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Base Sul Fronteira da Coordenação de Aviação Operacional é inaugurada em Maringá/PR
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Maringá, 27/3/2026 – A Polícia Federal inaugurou, nesta sexta-feira (27/3), a Base Sul Fronteira da Coordenação de Aviação Operacional (CAOP), instalada no Aeroporto Regional de Maringá. A iniciativa integra o plano estratégico do Governo Federal voltado ao fortalecimento da presença operacional e ao enfrentamento qualificado do crime organizado nas regiões de fronteira.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), destinou R$ 15,6 milhões para o suporte aéreo, incluindo a locação de helicóptero modelo Esquilo de última geração.
Tal investimento, segundo o Ministro da Justiça, Wellington Lima, é fruto do recorde histórico de arrecadação, por meio de leilões de bens apreendidos do crime. “Esse recurso volta para a sociedade como forma de investimentos na qualificação das policiais e em programas de prevenção”, garantiu. Ele ainda acrescentou: “Os equipamentos que entregamos aqui hoje para a polícia federal é fruto desse trabalho: a PF retira recurso do crime e nós usamos esse recurso para qualificar a polícia: chamamos isso de ciclo virtuoso da gestão de ativos”.
A Base Sul foi posicionada em área geograficamente estratégica, permitindo cobertura tática da Região Sul e também dos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo. A atuação tem como foco a desarticulação de redes criminosas envolvidas com tráfico de drogas, armas e contrabando, que utilizam rotas complexas para abastecer facções com atuação nacional e internacional.
“É preciso destacar que segurança pública e, por consequência, o enfrentamento ao crime organizado, são hoje as grandes preocupações, não só da sociedade brasileira, mas dos Estados, da sociedade civil e do mundo corporativo. Sem segurança não há desenvolvimento, não há investimento, não há sossego para as pessoas viverem”, ressaltou o Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
Destaques operacionais e governança
A nova unidade amplia a capacidade de resposta da Polícia Federal nos modais aéreo, terrestre e fluvial, reduzindo o tempo de mobilização das equipes e elevando a eficiência em operações de alta complexidade. O suporte aéreo também contribui para a mitigação de riscos em campo. “A Base Sul consolida uma plataforma operacional apta a gerar efeitos concretos e duradouros no enfrentamento ao crime organizado transnacional e na proteção dos interesses do Estado brasileiro”, concluiu Andrei Rodrigues.
No âmbito da governança, a Base Sul atuará de forma integrada com Delegacias de Polícia Federal em cidades estratégicas, como Foz do Iguaçu/PR, Guaíra/PR, Cascavel/PR, Maringá/PR, Naviraí/MS, Ponta Porã/MS, Corumbá/MS e Presidente Prudente/SP, fortalecendo a interoperabilidade entre forças de segurança e órgãos de inteligência.
Investimento e parcerias
A implantação da base resulta de esforço conjunto entre a Polícia Federal, a Prefeitura de Maringá (por meio do Aeroporto Regional), a Receita Federal, a Justiça Federal e a sociedade civil organizada, representada pelo CONSEG-Maringá.
Os parceiros locais foram responsáveis pela reforma do hangar e pela estruturação logística, com investimento aproximado de R$ 500 mil.
Com a nova estrutura, a Polícia Federal intensifica a repressão a crimes praticados por meio do modal aéreo, acompanhando a crescente demanda por investigações relacionadas a aeronaves que cruzam ilegalmente as fronteiras brasileiras.
Estiveram presentes no evento o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva; a Ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann; o Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues; a Secretária Nacional de Políticas sobre drogas e gestão de Ativos, Marta Rodriguez de Assis Machado; o Diretor-Geral Brasileiro da ITAIPU Binacional, Enio Verri; o Diretor Executivo da Polícia Federal, William Murad; o Superintendente Regional da Polícia Federal no Paraná, Rivaldo Vanancio; o Prefeito de Maringá, Silvio Barros; o Diretor-Presidente do Aeroporto Regional de Maringá, Gustavo Catelli Vieira da Silva e o Presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Maringá, José Triana Primo.
*Com informações da Polícia Federal
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Sisu+ 2026: MEC disponibiliza consulta às vagas
O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou, nesta segunda-feira, 8 de junho, a página de consulta de vagas do Sisu+, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A ferramenta do Portal de Acesso Único permite a consulta antecipada da oferta de vagas disponíveis no programa. A plataforma permite filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes importantes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições.
O Sisu+ visa ofertar eventuais vagas disponíveis nas instituições ofertantes para ingresso no segundo semestre de 2026. Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.
Inscrição – Os estudantes interessados em participar do Sisu + podem se inscrever no período de 15 a 19 de junho, por meio do Portal de Acesso Único. Para se inscrever, é necessário que os candidatos tenham participado de uma ou mais edições do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e que tenham concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026. Para fins de inscrição, classificação e seleção dos estudantes, será utilizada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada de acordo com a opção de curso e com os critérios preestabelecidos. Na inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso, turno, local de oferta e instituição, optando por uma ordem de preferência.
Confira o cronograma do Sisu+ 2026: 
Sisu+ – O programa integra um ciclo mais amplo de aprimoramento do Sisu, como as alterações recentes da Lei de Cotas, aprimoramentos importantes no sistema de inscrição e melhorias na organização de vagas. A seleção é uma etapa complementar ao Sisu que tem o objetivo de ampliar o acesso à educação superior, contribuindo para a ocupação de vagas disponíveis, e de aperfeiçoar os processos da ferramenta de seleção. A etapa fortalece as instituições públicas de educação superior ao permitir que utilizem a estrutura do Sisu para ofertar vagas que, de outra forma, poderiam depender de processos seletivos próprios, com maior dispersão de regras, calendários e canais de divulgação.
A participação é voltada às instituições públicas e gratuitas que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026 e formalizado a participação por meio do termo de adesão. A tendência é que o Sisu+ seja utilizado especialmente para: cursos que, tradicionalmente, dependem de chamadas sucessivas para preenchimento de vagas; instituições que realizariam processos seletivos próprios para vagas com ingresso no segundo semestre; cursos de licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas em que a ampliação do acesso esteja associada a políticas públicas complementares; e instituições que desejem utilizar a infraestrutura do Sisu para reduzir custos administrativos, ampliar a divulgação das vagas e padronizar procedimentos de seleção.
O objetivo é reduzir a necessidade de processos seletivos próprios paralelos e apoiar a organização das ofertas acadêmicas em ambiente já conhecido pelas instituições e pelos estudantes, incluindo instituições localizadas em regiões interiorizadas do país e ampliando a visibilidade de vagas eventualmente disponíveis fora dos grandes centros urbanos.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
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