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Tecnologia impulsiona avicultura brasileira em meio à crescente demanda global por proteína

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Em 2024, o Brasil confirmou sua posição como maior exportador global de carne de frango, respondendo por 36,9% das exportações mundiais, com produção total de 15 milhões de toneladas. Além disso, a produção de ovos cresceu 9,8%, alcançando 57,6 bilhões de unidades, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Desafios do setor e foco na sustentabilidade

Apesar da alta eficiência, a avicultura brasileira enfrenta desafios como sustentabilidade, volatilidade de custos e a crescente demanda por proteína de qualidade. Para apoiar os produtores, a ADM investe em inovação tecnológica para tornar a produção mais eficiente, resiliente e ambientalmente responsável.

Inovações nutricionais que fazem a diferença na granja

A tecnologia aplicada inclui soluções nutricionais personalizadas para diferentes fases da vida das aves, como premixes, aditivos e programas completos. A produção nacional de ração animal cresceu 2,7% em 2024, chegando a 90 milhões de toneladas, impulsionada principalmente pela avicultura, que representa quase metade desse volume, segundo o Sindirações.

Tecnologia de precisão e insumos avançados

A ADM tem focado em tecnologia de precisão, microminerais de alta biodisponibilidade e compostos fitogênicos para melhorar o aproveitamento nutricional, reduzir resíduos e aumentar a eficiência produtiva nas granjas. Essas inovações são essenciais para garantir produtividade sustentável em um cenário de mercado volátil.

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Dados mostram impacto positivo na pegada ambiental

Estudos de Avaliação de Ciclo de Vida (LCA) indicam que estratégias nutricionais bem planejadas podem reduzir significativamente a pegada ambiental da avicultura. A utilização de aditivos fitogênicos, como o Xtract 6930, mostrou redução de até 2,8% na pegada de carbono da carne de frango e até 1,9% nas aves vivas, além de diminuir o uso de água e outros recursos naturais.

Foco na qualidade dos ovos e longevidade das aves

Além da carne, a ADM também apoia produtores na melhoria da qualidade dos ovos e no prolongamento do ciclo produtivo das poedeiras, reduzindo perdas por trincas e valorizando características como coloração da gema e frescor. Essa integração entre inovação e bem-estar animal é vista como essencial para o futuro do setor.

Parceria estratégica para o futuro da avicultura

Com presença global e equipe especializada, a ADM reforça seu compromisso como parceira da avicultura brasileira, promovendo práticas que aumentam a rentabilidade, reduzem impactos ambientais e preparam o setor para os desafios futuros, consolidando uma cadeia produtiva mais sustentável e eficiente.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do trigo sobe no Sul do Brasil e menor oferta pode ampliar importações em 2026

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O mercado brasileiro de trigo iniciou junho com viés de alta nos principais estados produtores da Região Sul. A combinação entre menor área cultivada, redução dos investimentos em tecnologia e expectativa de safra mais enxuta tem sustentado a valorização do cereal, especialmente no Rio Grande do Sul, onde os preços avançaram para entregas nos próximos meses.

De acordo com levantamento da TF Agroeconômica, os negócios envolvendo trigo de melhor qualidade registraram maior movimentação durante a semana, enquanto compradores e vendedores seguem atentos ao equilíbrio entre oferta disponível e necessidade de abastecimento dos moinhos.

Trigo gaúcho registra valorização para julho e agosto

No Rio Grande do Sul, o trigo branqueador foi negociado ao redor de R$ 1.450 por tonelada. Já o trigo pão apresentou indicações de R$ 1.350 por tonelada para entrega em junho e R$ 1.370 para os meses de julho e agosto.

O trigo argentino também ganhou valor no mercado gaúcho. Em Canoas, as negociações ocorreram a US$ 300 por tonelada, avanço de US$ 5 em relação à semana anterior.

Para a safra nova, produtores passaram a elevar as pedidas diante da perspectiva de menor produção. As ofertas para setembro alcançaram R$ 1.500 por tonelada, embora ainda não tenham sido registrados negócios nessas condições.

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Menor produção pode aumentar dependência de importações

A consultoria destaca que a redução da área cultivada e o menor nível de investimento tecnológico podem provocar queda significativa na produção nacional de trigo.

As estimativas apontam uma colheita próxima de 6,5 milhões de toneladas, enquanto as importações podem atingir cerca de 6,75 milhões de toneladas. Esse cenário tende a aproximar os preços internos dos valores praticados no mercado internacional, aumentando a influência das cotações externas sobre o mercado doméstico.

No abastecimento dos moinhos, os volumes para junho já estão praticamente contratados. Para julho, a cobertura gira em torno de 40%, enquanto compradores começam a direcionar suas atenções para as necessidades de agosto.

No mercado de balcão gaúcho, o destaque ficou para Panambi, onde a cotação avançou para R$ 66 por saca.

Santa Catarina mantém estabilidade com ajustes pontuais

Em Santa Catarina, o mercado operou de forma mais equilibrada, com negócios pontuais e poucas alterações expressivas.

Os preços do trigo local variaram entre R$ 1.350 e R$ 1.400 por tonelada FOB. O cereal oriundo do Rio Grande do Sul foi ofertado entre R$ 1.350 e R$ 1.450 FOB.

Nas negociações de balcão, as cotações permaneceram estáveis em municípios como Canoinhas, Rio do Sul, Joaçaba e São Miguel do Oeste. Já Chapecó e Xanxerê registraram elevações nos preços pagos ao produtor.

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Paraná enfrenta resistência para novas altas

No Paraná, a forte concorrência entre as indústrias de farinha continua limitando reajustes mais expressivos para o trigo.

Os vendedores mantêm pedidas próximas de R$ 1.500 por tonelada, mas os últimos negócios efetivamente realizados ocorreram em torno de R$ 1.400 FOB no norte do estado.

O trigo branqueador permanece próximo de R$ 1.450 FOB, enquanto as referências para a safra nova variam entre R$ 1.320 e R$ 1.350 FOB para entregas programadas para setembro.

Já o trigo argentino nacionalizado nos portos brasileiros segue cotado ao redor de US$ 295 por tonelada, mantendo competitividade frente ao produto nacional.

Mercado acompanha oferta e demanda para os próximos meses

Com a perspectiva de uma safra menor e a necessidade crescente de importações, o mercado de trigo brasileiro entra no segundo semestre atento à evolução das lavouras e ao comportamento dos preços internacionais.

A tendência é de manutenção da volatilidade, especialmente diante da redução da oferta interna e do aumento da dependência do cereal importado para garantir o abastecimento da indústria moageira nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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