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Trouw Nutrition destaca a importância da atualização na nutrição de aves poedeiras para maximizar desempenho e rentabilidade
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Melhorar o desempenho produtivo das aves e aumentar a lucratividade dos produtores de ovos são desafios constantes na avicultura de postura. Segundo Pedro Ribeiro, médico veterinário e gerente Técnico de Avicultura de Postura da Trouw Nutrition, diversos fatores impactam o resultado zootécnico, como nutrição, ambiência, sanidade e manejo.
Ele ressalta que uma formulação nutricional atualizada, que atenda às demandas das aves sem perder o foco nos custos, é uma das formas mais eficientes de garantir sucesso na atividade.
Inovações tecnológicas e demandas do mercado
Ribeiro destaca que genética, ambiente e sanidade evoluem rapidamente, o que torna necessária a constante adaptação das dietas. A eficiência produtiva, a redução dos custos da alimentação e a sustentabilidade são as principais tendências da avicultura atual.
Além disso, o uso racional de antibióticos promotores de crescimento é prioridade, incentivando o uso de ferramentas modernas que fortaleçam a imunidade das aves e controlem patógenos no trato digestivo.
Atualização da linha TNOvo para avicultura de postura
Atenta a essas demandas, a Trouw Nutrition atualizou sua linha TNOvo, composta por premixes, núcleos e blends desenvolvidos para atender as necessidades atuais das poedeiras. Segundo Ribeiro, as novas formulações priorizam o respeito ao meio ambiente, à segurança alimentar e à economia do produtor.
O objetivo é promover a sustentabilidade econômica e ambiental, o uso racional de antibióticos e a aplicação estratégica de aditivos nutricionais, como extratos botânicos, ácidos orgânicos, anti-micotoxinas, probióticos e enzimas, para elevar a produtividade.
Benefícios da linha TNOvo
Entre os principais benefícios proporcionados pela linha estão:
- Melhor qualidade da casca dos ovos
- Uniformidade do lote
- Saúde intestinal das aves
- Redução dos custos da dieta
- Suporte em períodos de estresse
Reforço da imunidade
A linha é formulada para maximizar o desempenho das poedeiras desde o início da produção, destacando-se por incluir o primeiro aditivo com pegada de carbono aprovada pelo Global Feed LCA Institute (GFLI). Com tecnologias exclusivas e ingredientes de alta biodisponibilidade, a TNOvo contribui para uma produção mais sustentável, reduzindo a emissão de CO₂.
Nutrição mineral inteligente com IntelliMix
O conceito IntelliMix utiliza a tecnologia IntelliBond para suplementação mineral com cobre, zinco e manganês, melhorando a absorção dos minerais, reduzindo antagonismos e perdas por excreção. Isso ajuda a preservar vitaminas, apoiar a imunidade e elevar a qualidade dos ovos.
Ribeiro reforça que esse é o primeiro aditivo nutricional com pegada de carbono certificada pelo GFLI, colaborando para formulações mais sustentáveis.
Compromisso com suporte técnico e inovação
Além dos produtos, a Trouw Nutrition oferece serviços que facilitam a rotina dos avicultores, como:
- Masterlab: rede global de laboratórios do Grupo Nutreco, referência em qualidade e confiabilidade para análise de nutrição animal, com métodos padronizados e equipe técnica especializada.
- Nutriopt On-Site Adviser (NOA): dispositivo portátil que realiza análise rápida de matérias-primas e rações, enviando os resultados diretamente ao smartphone, simplificando o controle de qualidade e garantindo precisão na formulação das dietas.
Para Ribeiro, oferecer suporte técnico ágil e eficiente é parte essencial do compromisso da empresa com o sucesso dos produtores.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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