AGRONEGOCIOS
UPL lança Fastmite 600 WG e amplia soluções para manejo de ácaros em diversas culturas
AGRONEGOCIOS
Fastmite 600 WG reforça portfólio de proteção de cultivos
A UPL Brasil, divisão do Grupo UPL, apresentou o Fastmite 600 WG, uma nova solução para o controle de ácaros em diferentes culturas agrícolas, incluindo algodão, soja, citros e café.
O lançamento amplia as opções disponíveis aos produtores para enfrentar essas pragas, que podem comprometer o desenvolvimento das plantas e reduzir o potencial produtivo das lavouras.
Tecnologia BLAST garante efeito de choque e aplicação uniforme
Segundo Leandro Valerim, Gerente de Marketing de Inseticidas da UPL Brasil, o produto se destaca por sua formulação moderna e performance agronômica.
“Fastmite 600 WG oferece eficiência, estabilidade e facilidade de uso em propriedades que exigem manejo preciso ao longo do ciclo produtivo. A tecnologia BLAST proporciona efeito de choque extremo contra ácaros, melhor dispersão e uniformidade nas aplicações.”
Esses atributos contribuem para otimizar o desempenho da lavoura e garantir resultados mais consistentes.
Embalagem hidrossolúvel aumenta segurança e praticidade
Outro diferencial do Fastmite é a embalagem hidrossolúvel, que facilita o preparo da calda, elimina o contato direto do aplicador com o produto e torna a aplicação mais segura e prática.
Essa característica atende às demandas do campo moderno, onde segurança operacional e eficiência no manejo são prioridades.
Compromisso da UPL com soluções sustentáveis e eficientes
Valerim ressalta que o lançamento do Fastmite 600 WG reforça o compromisso da UPL com sistemas produtivos mais equilibrados, resilientes e capazes de responder aos desafios da agricultura contemporânea.
“Com essa nova ferramenta, acompanhamos as transformações da agricultura e as demandas por soluções cada vez mais eficientes e sustentáveis, ampliando nosso portfólio de acaricidas e contribuindo para a produtividade do campo.”
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Rota pelo Pacífico pode reduzir custo e ampliar exportações do agro
O governo federal deu mais um passo para tirar do papel uma antiga demanda do agronegócio: criar uma rota de exportação pelo Oceano Pacífico para reduzir a dependência dos portos brasileiros. O Ministério da Agricultura instituiu nesta semana o Programa de Integração Produtiva e Logística Brasil-Bolívia-Pacífico, iniciativa que pretende estruturar um corredor internacional de transporte ligando Mato Grosso aos portos do Chile e do Peru.
Na prática, o programa não constrói estradas nem define um cronograma de obras, mas cria um comitê gestor responsável por coordenar ações entre os governos brasileiro e boliviano, facilitar acordos sanitários e aduaneiros e atrair investimentos para tornar o corredor operacional.
A proposta interessa principalmente a Mato Grosso, maior produtor de grãos do país. Hoje, boa parte da soja, do milho, do algodão e da carne produzidos no Estado percorre entre 2 mil e 2,3 mil quilômetros até portos como Santos (SP), Paranaguá (PR), Itaqui (MA), Miritituba (PA) e Barcarena (PA). Além da longa distância, o elevado fluxo de cargas pressiona o custo do frete durante a safra.
Pela nova alternativa, a produção seguiria da região oeste de Mato Grosso até Vila Bela da Santíssima Trindade, na fronteira com a Bolívia. A partir dali, cruzaria cidades bolivianas como San Ignacio de Velasco e Santa Cruz de la Sierra, seguindo pela malha rodoviária do país até alcançar portos no Oceano Pacífico, como Arica, Iquique e Antofagasta, no Chile, ou Ilo, no Peru.
À primeira vista, o trajeto terrestre não representa uma redução expressiva da distância em relação aos portos brasileiros. O principal ganho está no transporte marítimo. Para cargas destinadas à China, ao Japão, à Coreia do Sul e a outros mercados asiáticos, a saída pelo Pacífico reduz o tempo de navegação em comparação com as rotas que partem do Atlântico, além de diminuir a dependência dos corredores logísticos hoje concentrados no Sul, Sudeste e Arco Norte.
A proposta também amplia as alternativas para o escoamento da safra em períodos de maior demanda. Mato Grosso deverá colher mais de 100 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), volume que exige investimentos permanentes em infraestrutura de transporte.
Outro ponto considerado estratégico é o abastecimento de insumos agrícolas. A integração com a Bolívia pode facilitar a chegada de fertilizantes e outros produtos utilizados na produção rural, diversificando as rotas de abastecimento e reduzindo a dependência de corredores já sobrecarregados.
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, classificou a iniciativa como um avanço para o setor. Segundo ele, o Estado sempre enfrentou o desafio da distância entre as áreas produtoras e os portos de exportação, o que reduz a competitividade do agronegócio mato-grossense.
Apesar do potencial, o corredor ainda depende de uma série de investimentos. Mato Grosso já executa obras de pavimentação em direção à fronteira, mas será necessário melhorar a infraestrutura rodoviária em território boliviano, além de harmonizar procedimentos alfandegários, sanitários e de fiscalização entre os dois países.
Para especialistas em logística, a rota bioceânica não substituirá os portos brasileiros, mas funcionará como uma alternativa estratégica. Quanto maior o número de corredores disponíveis para o escoamento da produção, menor tende a ser a pressão sobre o frete, aumentando a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.
Fonte: Pensar Agro


