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Câmara Temática de Regionalização debate nova metodologia de categorização de municípios do Mapa do Turismo Brasileiro

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Na última quinta-feira (17/07), em Brasília (DF), integrantes da Câmara Temática de Regionalização do Turismo do Conselho Nacional de Turismo (CNT) conheceram, durante reunião extraordinária, a nova metodologia de categorização dos municípios que compõem o Mapa do Turismo Brasileiro.

O procedimento foi elaborado mediante parceria entre o Ministério do Turismo (MTur) e o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), utilizando dados públicos municipalizados.

A versão final será apresentada no dia 23 de agosto, durante o II Seminário Nacional de Regionalização do Turismo, em São Paulo (SP), dentro da programação do “Salão do Turismo: Conheça o Brasil”.

“Estamos dando total conhecimento para a Câmara Temática de todo o processo de inovação da metodologia de categorização, alinhado à nova Lei Geral do Turismo e ao Plano Nacional de Turismo, com o objetivo de tornar mais transparente a categorização de cada município”, frisou Ana Carla Moura, coordenadora-geral de Áreas Estratégicas para o Desenvolvimento do Turismo do MTur e da Câmara Temática de Regionalização do Turismo.

Marco Borges, diretor do Departamento de Ordenamento, Inteligência e Desenvolvimento do Turismo do MTur, defendeu a nova metodologia de classificação e destacou o papel do Mapa como um instrumento de direcionamento do desenvolvimento turístico. “Estamos buscando aprimorar a metodologia para ficar mais claro a categoria dos municípios do Mapa”, explicou.

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O Mapa possibilita ao MTur identificar os atrativos dos municípios, e a categorização permite que cada localidade verifique o impacto econômico do turismo nas suas regiões. Já a consequente estruturação dos destinos possibilita que agências e operadoras de turismo ofereçam novos roteiros e experiências a visitantes, fortalecendo a atividade turística no país.

CÂMARA TEMÁTICA – A Câmara Temática de Regionalização do Turismo, no âmbito do Conselho Nacional de Turismo, tem o papel de identificar, discutir e encaminhar questões pertinentes ao processo de organização do setor no Brasil, com o compromisso de apoiar a implementação da atual Política Nacional de Turismo.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado

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Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.

A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.

Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.

No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.

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As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.

A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.

O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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