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Comitê de Governança do MME discute gestão estratégica de 2025

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, na última quarta-feira (26/03), a reunião ordinária do Comitê de Governança (CGOV) de 2025. O colegiado deliberou diversos assuntos, incluindo a Governança do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Catálogo de Políticas Públicas e a priorização das políticas públicas que compõem o catálogo elaborado pelo Comitê Estratégico de Supervisão.

A reunião serviu ainda para analisar os resultados dos Indicadores Estratégicos do Planejamento Estratégico Participativo, os impactos e perspectivas do programa Gás Para Todos, a constituição do Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte) e as orientações para submissão de propostas de normas para o Comitê Permanente para Análise de Impacto Regulatório (CPAIR). Foram apresentados, ainda, os planos de trabalho dos comitês técnicos da governança do MME para o exercício de 2025.

O programa Gás Para Todos, apresentado na reunião, é uma iniciativa para levar o gás liquefeito de petróleo (GLP) a mais de 20 milhões de famílias, promovendo condições dignas para o cozimento e impactando positivamente a saúde das famílias brasileiras, o que reafirma o compromisso do MME no combate à pobreza energética.

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O Fonte é um instrumento consultivo e permanente criado para promover um debate amplo e democrático sobre a transição energética no Brasil. Ele reúne representantes do governo, da sociedade civil e do setor produtivo para discutir e propor soluções para os desafios da transformação da matriz energética brasileira.

Outro ponto relevante da reunião ordinária foi a apresentação do Catálogo de Políticas Públicas do MME, que tem o objetivo de disponibilizar informações confiáveis e atualizadas sobre as políticas públicas do ministério, representando um importante instrumento de transparência ativa e de orientação das empresas estatais vinculadas.

“O encontro foi importante para o exercício da coordenação por parte Secretaria-Executiva com apoio das demais secretarias, a fim de consolidar a política de governança do MME. A apresentação das políticas públicas da pasta e o acompanhamento da execução dos planos de trabalho de cada um dos sete programas que fazem parte da política de governança demonstra que o MME está ciente dos rumos a seguir e estimula uma administração pública moderna, participativa e orientada para resultados”, comentou o Secretário-Executivo Adjunto do MME, Fernando Colli.

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A reunião inaugural do Comitê de Governança do MME em 2025 evidencia o comprometimento do ministério em aprimorar a governança pública e a transparência nas ações. À medida que o MME avança nessa agenda, a continuidade do diálogo e a implementação das estratégias discutidas serão fundamentais para a pasta reforçar o protagonismo na política energética nacional.

Comitê de Governança do MME

O CGOV é responsável pela condução da política de governança do MME, entre os temas cruciais, como gestão estratégica, de riscos, integridade, avaliação de políticas setoriais e resultados organizacionais, gestão de indicadores de desempenho, além de modernização e transparência.

Saiba mais sobre o CGOV aqui.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759/5620 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Redes devem enviar planos de vagas em creches e pré-escolas até dezembro

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Com o objetivo de ampliar a oferta de matrículas em creches e pré-escolas, o Ministério da Educação (MEC) recebe até 31 de dezembro os planos de expansão de matrículas na educação infantil do Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil (Conaquei).

Esses materiais devem conter informações territoriais, oferta atual, prioridades educacionais e planejamento para articulação entre as diferentes áreas da gestão municipal, bem como a capacidade de financiamento da educação municipal e as estratégias de colaboração do estado. Os planos devem ser enviados por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), no módulo Conaquei.

O objetivo do plano é assumir compromissos objetivos e claros na organização do processo, na articulação do diagnóstico, na definição das metas, no financiamento e no monitoramento da expansão da oferta da educação infantil. Trata-se de um instrumento de gestão do município fundamentado na realidade local, focado em um planejamento viável e transparente, identificando onde está a maior necessidade de vagas e melhorando a qualidade e a equidade na etapa de ensino.

