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União Europeia reduz importação de soja em 2025/26, mas Brasil mantém liderança nas exportações
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As importações de soja pela União Europeia (UE) somaram 2,44 milhões de toneladas desde o início da temporada 2025/26 até o dia 7 de setembro. O volume representa uma redução de 6% em comparação ao mesmo período do ciclo anterior, segundo dados divulgados pela Comissão Europeia nesta terça-feira (9).
Brasil é principal fornecedor de soja ao bloco europeu
Apesar da retração nas compras, o Brasil se mantém como principal exportador de soja para o mercado europeu. O país embarcou 1,58 milhão de toneladas, o que equivale a 64,6% do total adquirido pela UE.
Na sequência aparecem:
Estados Unidos, com 491,9 mil toneladas (20,1%);
- Ucrânia, com 276,6 mil toneladas (11,3%);
- Canadá, com 71,8 mil toneladas (2,9%);
- Togo, com 15,8 mil toneladas (0,6%).
Principais destinos da soja dentro da União Europeia
Entre os países do bloco, a Espanha lidera as compras, com 697,9 mil toneladas de soja importada. Logo depois aparecem:
- Países Baixos, com 503,9 mil toneladas;
- Alemanha, com 459,5 mil toneladas;
- Itália, com 310 mil toneladas;
- Portugal, com 179,6 mil toneladas.
Relevância da soja para agropecuária, alimentos e energia
A soja é um insumo estratégico para a União Europeia, utilizada na produção de rações animais, óleos vegetais e biocombustíveis. O desempenho das exportações brasileiras reforça o papel do país como fornecedor global de alimentos, bebidas e energia renovável, consolidando sua relevância na cadeia produtiva internacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Maceió é palco das discussões sobre o futuro da pesca e aquicultura
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa da etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, em Maceió (AL) . Depois de passar por Porto Velho (RO), Uberlândia (MG), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Macapá (AP), neste sábado (20/06), foi a vez da capital de Alagoas. O evento discutiu os temais mais relevantes do setor, reunindo pescadores, aquicultores, proprietários de embarcações, pesquisadores e outros interessados para falar sobre o futuro do pescado no Brasil.
“É muito importante estar aqui em Alagoas para debater as políticas públicas com vocês reunindo lideranças dos pescadores e pescadoras, com os representantes do setor aquícola. Também se faz presente o público da pesca amadora esportiva, da pesca industrial. Este é um espaço de diálogo. Alagoas foi o primeiro estado a deflagrar a Conferência. Liderar pelo exemplo é o que Alagoas fez. Além disso, o Governo do presidente Lula está fazendo um esforço para estar presente em todas as Conferências. O que temos de mais valioso nisso são os homens e as mulheres das águas. “, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo.
Alagoas tem 32 mil trabalhadores no setor pesqueiro. Destes, 59% são mulheres. “As pescadoras têm o papel estratégico para colocar o alimento nas nossas mesas”, enfatizou o ministro Edipo Araújo.
Retorno da participação social
A última edição da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca foi realizada em 2009. A iniciativa foi retomada pelo Governo para garantir a participação social nas decisões que envolvem a pesca e aquicultura, setores estratégicos para o combate à fome, a geração de renda e a manutenção dos recursos aquáticos.
Neste ano, cada estado realiza uma etapa, que elegerá delegados para participar do evento principal. A Conferência nacional vai ser realizada entre os dias 11 e 13 de novembro, em Brasília (DF). O tema é “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

