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UPL Brasil lança Arenas OpenAg para levar inovação, manejo integrado e capacitação técnica a produtores em todo o país
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Arenas OpenAg promovem tecnologia e capacitação para o agro brasileiro
A UPL Brasil, integrante do grupo UPL Ltd., lançou o projeto Arenas OpenAg, iniciativa que visa difundir inovações agrícolas, capacitação técnica e práticas de manejo integrado. O objetivo é levar aos produtores, consultores e especialistas do setor soluções práticas que aumentem a produtividade, eficiência e retorno econômico no campo.
A primeira Arena ocorrerá de 28 a 30 de janeiro em Campo Novo do Parecis (MT). Em seguida, o projeto passará por outras regiões do Mato Grosso, Centro-Oeste, Minas Gerais e Sul do país, com atividades previstas até abril.
Robison Serafim, CMO da UPL Brasil, destaca:
“As Arenas OpenAg reforçam nosso compromisso de oferecer soluções integradas, novos produtos e estratégias completas de manejo para culturas como soja e milho. Este projeto materializa a tecnologia no campo e funciona como plataforma de capacitação para produtores e parceiros dentro do conceito de co-criação do Open Ag.”
Agrosfera como palco de demonstrações práticas
As Arenas são estruturadas dentro da Agrosfera UPL, centro de soluções integradas que permite aos participantes acompanhar quatro campos técnicos principais. Nessas áreas, os visitantes observam demonstrações comparativas e aplicações práticas das soluções da UPL, destacando:
- Efeito verde: otimização do manejo e sustentabilidade;
- Manejo de resistência: controle de plantas daninhas resistentes;
- Choque extremo: ação rápida contra pragas sugadoras;
- Estratégias integradas: combinação de produtos químicos e biológicos.
Soluções em herbicidas, inseticidas e fungicidas
No campo de manejo de resistência, o herbicida Thunder se destaca por controlar plantas daninhas resistentes, como pé-de-galinha e buva.
Entre os inseticidas, a linha Feroce e Sperto, com a Blast® Technology, promove efeito de choque extremo em sugadores como percevejos marrom e barriga verde, enquanto o Propose é a novidade da UPL voltada ao manejo de lagartas.
Nos fungicidas, a proposta Mancozebe Inside inclui soluções como Evolution, que atuam em múltiplos alvos metabólicos, reduzem risco de resistência, minimizam fitotoxicidade e contribuem para aumento da produtividade.
Biossoluções e sustentabilidade no campo
As Arenas OpenAg também destacam a linha NPP (Natural Plant Protection), que integra ingredientes ativos a biossoluções como Nimaxxa, Luminus, Nuvita e Kasumin. O foco é promover resiliência das plantas, sustentabilidade e retorno econômico efetivo aos agricultores.
Robison Serafim reforça:
“Esses são espaços estratégicos para receber consultorias técnicas locais, difundir tecnologia e melhorar resultados da agricultura. Nosso objetivo é evoluir continuamente para uma produção mais sustentável e eficiente.”
Fonte: Portal do Agronegócio
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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27
O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.
Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.
Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.
Demanda doméstica continua sendo principal sustentação
A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.
Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.
As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.
El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada
Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.
De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.
Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.
Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal
Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.
Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.
Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.
Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global
Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.
Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.
Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio

