja – Sul percorreu os principais polos agrícolas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A iniciativa promoveu a troca de experiências entre profissionais do setor e validou os bons resultados em campo. Além do aumento de produtividade, também foram observados maior vigor e sanidade das plantas nas lavouras acompanhadas.

Com a consolidação dos dados finais da safra, a expectativa da empresa é reforçar os ganhos médios de produtividade já verificados nas últimas quatro safras, reafirmando a eficiência da tecnologia como aliada no enfrentamento dos desafios climáticos da agricultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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