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Conexões MME: último dia de evento foi marcado por rodadas de negócio e ampliação de oportunidades de investimentos no Vale do Aço (MG)

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Nesta sexta-feira (6/2), o município de Ipatinga, no Vale do Aço, em Minas Gerais, recebeu o segundo e último dia do “Conexões MME”. As atividades de encerramento do evento foram marcadas pelo avanço das rodadas de negócios e prospecção de oportunidades de investimentos entre as empresas do setor metalmecânico da região e grandes empresas do setor de óleo e gás natural e da indústria naval do país.

“Trouxemos a maior empresa do país para o Vale do Aço, a Petrobras, e muitas outras grandes companhias do setor. Foram dezenas de reuniões em bilaterais entre elas e ficamos muito felizes com os avanços em diversas negociações. Tenho certeza que criamos grandes conexões e oportunidades de investimentos e consolidar o Vale do Aço como polo estratégico para o setor de energia”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

O evento integra a estratégia do Ministério de Minas e Energia (MME) de aproximar grandes compradores nacionais com fornecedores regionais, estimular o conteúdo local, ampliar investimentos e fortalecer a base industrial brasileira.

A programação do segundo dia do evento também contou com apresentações e oficinas. Foram realizados, ainda, os painéis “Depreciação acelerada como indutora de investimentos: impactos na demanda da indústria de base”, e “Oportunidades para a indústria do aço: novas fronteiras de Exploração e Produção de Petróleo e CCUS”, que reforçou o papel estratégico do setor metalúrgico e siderúrgico na transição energética e na expansão da cadeia de óleo e gás.

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De acordo com o secretário nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis do MME, Renato Dutra, a programação do evento apresentou dois grandes projetos desenvolvidos pelo Governo do Brasil para estimular a retomada da indústria naval brasileira: a depreciação acelerada e a política de conteúdo local. “Essas políticas foram muito importantes para aumentar a demanda e estimular toda a cadeia, garantindo a participação do conteúdo produzido no país”, disse o secretário.

Oportunidades

O presidente da Usiminas, Marcelo Chara, reconheceu os esforços do Governo do Brasil para o fortalecimento da indústria nacional.

“Muito importante os esforços do governo federal para fomentar a indústria que gera riqueza e emprego no Brasil, além de defender o país contra o ataque da importação desleal dos países asiáticos. A Usiminas e o setor metalmecânico do Vale do Aço são referências para o desenvolvimento de soluções para o setor de energia. Outro ponto fundamental são as iniciativas para aumentar a oferta de gás natural competitivo para a indústria, que traz impacto positivo na produtividade do setor e na descarbonização”, disse o presidente da Usiminas.

Presente no evento como expositor, o CEO do Grupo Connectta, Itaércio Marinho, destacou a relevância do encontro para a região e para a cadeia produtiva de energia.

“O Vale do Aço sediou o maior evento de sua história e também o maior de Minas Gerais voltado à cadeia de óleo, gás, biocombustíveis e construção naval. A iniciativa liderada pelo ministro Alexandre Silveira representa um marco para o desenvolvimento econômico da região. A presença de autoridades, grandes empresas, estaleiros e lideranças nacionais reforça a importância estratégica do Vale do Aço, que agradece ao Governo Federal por colocá-lo na rota dos grandes investimentos, da geração de renda e de empregos no setor de energia”, afirma Marinho.

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Renovação da frota de ônibus

Ainda nesta sexta-feira (6/2), o ministro Alexandre Silveira participou da cerimônia de entrega da nova frota de ônibus para Ipatinga, viabilizados por meio de recursos do Novo PAC. Os ônibus são da categoria Euro 6, que seguem normais mais rigorosas de controle de emissão de poluentes, garantindo mais eficiência energética. A ação está alinhada com as políticas desenvolvidas pelo Ministério de Minas e Energia, como a Lei do Combustível do Futuro, que propõe diversas ações visando a descarbonização do setor de transportes.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Competitividade, bioeconomia e abertura de mercados mobilizam Conexões Produtivas no Acre

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, participou, nesta terça-feira (1/7), em Rio Branco (AC), da 3ª edição do Conexões Produtivas – Oportunidades para a Indústria no Acordo Mercosul-União Europeia.

Promovida pelo MDIC com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a iniciativa reuniu empresário e instituições parceiras para apresentar as oportunidades abertas pelo acordo, além de instrumentos da Nova Indústria Brasil (NIB) voltados ao fortalecimento da indústria, da inovação e das exportações brasileiras.

Durante a abertura do encontro, Márcio Elias Rosa defendeu o fortalecimento da política industrial e da agenda de acordos comerciais como fatores essenciais para ampliar a presença da indústria brasileira no comércio internacional.

“Os tempos atuais mostram que quem não tem política industrial e não faz acordo fica para trás. O problema de você não fechar um acordo como esse com o Mercosul e a União Europeia não é porque você perde uma oportunidade. Você fica para trás. Outro ocupa o seu lugar”, afirmou o ministro.

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Ao abordar a agenda de comércio exterior, ele destacou a abertura de mercados como uma das principais estratégias do governo federal para ampliar as exportações e fortalecer a competitividade das empresas nacionais. O ministro lembrou que o Brasil já conquistou 642 novos mercados desde o início do atual governo e lembrou que a presença dos produtos brasileiros no exterior é essencial para gerar novas oportunidades para a indústria e o agronegócio.

O ministro ressaltou que a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é fortalecer o diálogo com os parceiros comerciais como estratégia para ampliar mercados e preservar os espaços conquistados pelos produtos brasileiros no comércio internacional.

Márcio Elias Rosa destacou que a sustentabilidade representa um diferencial competitivo para a indústria brasileira, ampliando as oportunidades da bioeconomia nos mercados internacionais.

“Não basta produzir barato. É preciso produzir com rastreabilidade, manejo sustentável e certificação. Nós, daqui da Amazônia Legal, temos a grande vantagem competitiva da sustentabilidade, da possibilidade concreta de produzir com sustentabilidade, com a menor emissão de gases de efeito estufa”, ressaltou.

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O ministro vê estados como o Acre em posição estratégica para agregar valor à produção regional a partir de uma economia baseada na sustentabilidade.

“Nós não podemos fazer pouco da nossa bioeconomia da Amazônia. Ao contrário. Se nós não realçarmos essa relevância, ninguém vai fazer. Se nós não dermos a ela o verdadeiro valor que possui, ninguém dará”, afirmou.

Durante o encontro, o ministro também apresentou instrumentos de crédito, financiamento, inovação e apoio às empresas oferecidos pela Nova Indústria Brasil (NIB), reforçando a importância de aproximar o setor produtivo das políticas públicas voltadas ao aumento da produtividade, da competitividade e das exportações.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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