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Brasil ultrapassa 50 milhões de viajantes em voos domésticos em 2025 e bate recorde em julho

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O número de passageiros em voos domésticos nos primeiros 7 meses de 2025 alcançou a marca de 57 milhões, um crescimento de 8% em relação ao mesmo período de 2024, quando a movimentação no transporte aéreo brasileiro atingiu 52,8 milhões de passageiros.

“O crescimento é constante no turismo brasileiro e a movimentação nos voos domésticos só cresce desde fevereiro. Vamos manter o nosso plano de ampliar a oferta de rotas aéreas e na infraestrutura turística do país para estimular que as pessoas conheçam, cada vez mais, o Brasil, que é rico em todos os tipos de destinos e não deve nada para nenhum outro país do mundo”, destaca o ministro do Turismo, Celso Sabino.

Em relação ao mês de julho, o Brasil registrou um recorde para o mês: 9 milhões de passageiros em voos domésticos. O valor representa um crescimento de 5,8% em relação a julho de 2024, quando o país registrou 8,5 milhões de passageiros.

Os dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) consolidam o sétimo mês do ano como o melhor desempenho de 2025 em volume de passageiros, superando o mês de janeiro, que somou 8,6 milhões de embarques e desembarques em voos domésticos.

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O maior fluxo de passageiros entre os estados foi registrado na rota São Paulo–Rio de Janeiro, que liderou o ranking com 620 mil viajantes. Na sequência, aparecem as conexões entre São Paulo e Paraná, com 585 mil, e São Paulo–Bahia, com 570 mil.

No ranking dos aeroportos com maior circulação, os terminais de Guarulhos (SP), Congonhas (SP) e Brasília (DF) ocuparam as primeiras posições. Galeão (RJ) e Confins (MG) completam o top 5 em volume de passageiros. No Nordeste, o destaque foi o aeroporto de Recife; na Região Sul, o terminal de Porto Alegre; e, no Norte, o aeroporto de Belém registrou a maior movimentação.

Por Marco Guimarães 
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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