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Capacitação do MEC Gestão Presente ocorrerá de 5 a 8/8

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Na próxima semana, o Ministério da Educação (MEC) promoverá, de 5 a 8 de agosto, formação voltada às secretarias municipais de educação selecionadas para o primeiro ciclo de implementação do módulo Gestão Presente na Escola do MEC Gestão Presente. A capacitação técnica tem como objetivo qualificar cerca de 800 operadores das redes públicas de ensino para o uso autônomo do Sistema Gestão Presente (SGP). O evento é promovido pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC e será realizado de forma online, com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube, sempre às 10h (horário de Brasília). 

Lançada em abril deste ano, a plataforma MEC Gestão Presente organiza e integra dados educacionais das redes estaduais, distrital e municipais. Entre suas principais funcionalidades estão a padronização na coleta e no compartilhamento de dados escolares, a melhoria na transparência e eficiência administrativa e o fortalecimento da colaboração entre os entes federativos.  

Além disso, facilita o acompanhamento da trajetória dos estudantes e profissionais, o planejamento de políticas públicas e a gestão da educação como um todo.   

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Confira a programação dos encontros: 

  • 5/084º Encontro: Gestão de Dados no SGP – Estudantes (Parte II); 

  • 6/08 – 5º Encontro: Gestão de Dados no SGP – Profissionais da Educação (Parte I); 

  • 7/08 – 6º Encontro: Gestão de Dados no SGP – Profissionais da Educação (Parte II); 

  • 8/08 – 7º Encontro: Envio de Dados por API. 

O encontro inaugural e os três primeiros — com os temas: Explorando o Sistema Gestão Presente; Gestão de dados no Sistema Gestão Presente: dados das escolas; e Gestão de dados no Sistema Gestão Presente: estudantes – Parte I (cadastro, matrícula e rematrícula) —, foram realizados em julho.  

A formação conta com o apoio do Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais da Universidade Federal de Alagoas (NEES/UFAL), parceiro na construção de soluções tecnológicas para a educação pública. 

A iniciativa reafirma o compromisso do MEC com a modernização da gestão escolar e a construção de uma educação pública mais eficiente, transparente e integrada em todo o país. 

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Módulos  A plataforma conta com dois módulos principais: o Sistema Gestão Presente (SGP) e o Módulo Gestão Presente na Escola (GPE). O SGP é operado por meio da Plataforma de Dados da Educação Básica, que integra as informações e gerencia os dados do programa Pé-de-Meia, recebendo mensalmente informações de cerca de oito milhões de estudantes. Também estão no sistema as informações do ensino fundamental e da educação infantil.  

Já o módulo Gestão Presente na Escola é um sistema gratuito de gestão escolar com funcionalidades como matrícula, grade de horários, enturmação e diário de classe com registro de frequência e notas, contribuindo diretamente para a organização e eficiência das rotinas escolares. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB  

Fonte: Ministério da Educação

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Turismo plural é estratégia de competitividade, defendem especialistas no Fórum Internacional de Mulheres no Turismo

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Ir além do óbvio e incluir recortes de gênero, raça, idade e ancestralidade não é apenas uma pauta social, mas uma estratégia de competitividade e mercado para os destinos brasileiros. Essa avaliação marcou o painel “Diversidade e Inclusão Turística da Mulher”, realizado nesta quinta-feira (4), durante o segundo dia do Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB). O debate reuniu especialistas em afroturismo, turismo 60+ e turismo indígena para discutir como diferentes trajetórias, identidades e territórios influenciam a forma de viajar, empreender e consumir turismo no país.

​A coordenadora-geral de Turismo Responsável e Sustentável do Ministério do Turismo, Carolina Fávero, destacou que as políticas públicas voltadas às mulheres precisam considerar essa pluralidade. “As mulheres viajam de maneiras diferentes, vivem realidades diferentes e se relacionam com os destinos de formas distintas. Pensar em um turismo mais inclusivo significa reconhecer essa diversidade e construir experiências que contemplem todas elas”, afirmou.

​Afroturismo

​Especialista em afroturismo, Thaís Rosa Pinheiro defendeu que os destinos brasileiros avancem no reconhecimento da diversidade racial presente no país e valorizem histórias que, por muito tempo, permaneceram invisibilizadas. 

Segundo ela, os turistas buscam cada vez mais experiências autênticas, ligadas à identidade, à cultura e à memória dos territórios. ​”O turismo é feito de pessoas para pessoas. As belezas naturais são importantes, mas o que conecta o visitante aos destinos são as histórias, a cultura e a identidade de quem vive nesses lugares”, ressaltou.

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​Para Thaís, ampliar o olhar sobre o afroturismo também significa qualificar o acolhimento e combater situações de discriminação, que ainda afetam viajantes negros em diferentes etapas da experiência turística.

​Turismo 60+

A criadora do blog Sentidos do Viajar, Sylvia Yano, chamou a atenção para o crescimento da população idosa e para a necessidade de o setor desenvolver produtos e experiências mais adequados a esse público. Segundo ela, muitas mulheres acima dos 60 anos ainda não se reconhecem na comunicação e na oferta turística disponíveis atualmente.

​Dados apresentados pela especialista mostram que 74% das pessoas com mais de 60 anos não se enxergam representadas no turismo. Atualmente, o Brasil possui cerca de 35 milhões de pessoas nessa faixa etária, número que tende a crescer nas próximas décadas.

​”A população está envelhecendo e o turismo precisa se preparar para isso. Não estamos falando apenas de acessibilidade, mas de experiências significativas, autênticas e alinhadas aos interesses desse público”, ressaltou.

​Protagonismo indígena

​Representando a Rota dos Encantados Potiguara, a empreendedora indígena Îasypytã Potiguara defendeu que os povos originários deixem de ser vistos apenas como atrativos turísticos e passem a ocupar o papel de protagonistas na construção e na gestão das experiências oferecidas aos visitantes.

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​Segundo ela, iniciativas de etnoturismo sustentável têm contribuído para preservar tradições, fortalecer economias locais e gerar renda para mulheres indígenas em seus próprios territórios. ​”Quem melhor para contar a história de um povo do que as pessoas que pertencem a ele? Quando os povos indígenas assumem o protagonismo do turismo, fortalecem sua cultura, preservam seus territórios e transformam a realidade das comunidades”, afirmou.

​Encerrando o painel, as participantes defenderam que a ampliação da diversidade no turismo não deve ser vista apenas como uma pauta de inclusão, mas como uma estratégia para tornar os destinos mais competitivos, autênticos e preparados para atender aos diferentes perfis de viajantes que movimentam o setor.

Por Natália Moraes e Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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