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Cartilhas Qualifica Turismo: conhecimento gratuito para profissionais do setor

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Para profissionais que buscam aprimoramento no setor turístico, o Ministério do Turismo disponibiliza gratuitamente na plataforma Qualifica Turismo uma série de cartilhas que servem como material didático complementar aos cursos oferecidos pela Escola Nacional de Turismo. Recentemente, o acervo foi enriquecido com oito novas publicações elaboradas pelo Instituto Federal do Pará (IFPA), ampliando significativamente os recursos educacionais para estudantes, docentes e profissionais de todo o país.

O material integra as diretrizes do Ministério do Turismo para promover um setor mais competitivo, inclusivo e preparado para atender à crescente demanda por serviços turísticos em todo o Brasil, abrangendo tanto o segmento corporativo quanto cultural e turístico. As cartilhas são voltadas a estudantes, empreendedores e trabalhadores do segmento, oferecendo conteúdo de consulta aberta e gratuita.

ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS – Essa tem como objetivo qualificar profissionais para atuarem na realização de eventos com excelência, orientando sobre o funcionamento do mercado de eventos e destacando os principais perfis de empresas atuantes no setor, como organizadoras, produtoras, agências de marketing e plataformas digitais. O material “Organizador de Eventos no Turismo” ressalta a importância de garantir segurança, acessibilidade e conformidade legal em todas as etapas da realização.

Dividida em módulos, a Cartilha de Organização de Eventos explora três fases fundamentais: pré-evento, execução e pós-evento. Na etapa inicial, são abordados aspectos como planejamento estratégico, definição de público-alvo, captação de recursos e contratação de fornecedores. Durante a execução, o foco está na gestão eficiente da estrutura, recepção dos participantes, coordenação da equipe e resolução de imprevistos. Ao final, são detalhadas ações como avaliação de resultados, emissão de certificados, prestação de contas e manutenção de relacionamento com o público e parceiros.

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Um destaque especial é o capítulo dedicado à captação de eventos, que apresenta estratégias para atrair projetos a instituições, cidades ou territórios. A proposta inclui desde a elaboração de projetos personalizados até a negociação de patrocínios e formalização de parcerias vantajosas para todas as partes envolvidas. A cartilha também oferece anexos com modelos de checklists, ferramentas práticas que auxiliam os organizadores na condução de cada etapa do evento, contribuindo para maior organização, controle de tarefas e qualidade dos serviços prestados.

GESTÃO DE NEGÓCIOS – É direcionada tanto a profissionais que estão ingressando no mercado quanto àqueles que buscam aprimoramento. Com abordagem didática e conteúdo estruturado de forma progressiva, o material percorre desde os fundamentos do turismo e hospitalidade até aspectos mais técnicos da administração de negócios turísticos.

Organizada em oito capítulos, a publicação destaca a importância econômica, social e cultural do setor, explora os impactos do turismo na geração de renda e no desenvolvimento local, e apresenta estratégias de marketing voltadas ao comportamento do consumidor atual, incluindo o uso de ferramentas digitais e a construção de experiências personalizadas. São abordados temas como gestão administrativa, finanças, gestão de pessoas e operação de empreendimentos turísticos, sempre com foco em inovação, sustentabilidade e turismo de base comunitária.

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A cartilha “Gestão de Negócios para o Turismo” também reforça a importância da qualidade no atendimento como diferencial competitivo e detalha o marco legal do setor, incluindo a Lei Geral do Turismo, o sistema CADASTUR e direitos do consumidor. Ao final, convida o leitor a refletir sobre as perspectivas futuras do turismo brasileiro, incentivando a busca contínua por conhecimento e a adoção de boas práticas.

COMPROMISSO COM A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL – Combinando teoria e prática, o material traz dicas aplicáveis, estudos de caso e atividades que estimulam o aprendizado ativo, tornando-se importante aliado para o fortalecimento do turismo nacional. Ao disponibilizar gratuitamente esse conteúdo, o Ministério do Turismo reafirma seu compromisso com a profissionalização do setor, a promoção da sustentabilidade e o estímulo à competitividade dos destinos brasileiros.

O acesso às cartilhas está disponível na plataforma Qualifica Turismo, reforçando a democratização do conhecimento e contribuindo para a formação de profissionais mais qualificados e preparados para os desafios do mercado turístico contemporâneo.

Por Júlia de Aguiar
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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MEC credencia novas universidades comunitárias: entenda o modelo

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior (Seres), publicou, na terça-feira, 1º de setembro, seis portarias relativas às Instituições Comunitárias de Educação Superior (Ices), uma de qualificação e cinco de renovação. A instituição qualificada foi a Universidade Vale do Rio Doce (Univale), de Minas Gerais. As renovações foram publicadas para as seguintes instituições: Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Universidade do Vale do Paraíba (Univap), Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) e Universidade do Vale do Taquari (Univates). Todas as portarias têm validade de cinco anos. 

As Ices são constituídas na forma de associação ou fundação, com personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que ofertam serviços gratuitos à população, proporcionais aos recursos que eventualmente obtiverem do poder público. Também institucionalizam programas permanentes de extensão e ação comunitária voltados à formação e desenvolvimento dos alunos e ao desenvolvimento da sociedade. 
 
No início deste ano, o Ministério da Educação (MEC) publicou a Portaria MEC nº 71, que estabelece procedimentos para a qualificação, o monitoramento e a formalização de parcerias entre o poder público e as Ices. De acordo com a portaria, as instituições comunitárias qualificadas poderão acessar recursos públicos federais para o desenvolvimento de atividades de interesse público, inclusive por meio de editais de fomento e de emendas parlamentares. A norma também prevê que essas instituições possam atuar como alternativa na oferta de serviços públicos educacionais, respeitando os princípios da legalidade, da transparência e da finalidade pública. 
 
Categorias administrativas da educação superior 
 
As instituições de educação superior são divididas em seis categorias administrativas: as públicas podem ser municipais, estaduais ou federais. Já as privadas podem ter ou não fins lucrativos. Também há a categoria das universidades de caráter especial, que não se enquadram nem como públicas e nem como privadas, pois foram criadas por lei, mas cobram mensalidade. 
 
Públicas  Mantidas pelos governos. As federais, pela União; as estaduais, pelos governos de cada unidade federativa; e as municipais, pelas prefeituras. As federais e as estaduais são gratuitas e o acesso geralmente ocorre por meio de processos seletivos como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ou vestibulares próprios.  
 
Privadas – Quanto às universidades privadas, além das comunitárias, estão as confessionais, ligadas a doutrinas religiosas; as filantrópicas, focadas em assistência social e oferta de bolsas de estudo e também sem fins lucrativos; e as privadas, cujo objetivo é gerar lucro para os donos ou acionistas. Oferecem formas de entrada subsidiadas por programas governamentais como o Programa Universidade para Todos (Prouni) ou o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As instituições particulares pagas podem variar desde faculdades de pequeno porte até grandes redes educacionais. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Seres  

Fonte: Ministério da Educação

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