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Alexandre Silveira reforça diálogo institucional com nova presidência da Comissão de Minas e Energia
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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, recebeu, nesta terça-feira (10/2), no Ministério de Minas e Energia (MME), o deputado federal Joaquim Passarinho, presidente da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.
A reunião, de caráter institucional, marcou a primeira visita oficial de Passarinho ao MME após sua eleição para a presidência do colegiado, ocorrida em 3 de fevereiro. O encontro teve como foco o fortalecimento do diálogo entre o Poder Executivo e o Legislativo em temas estratégicos do setor energético nacional.
Para o ministro Alexandre Silveira, os desafios do setor exigem visão de longo prazo e responsabilidade institucional. “Os assuntos inerentes ao setor energético brasileiro e os desafios do Brasil diante da transição energética global são temas de Estado. Devem ser tratados de forma técnica, com foco no bem comum, garantindo segurança energética e a redução das emissões de CO₂”, afirmou o ministro.
Com trajetória consolidada na agenda de minas e energia, Passarinho já integrou grupos de trabalho e comissões voltadas à mineração e foi relator da proposta que resultou na Lei nº 14.066/2020, que aprimorou as exigências de segurança de barragens no país. Atualmente em seu terceiro mandato como deputado federal, também já exerceu função de vice-presidências da Comissão de Minas e Energia em legislaturas anteriores.
Na reunião desta terça-feira, Silveira também ressaltou a importância de uma atuação coordenada com o Congresso Nacional para avançar em marcos regulatórios e políticas públicas que assegurem previsibilidade, sustentabilidade ambiental e desenvolvimento econômico, em consonância com os compromissos do Brasil na agenda climática global.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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MEC homologa diretrizes para ensino de arte na educação básica
O ministro da Educação, Leonardo Barchini, homologou, nesta segunda-feira, 17 de agosto, as diretrizes para o ensino e o aprendizado da arte na educação básica. Produzida pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), a norma complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta os sistemas de ensino e as escolas e reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. Evento ocorreu na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do CNE, Cesar Callegari.
Ao garantir que as escolas ensinem sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento, as diretrizes buscam combater a noção de que a arte é uma atividade secundária, recreativa ou destinada apenas a complementar festas e datas comemorativas. Além disso, em um mundo cada vez mais dominado por tecnologias e pela instantaneidade, o Parecer CNE/CEB nº 2, aprovado em 19 de março de 2026, estabelece a arte como campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas. Entre as novas diretrizes estão:
- Arte como prática integradora – Deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar.
- Processos criativos e reflexivos – O ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução.
- Contextualização e análise crítica – Analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes.
- Desenvolvimento integral do estudante – O ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes.
Caberá às redes de educação definirem uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem. Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE
Fonte: Ministério da Educação



