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Turismo do búfalo no Pará une gastronomia, cultura e experiência rural em Parauapebas

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Bubalinocultura como atrativo turístico e cultural

O turismo rural no Pará tem ganhado destaque com experiências ligadas à criação de búfalos. Em Parauapebas, a Rota do Búfalo propõe uma imersão no universo da bubalinocultura, conectando visitantes urbanos à rotina do campo e aos produtos derivados do animal.

A iniciativa vai além da produção, oferecendo experiências educativas, culturais e gastronômicas, fortalecendo a valorização da atividade na região.

Museu da Roça: ponto central da experiência

O Museu da Roça de Parauapebas (MURPA), inaugurado em setembro do ano passado no Sítio Açaizal, é o epicentro da Rota do Búfalo. O espaço reúne conteúdos sobre a história rural, a criação de búfalos e os produtos derivados da espécie, funcionando como referência para visitantes interessados na vivência rural.

Um destaque é a Casa do Búfalo, ambiente dedicado à apresentação de receitas, descrição dos queijos, informações nutricionais do leite e identificação das raças. O espaço também resgata elementos da cultura do campo, conectando passado e presente da vida rural no Pará.

Vivência prática no campo e degustação de produtos

Segundo o criador Geraldo Pedro, representante da Rota do Búfalo, o projeto permite que turistas participem ativamente do manejo dos animais, passeiem montados e degustem derivados do leite de búfala, como carne, queijos, doce de leite e bebidas lácteas.

“A experiência foi pensada para que o visitante conheça de forma prática diferentes etapas da criação e do aproveitamento do búfalo, combinando lazer, informação e vivência rural”, afirma Pedro.

Festival Búfalos Gourmet fomenta turismo gastronômico

O festival gastronômico Búfalos Gourmet, que chega à 7ª edição, é outro atrativo da região e já foi reconhecido como patrimônio cultural do Pará.

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O evento, realizado integralmente com derivados de leite e carne de búfalos, combina cozinha amazônica, música e artesanato, seguindo conceitos de sustentabilidade.

“São quatro dias de festival que promovem o turismo gastronômico da bubalinocultura, mostrando a riqueza da cozinha amazônica e valorizando a cultura local”, destaca Geraldo Pedro.

Como conhecer a Rota do Búfalo

Mais informações sobre a Rota do Búfalo e o Museu da Roça de Parauapebas estão disponíveis no Instagram da Queijaria Cosa Nostra, parceiro da iniciativa e divulgador das experiências oferecidas aos turistas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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