CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Câmara Técnica aprova temas e objetivos estratégicos para impulsionar a economia digital no Brasil

Publicados

BRASIL

A Câmara Técnica (CT) de Economia Digital do Comitê Interministerial para a Transformação Digital (CITDigital) realizou sua primeira reunião nesta quinta-feira (26), estabelecendo as bases para a construção de uma estratégia nacional robusta para o setor.

No encontro, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) foram debatidos e aprovados os objetivos e temas estratégicos que nortearão os trabalhos do governo federal para acelerar o desenvolvimento da economia digital no país.

Com o objetivo de guiar a atuação do grupo, foram aprovados dois objetivos estratégicos centrais: construir uma visão comum, pavimentando consensos sobre a estratégia nacional de Economia Digital; e alavancar o potencial e acelerar as entregas das iniciativas estruturantes e setoriais da economia digital. Alinhada à Nova Indústria Brasil, a pauta da economia digital é de responsabilidade do Departamento de Transformação Digital e Inovação da Secretaria de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços (DEIN/SDIC) no MDIC.

A economia digital envolve a integração de tecnologias digitais nas atividades econômicas, incluindo a criação, produção, distribuição e consumo de bens e serviços por meios digitais. O setor já representa cerca de 15% do PIB global, com destaque para áreas como inteligência artificial, semicondutores, data centers e segurança digital, que apresentam crescimento acelerado.

Leia Também:  Ministério de Minas e Energia divulga calendário de leilões de transmissão até 2027

Mapeamento de ações federais

Após mapear e análisar as ações em curso no governo federal voltadas à digitalização da economia, a Câmara Técnica identificou 14 iniciativas de oito ministérios como projetos estruturantes e diretamente ligadas à Economia Digital. No total, foram avaliados 109 projetos digitais de 29 ministérios.
Para organizar os debates e articular as ações, a CT de Economia Digital definiu cinco temas estratégicos que servirão como pilares para os trabalhos futuros:

  • Adensar as cadeias nacionais de produção das TICs;
  • Ampliar a capacidade nacional de processamento de dados;
  • Fortalecer o ecossistema da Economia Digital nacional;
  • Estimular a capacitação e a pesquisa em Tecnologias Digitais;
  • Compras públicas.

A definição destes eixos consolida o compromisso do governo em criar um ambiente propício à inovação e ao fortalecimento da competitividade do Brasil no cenário digital global.

Ao final do encontro, a Câmara Técnica definiu as iniciativas prioritárias de trabalho que serão desenvolvidas dentro de cada um dos temas aprovados, garantindo foco e celeridade para as próximas etapas.

Leia Também:  Fies 2025: último dia para complementação da inscrição

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Ministério da Justiça e Segurança Pública notifica Google e Apple sobre aplicativos de bets ilegais

Publicados

em

Brasília – 18/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) enviou ofícios à Google Brasil e à Apple, nesta sexta-feira (17,) solicitando esclarecimentos sobre a disponibilização de aplicativos de apostas ilegais — os chamados bets — em suas respectivas lojas virtuais, a Play Store e a App Store, sem autorização do Ministério da Fazenda.

Os Ofícios nº 455 e nº 456/2026, assinados pelo Secretário Nacional de Direitos Digitais e pelo Secretário Nacional do Consumidor, foram produzidos a partir de monitoramento de rotina da Coordenação-Geral de Classificação Indicativa da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (SEDIGI).

O levantamento identificou, em caráter preliminar, inúmeros aplicativos disponíveis para download que aparentemente promovem, ofertam ou viabilizam o acesso a apostas de quota fixa e outras modalidades lotéricas sem autorização regulatória emitida pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

De acordo com os ofícios, os aplicativos identificados não estão sequer dissimulados sob o pretexto de outras funcionalidades, sendo encontrados com facilidade por meio de termos de busca simples, como a expressão “jogo do Tigrinho”. Exemplos dos aplicativos levantados constam nos anexos dos documentos.

Leia Também:  Ministérios do Trabalho e das Mulheres apresentam 4º Relatório de Transparência Salarial

O Ministério aponta que as condutas identificadas, em juízo preliminar, contrariam a legislação de proteção dos direitos da criança e do adolescente na internet — especificamente o art. 6°, inciso IV, da Lei nº 15.211/2025 — e o Código de Defesa do Consumidor (arts. 10, 18 e 39, inciso IV), podendo resultar em responsabilização solidária de toda a cadeia de fornecedores. Destaca-se ainda o art. 21 do Decreto 12.880/ 2026, que regulamenta o ECA Digital e determina expressamente que lojas de aplicações e sistemas operacionais devem impedir a disponibilização de produtos ou serviços que promovam acesso a loterias não autorizadas pelos órgãos competentes.

As empresas notificadas devem apresentar esclarecimentos circunstanciados e acompanhados de documentação comprobatória sobre as políticas internas aplicáveis à distribuição de aplicativos de apostas; os procedimentos de triagem prévia adotados para verificar autorizações regulatórias e mecanismos de verificação de idade; e uma relação nominal atualizada de todos os aplicativos das categorias Loterias, Apostas, Cassino, Bets e correlatas atualmente disponíveis para usuários no Brasil, com indicação do desenvolvedor responsável, classificação indicativa e autorização regulatória declarada.

Leia Também:  MEC debate juventudes e participação estudantil

O Ministério ressalta que a lista oficial das operadoras de apostas de quota fixa regularmente autorizadas no âmbito federal é mantida pelo Ministério da Fazenda e está disponível para consulta pública em gov.br/fazenda (acrescentar link), o que torna a verificação da regularidade dos aplicativos uma providência de baixa complexidade operacional.

Os ofícios têm natureza informativa e instrutória, não constituindo, por si sós, aplicação de sanção. Contudo, as respostas apresentadas — ou sua ausência — poderão permitir a instauração de procedimento administrativo próprio.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA