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Usuários de iGaming são mais sustentáveis do que jogadores de videogame?

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O impacto ambiental dos videogames pode não ser algo que muitos jogadores levem em consideração. No entanto, trata-se de uma questão muito real, já que a tecnologia por trás tanto dos jogos tradicionais quanto do iGaming em cassinos online consome energia — o que significa que ambas as formas geram uma pegada de carbono.

Os videogames tradicionais e o iGaming são indústrias que cresceram substancialmente nas últimas duas décadas. Além do acesso facilitado, uma das principais características dos jogos atuais é a enorme variedade de opções disponíveis. Por exemplo, veja o site Legalbet, uma plataforma especializada em análises de cassinos online legais. Segundo o portal, os melhores sites de jogos de azar oferecem mais de 1.500 slots e 300 mesas com dealers ao vivo. Isso significa que todo tipo de jogador pode encontrar algo que se encaixe em suas preferências. No caso dos jogos para PC, plataformas como a Steam contam com catálogos com mais de 100 mil títulos.

Ainda assim, todas essas opções de jogos online têm um impacto ambiental. A dimensão desse impacto depende de diversos fatores — mas será que jogar em cassinos online é uma maneira significativamente mais ‘sustentável’ de se divertir?

Fontes de energia

O aspecto mais impactante do ponto de vista ambiental nos jogos está relacionado à quantidade de energia utilizada. Isso vai muito além do consumo de eletricidade durante uma sessão de jogo. O quão “sustentável” esse consumo é depende de onde vem essa energia — se de fontes renováveis, como energia eólica ou solar, ou de combustíveis fósseis, que poluem muito mais.

O tipo de equipamento utilizado também influencia: PCs gamer de alto desempenho consomem muito mais energia do que, por exemplo, um notebook básico. Além disso, jogadores de cassino costumam usar o celular para jogar por meio de aplicativos. Jogadores mobile tendem a deixar uma pegada ambiental menor do que jogadores de PC, tanto pelo menor consumo de energia dos dispositivos quanto pelo fato de a fabricação desses aparelhos exigir menos recursos intensivos.

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A produção dos componentes também representa um processo que consome muita energia na indústria dos games. Quando alguém adquire um novo console ou computador, há um enorme gasto de matérias-primas e etapas de processamento envolvidos. A extração e o refinamento de metais, bem como a produção de plásticos, geram uma pegada de carbono significativa — e, ao longo da vida útil do produto, isso costuma estar entre os impactos ambientais mais relevantes.

Gamers tradicionais também precisam considerar os processos de fabricação das mídias físicas, embalagens e logística de entrega, que aumentam ainda mais o tamanho da pegada de carbono.

Hardware e eficiência

Quando um jogador acessa um cassino online, não há necessidade de um computador muito potente para rodar slots ou mesas ao vivo. Essa menor exigência de hardware local pode dar ao iGaming baseado em nuvem uma certa vantagem ambiental do ponto de vista do consumidor.

Naturalmente, PCs de alto desempenho exigem hardware mais avançado, mas como os jogos de cassino podem ser acessados diretamente por navegadores compatíveis com HTML5, a demanda de energia do dispositivo usado é baixa. Reduzir a necessidade de equipamentos potentes também contribui, a longo prazo, para a diminuição do lixo eletrônico.

No entanto, mesmo os jogos hospedados na nuvem consomem bastante energia devido ao alto volume de tráfego contínuo de dados — o que significa que os data centers responsáveis pelos servidores dos jogos usam grandes quantidades de eletricidade e água potável. Por isso, a parte mais complexa ao avaliar o que é mais ‘sustentável’ está em entender quão limpo e eficiente é determinado data center.

Padrões de jogo

Os padrões de jogo dos usuários também são um fator importante a ser considerado. Jogar em um cassino online geralmente envolve sessões mais curtas, enquanto jogadores de videogame costumam dedicar várias horas seguidas a jogos de mundo aberto ou com foco em narrativa — especialmente nos finais de semana, quando há mais tempo livre.

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Os jogos tradicionais tendem a não prender o jogador a menos que ele invista pelo menos 30 minutos ou até uma hora para realmente se envolver na experiência. Já nos cassinos online, a gratificação costuma ser instantânea, já que cada rodada de caça-níqueis gera um resultado imediato — seja ele vitória ou derrota. Além disso, as sessões de apostas costumam ser mais curtas devido ao limite do saldo disponível, o que pode tornar essa forma de entretenimento mais sustentável, já que menos tempo jogando também significa menos consumo de energia.

Reciclagem e descarte

Nenhum PC ou console dura para sempre, e cada vez que há uma atualização de hardware, isso gera resíduos. Muitos equipamentos de informática e videogames exigem processos de reciclagem especializados para separar componentes como metais — e esses dispositivos não devem simplesmente ser descartados no lixo comum.

Consoles contêm materiais como prata, cobre, ouro e alumínio. Quanto mais esses elementos forem reciclados, menor será o impacto ambiental em comparação com a mineração e o refino de recursos naturais. Já os computadores, além desses metais, também contêm substâncias perigosas como chumbo e mercúrio, que não devem acabar em aterros sanitários.

O lixo eletrônico tornou-se um problema crescente, agravado pelo aumento no uso de computadores, dispositivos e consoles no dia a dia.