Para auxiliar os gestores no processo de construção, o MEC desenvolveu um guia com o passo a passo a ser seguido:

  1. Organizar a coordenação do trabalho: definir quem conduzirá o processo nas secretarias e detalhar como deve ser feita a articulação com áreas estratégicas, como finanças, obras e assistência social.
  2. Levantar a oferta e a demanda: reunir e consolidar dados sobre a oferta municipal, incluindo crianças em lista de espera, a demanda manifesta para creche (de zero a três anos e 11 meses) e população não atendida na pré-escola (de quatro a seis anos e nove meses), cuja matrícula é obrigatória.
  3. Identificar as prioridades territoriais de atendimento: definir os locais com maiores déficits de oferta e os públicos com prioridade no atendimento, observada a legislação nacional e com base nos diagnósticos.
  4. Analisar a capacidade de expansão da rede: compreender como a secretaria municipal ampliará a oferta por meio da reorganização do atendimento na rede existente, da necessidade de construção de novas unidades, da retomada de obras paradas e da adequação de imóveis públicos, garantindo as condições de acessibilidade e inclusão.
  5. Definir metas, estratégias e cronograma: traduzir o diagnóstico em decisões concretas para nortear as ações.
  6. Prever financiamento e condições de implementação: estimar custos, identificar fontes de financiamento e articular o plano aos instrumentos de planejamento e orçamento.
  7. Considerar equipe, funcionamento e qualidade da oferta: contemplar no documento a necessidade de contratação de pessoal, a formação, a gestão, a alimentação, a inclusão e o acompanhamento das condições de oferta.
  8. Formalizar, validar e acompanhar: validar o plano nas instâncias municipais definidas pelo ente, formalizar administrativamente e encaminhar ao MEC no prazo vigente. O documento final deve prever mecanismos de acompanhamento, revisão e transparência.
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No guia, além dos passos citados, as redes encontrarão perguntas norteadoras para o desenvolvimento de cada etapa, explicação detalhada do plano, estrutura mínima, modelo e anexos sugeridos para o material, bem como fontes de informação e normativas que podem ser utilizadas para embasar a produção.

Conaquei – O Compromisso envolve um conjunto de ações que apoiam os entes federados na universalização da pré-escola, para avançar no cumprimento das metas, com foco na melhoria contínua da qualidade e equidade. Ele está fundamentado nas Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil e nos Parâmetros Nacionais de Qualidade e Equidade da Educação Infantil. Esses referenciais orientam a implementação de políticas que promovam o desenvolvimento integral das crianças, respeitando as diversidades regionais, socioeconômicas, étnico-raciais e de gênero. 

Dessa forma, a ideia é que, com o Conaquei, as redes de ensino realizem um diagnóstico das condições locais, elaborem planos plurianuais e participem de ações colaborativas para melhoria da etapa de ensino. Neste sentido, a política está organizada em cinco eixos estratégicos: Gestão Democrática; Identidade e Formação Profissional; Proposta Pedagógica; Avaliação da Educação Infantil; e Infraestrutura, Edificações e Materiais. 

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Passo a passo – Ao acessar o Simec com a conta Gov.br, os secretários de educação estaduais, municipais e do Distrito Federal deverão clicar na aba “Programas SEB-Simec”. Em sequência, acessar o módulo do Conaquei e, no primeiro momento, acessar a aba “Adesão”. Realizada essa etapa, os secretários devem assinar o Termo de Responsabilidade da Política, informar quem será o coordenador técnico da política e responder à pergunta sobre o plano de expansão para a educação infantil.

Caso a rede já possua este documento, basta adicionar o arquivo no Simec, com a descrição do que já está sendo feito. São aceitos como planos de expansão de matrículas na Educação Infantil, os Plano Municipais de Primeira Infância, o Plano Municipal de Educação e o documento oficial da secretaria municipal de educação prevendo expansão. Não é obrigatório ter plano para adesão.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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