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Amor em clima de viagem: os destinos mais românticos para o Dia dos Namorados
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Quando junho chega com seu ventinho gelado, corações apaixonados começam a bater mais forte – e o desejo de fugir da rotina, só a dois, cresce junto com as temperaturas mais baixas. O Dia dos Namorados é o pretexto perfeito para uma escapadinha romântica, e as buscas por destinos com charme, natureza e boas histórias pra viver a dois disparam.
De acordo com o buscador de viagens Kayak, os casais brasileiros estão com o pé na estrada – e o coração em lugares como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, que estão no top 10 de 2025. Conheça os queridinhos do momento e outras sugestões que parecem ter sido criados sob medida para viver (ou reviver) o amor.
Os destinos mais procurados pelos apaixonados:
– São Paulo (SP) – A metrópole também ama: cheia de experiências gastronômicas, shows, teatros e hotéis estilosos.
– Rio de Janeiro (RJ) – Porque amor com pôr do sol no Arpoador tem outro sabor.
– Recife (PE) – Onde o frevo encontra o romance à beira-mar.
– Porto Alegre (RS) – Ideal para casais que curtem clima ameno, parques e cafés.
– Fortaleza (CE) – Para celebrar o amor com água de coco e pés na areia.
– Salvador (BA) – Mistura de afeto, axé e acarajé.
– Maceió (AL) – Mar azul caribenho com sotaque brasileiro.
– São Luís (MA) – Romance com azulejos portugueses e praias tranquilas.
– João Pessoa (PB) – Onde o sol nasce primeiro – e o amor pode renascer.
Serra ou mar? O romance escolhe o cenário. Se você e sua cara-metade preferem destinos com clima de lareira, vinho e cobertor, aqui vão sugestões certeiras:
• Campos do Jordão (SP) – Fondue, chalés com vista e o charme europeu da Mantiqueira.
• Monte Verde (MG) – Para casais que curtem natureza, trilhas e banheiras com vista.
• Cunha (SP) – Cerâmicas, lavandas, cerveja artesanal e aquele pôr do sol cinematográfico.
• Petrópolis (RJ) – Palacetes, história e clima de serra no coração do Rio.
Agora, se vocês são do tipo que preferem ver o nascer do sol de mãos dadas na praia:
• Paraty (RJ) – Centro histórico + gastronomia + mar = sucesso.
• Holambra (SP) – Campos de flores e arquitetura fofa para casais que amam fotos e flores.
• São Miguel dos Milagres (AL) – Belezas naturais quase secretas para um amor tranquilo.
ÚLTIMA DICA – Para quem está planejando uma escapada romântica, o Ministério do Turismo, em parceria com companhias aéreas, desenvolve o programa Conheça o Brasil Voando — uma iniciativa que estimula o turismo com ofertas promocionais de passagens e facilidades no parcelamento. O objetivo é que mais brasileiros descubram vários destinos dentro do próprio país, seja nas serras de Minas, nas praias do Nordeste ou nas capitais cheias de cultura. As promoções são atualizadas com frequência e incluem trechos para todo o Brasil. Ou seja: se a vontade de celebrar o amor a dois vem junto com a necessidade de economizar, vale a pena ficar de olho nas condições do programa. Afinal, viver momentos inesquecíveis não precisa custar uma fortuna.
Por Lívia Albernaz
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Turismo plural é estratégia de competitividade, defendem especialistas no Fórum Internacional de Mulheres no Turismo
Ir além do óbvio e incluir recortes de gênero, raça, idade e ancestralidade não é apenas uma pauta social, mas uma estratégia de competitividade e mercado para os destinos brasileiros. Essa avaliação marcou o painel “Diversidade e Inclusão Turística da Mulher”, realizado nesta quinta-feira (4), durante o segundo dia do Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB). O debate reuniu especialistas em afroturismo, turismo 60+ e turismo indígena para discutir como diferentes trajetórias, identidades e territórios influenciam a forma de viajar, empreender e consumir turismo no país.
A coordenadora-geral de Turismo Responsável e Sustentável do Ministério do Turismo, Carolina Fávero, destacou que as políticas públicas voltadas às mulheres precisam considerar essa pluralidade. “As mulheres viajam de maneiras diferentes, vivem realidades diferentes e se relacionam com os destinos de formas distintas. Pensar em um turismo mais inclusivo significa reconhecer essa diversidade e construir experiências que contemplem todas elas”, afirmou.
Afroturismo
Especialista em afroturismo, Thaís Rosa Pinheiro defendeu que os destinos brasileiros avancem no reconhecimento da diversidade racial presente no país e valorizem histórias que, por muito tempo, permaneceram invisibilizadas.
Segundo ela, os turistas buscam cada vez mais experiências autênticas, ligadas à identidade, à cultura e à memória dos territórios. ”O turismo é feito de pessoas para pessoas. As belezas naturais são importantes, mas o que conecta o visitante aos destinos são as histórias, a cultura e a identidade de quem vive nesses lugares”, ressaltou.
Para Thaís, ampliar o olhar sobre o afroturismo também significa qualificar o acolhimento e combater situações de discriminação, que ainda afetam viajantes negros em diferentes etapas da experiência turística.
Turismo 60+
A criadora do blog Sentidos do Viajar, Sylvia Yano, chamou a atenção para o crescimento da população idosa e para a necessidade de o setor desenvolver produtos e experiências mais adequados a esse público. Segundo ela, muitas mulheres acima dos 60 anos ainda não se reconhecem na comunicação e na oferta turística disponíveis atualmente.
Dados apresentados pela especialista mostram que 74% das pessoas com mais de 60 anos não se enxergam representadas no turismo. Atualmente, o Brasil possui cerca de 35 milhões de pessoas nessa faixa etária, número que tende a crescer nas próximas décadas.
”A população está envelhecendo e o turismo precisa se preparar para isso. Não estamos falando apenas de acessibilidade, mas de experiências significativas, autênticas e alinhadas aos interesses desse público”, ressaltou.
Protagonismo indígena
Representando a Rota dos Encantados Potiguara, a empreendedora indígena Îasypytã Potiguara defendeu que os povos originários deixem de ser vistos apenas como atrativos turísticos e passem a ocupar o papel de protagonistas na construção e na gestão das experiências oferecidas aos visitantes.
Segundo ela, iniciativas de etnoturismo sustentável têm contribuído para preservar tradições, fortalecer economias locais e gerar renda para mulheres indígenas em seus próprios territórios. ”Quem melhor para contar a história de um povo do que as pessoas que pertencem a ele? Quando os povos indígenas assumem o protagonismo do turismo, fortalecem sua cultura, preservam seus territórios e transformam a realidade das comunidades”, afirmou.
Encerrando o painel, as participantes defenderam que a ampliação da diversidade no turismo não deve ser vista apenas como uma pauta de inclusão, mas como uma estratégia para tornar os destinos mais competitivos, autênticos e preparados para atender aos diferentes perfis de viajantes que movimentam o setor.
Por Natália Moraes e Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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