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Tocantins registra safra histórica de grãos em 2024/25

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Safra recorde de grãos no Tocantins

O estado do Tocantins deve finalizar o ciclo agrícola 2024/25 com a maior produção de grãos de sua história, segundo dados divulgados pelo Governo do Estado, com base nas informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa aponta para uma safra de 8,9 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 16% em relação ao ciclo anterior, quando o estado colheu 7,69 milhões de toneladas.

Soja lidera a produção estadual

A soja continua a ser o principal produto agrícola no Tocantins, com uma estimativa de 5,4 milhões de toneladas, um crescimento de 1,8% em relação à safra anterior. Em seguida, o milho também apresenta um bom desempenho, com previsão de 2,3 milhões de toneladas, o que equivale a um aumento de 13,6%. O arroz, com 779,2 mil toneladas, deve crescer 3,4%. Outros produtos, como sorgo e feijão, devem atingir 111,5 mil e 73,13 mil toneladas, respectivamente, enquanto a produção de gergelim se manteve estável.

Tendência de expansão no Brasil

De acordo com o 7º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, publicado em 10 de abril pela Conab, o crescimento da produção no Tocantins reflete a tendência de expansão observada em todo o Brasil. A produção nacional de grãos foi estimada em 330,3 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 32,6 milhões de toneladas em comparação com o ciclo 2023/2024. Se confirmado, esse será o maior volume já registrado pela série histórica da Conab.

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Progresso na colheita de soja e arroz

A colheita da soja no Brasil está avançando rapidamente, com a Conab estimando uma produção de 167,9 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 20,1 milhões de toneladas em relação à safra passada. A colheita de arroz também segue em ritmo acelerado, com mais de 60% da área plantada já sendo colhida até o início de abril.

Tocantins se destaca na região Norte e Nordeste

O estado do Tocantins continua sendo o maior produtor de grãos da região Norte do Brasil, ocupando também a segunda posição quando se considera as regiões Norte e Nordeste, consolidando sua relevância no cenário agrícola nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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MPA realiza seminário sobre Extensão Pesqueira Artesanal

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realizou, nesta sexta-feira(4), o I Seminário Interno de Extensão Pesqueira Artesanal, com a finalidade de ampliar o debate sobre a realidade das mulheres pescadoras e marisqueiras. Com o tema “Mulheres Pescadoras: Autonomia, Igualdade e Sustentabilidade Ambiental”, o evento representou um momento de apresentação prévia dos resultados do Mapeamento Socioterritorial da Pesca Artesanal, realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

O seminário nasceu do Projeto Mulheres Pescadoras, desenvolvido pela Fiocruz, pelo MPA e pelo Ministério das Mulheres. O Mapeamento Socioterritorial da Pesca Artesanal aprofundou a análise em 52 municípios de atenção prioritária, distribuídos pelas cinco regiões do país: 18 no Norte, 10 no Sudeste, 6 no Sul e 3 no Centro-Oeste. Essa ação dialoga com o Programa Povos da Pesca Artesanal e teve como eixos estruturantes: Emergência Climática e Racismo Ambiental; Populações Tradicionais e Territórios; Segurança Alimentar, Epidemiologia e Saúde; e Economia Solidária e Cadeia Produtiva. 

De acordo com o secretário-executivo do MPA, Lázaro Medeiros, o evento traz para o centro do debate o tema das mulheres pescadoras. “É um tema que apresenta também um diálogo com quem vive de fato os territórios pesqueiros. Além disso, ele apresenta um mapeamento socioterritorial, apresentando com mais profundidade a realidade das comunidades”, destacou. 

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A pesquisadora da Fiocruz, Maria Juliana Correa, apontou a importância do seminário para dar visibilidade aos direitos sociais das mulheres pescadoras. “A gente sempre escutava das mulheres das águas a necessidade de um olhar específico para a saúde das pescadoras e marisqueiras, unindo o meio ambiente e a saúde nos territórios”, afirmou. 

O secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, destacou o objetivo do evento. “Encontros como esses criam caminhos para a construção do futuro da pesca artesanal do Brasil. Estamos aqui produzindo conhecimentos que serão transformados em políticas públicas”, afirmou. 

A pescadora sergipana, Arlene Costa, afirmou que são as mulheres as grandes guardiãs dos territórios. “Hoje enfrentamos diversas ameaças ambientais nos territórios e somos nós, as mulheres das águas, que preservamos e garantimos os recursos naturais para as próximas gerações”, disse. 

Para a coordenadora-geral de Assistência Técnica e Extensão Pesqueira do MPA, Lorena Abrahão, o mapeamento é fundamental para a construção de políticas públicas estruturantes para as mulheres das águas. “Mais do que retratar vulnerabilidades, os dados evidenciam a força organizativa e o protagonismo das mulheres que vivem da pesca em todo o Brasil”, finalizou. 

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O evento contou também com a presença da coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Autonomia Econômica e Política de Cuidados do Ministério das Mulheres, Larissa Passos, e do secretário Nacional de Políticas de Ações Afirmativas e Combate e Superação do Racismo do Ministério da Igualdade Racial, Clédisson Geraldo dos Santos Júnior.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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