A linha verde

Muitos outros fatores influenciam o quão sustentável é o mundo dos jogos, por isso não existe uma resposta simples ou definitiva sobre qual opção é mais “verde”. No entanto, o iGaming hospedado em data centers sustentáveis pode fazer a diferença, já que tem o potencial de reduzir alguns dos impactos mais significativos relacionados aos processos de fabricação de hardware para jogos tradicionais.

Fonte: Link Building

Fonte: Portal do Agronegócio

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Granizo ameaça cafezais em Minas Gerais: especialistas orientam produtores sobre recuperação e prevenção de perdas

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As recentes chuvas acompanhadas de granizo em diversas regiões de Minas Gerais acenderam um sinal de alerta para os produtores de café. O fenômeno climático provocou danos significativos em áreas produtoras, causando desfolhamento, quebra de ramos, lesões nos frutos e comprometimento do potencial produtivo das lavouras.

Os impactos ocorrem em um momento estratégico para a cafeicultura, justamente durante a fase de recuperação das plantas após a colheita, etapa fundamental para a formação da próxima safra.

Sul de Minas e Zona da Mata concentram maior risco de granizo

De acordo com informações meteorológicas, as regiões do Sul de Minas e da Zona da Mata apresentam maior incidência desse tipo de ocorrência devido às características do relevo, que favorecem a formação de tempestades severas.

Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Lizando Gemiacki, o comportamento climático registrado neste período foge do padrão esperado para a estação seca.

“Estamos vivendo uma condição atípica para esta época do ano. Ainda existe possibilidade de chuvas acompanhadas de rajadas de vento e eventual queda de granizo em municípios do Sul de Minas e da Zona da Mata nos próximos dias”, explica.

Recuperação dos cafezais exige diagnóstico técnico antes de qualquer intervenção

Diante dos prejuízos causados pelo granizo, especialistas recomendam que os produtores evitem ações imediatas sem uma avaliação técnica detalhada dos danos.

Orientações do Conselho Nacional do Café (CNC) indicam que o primeiro passo é realizar um diagnóstico completo da lavoura para definir as estratégias de recuperação mais adequadas.

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Nas áreas com danos leves, caracterizados por perda parcial de folhas e pequenos ferimentos nos ramos, a recomendação é manter os tratos culturais normalmente, reforçando a adubação, a nutrição das plantas e o monitoramento fitossanitário.

Já nos cafezais que sofreram danos severos, com quebra significativa de ramos produtivos e comprometimento estrutural das plantas, pode ser necessária a realização de podas seletivas para estimular a brotação e recuperar o potencial produtivo.

Ferimentos aumentam risco de doenças nas lavouras

Outro fator que exige atenção dos cafeicultores é o aumento da vulnerabilidade das plantas a doenças.

Os ferimentos provocados pelo impacto das pedras de gelo facilitam a entrada de fungos e bactérias, elevando o risco de infecções que podem comprometer ainda mais a produtividade da lavoura.

Por isso, técnicos recomendam monitoramento constante e adoção rápida de medidas fitossanitárias sempre que houver identificação de focos de doenças.

El Niño pode aumentar desafios para a cafeicultura brasileira

Além dos prejuízos imediatos provocados pelo granizo, o setor cafeeiro acompanha com atenção a evolução das condições climáticas para o segundo semestre de 2026.

A intensificação do fenômeno El Niño poderá alterar o regime de chuvas em importantes regiões produtoras do país, trazendo riscos adicionais para a produção agrícola.

No caso da cafeicultura mineira, períodos prolongados de calor e déficit hídrico podem afetar etapas decisivas do ciclo produtivo, como a floração, o desenvolvimento dos frutos e o enchimento dos grãos, com reflexos diretos sobre produtividade e qualidade da bebida.

Planejamento e conservação da água ganham importância nas propriedades rurais

Diante do cenário de maior instabilidade climática, a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) orienta os produtores a intensificarem o planejamento da próxima safra.

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Entre as principais recomendações estão:

  • Uso de cobertura vegetal para conservação da umidade do solo;
  • Adoção de práticas de plantio conservacionistas;
  • Escolha de cultivares mais tolerantes ao estresse hídrico;
  • Planejamento eficiente da irrigação;
  • Investimentos em gestão sustentável dos recursos hídricos.

Segundo o superintendente de Inovação e Economia Agropecuária da Seapa, Feliciano Nogueira, a assistência técnica será fundamental para reduzir os impactos dos eventos climáticos extremos sobre a produção rural.

“Diante das perspectivas relacionadas ao El Niño, nosso trabalho é orientar agricultores e pecuaristas sobre estratégias capazes de minimizar os efeitos do fenômeno climático e preservar a sustentabilidade das atividades agropecuárias”, afirma.

Cafeicultura precisa investir em resiliência climática

Especialistas destacam que a frequência crescente de eventos extremos exige uma mudança de postura no campo, com foco não apenas na recuperação dos danos, mas também na prevenção.

Programas de irrigação sustentável, revitalização de bacias hidrográficas, certificações de boas práticas agrícolas e ferramentas de planejamento territorial estão entre as iniciativas que podem fortalecer a resiliência das propriedades rurais.

Para a cafeicultura mineira, líder nacional na produção de café, a combinação entre assistência técnica, manejo adequado e planejamento climático será cada vez mais decisiva para garantir produtividade, qualidade e competitividade diante dos desafios impostos pelas mudanças no clima.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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