CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Volume exportado de carne bovina em outubro deste ano alcança 188,5 mil toneladas

Publicados

AGRONEGOCIOS

Segundo informado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), nesta terça-feira (1º),  os embarques de carne bovina fresca, refrigerada e congelada alcançaram 188,5 mil toneladas em 19 dias úteis do mês de outubro deste ano. No ano passado, o mês de outubro encerrou com 82,1 mil toneladas em 20 dias úteis diante da suspensão das exportações em razão do caso atípico de vaca louca. 

Em comparação com o registrado no mesmo período do ano passado, a média diária exportada cresceu cerca de 141,5%, fechando em 9,9  mil toneladas. No comparativo mensal, registrou-se um incremento de 3,3%, visto que em setembro a média diária estava em 9,6 mil toneladas 

Em outubro, os preços médios fecharam próximos de US$ 5.852 mil por tonelada. O número apresentou uma alta de 13,3% frente aos US$ 5.166 mil por tonelada, em outubro de 2021.

O valor negociado para o produto em outubro ficou em volta de US $ 1.103 bilhão. A média diária de outubro deste ano também sofreu valorização, registrando uma alta de 173,5%, ficando em US$ 58,078 milhões. 

Leia Também:  Valor Bruto da Produção de 2023 supera R$ 1,151 trilhão em outubro

Fonte: AgroPlus

Propaganda

AGRONEGOCIOS

El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

Publicados

em

A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

Leia Também:  Setor de serviços fecha 2025 com alta de 2,8%, mas encerra o ano com leve retração em dezembro
Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

Leia Também:  Nutrição na fase creche é essencial para o desempenho e rentabilidade da suinocultura
Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA